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sexta-feira, 16 de março de 2018

"Se eu fosse pequenino podia…”, um trabalho do 2º A da EB1 de Arganil

Na atividade Leituras Partilhadas, no âmbito do SABE (Serviço de Apoio às Biblioteca Escolares), dinamizada pela técnica Rita Cunha, os alunos do 2º A da EB1 de Arganil, ouviram a História “ Se eu fosse muito pequenino” de António Mota. 


“ Se eu fosse muito pequenino”
Texto de António Mota e ilustrações de Rui Castro
Editado pela Gailivro em 2006

Como a história era muito sugestiva à imaginação e participação dos alunos, estes começaram logo a dizer Se eu fosse pequenino gostava de… fazia… " e etc.
Surgiu então a actividade de escrita criativa Se eu fosse pequenino podia ….
Cada aluno construiu uma frase e, com todas as frases foi feito um texto que agora está exposto na Biblioteca da escola, para os outros meninos lerem.

 A professora Eugénia Salgado



Um trabalho a visitar na Biblioteca escolar da EB 1 de Arganil
Boas Leituras!

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

"O Primeiro Dia de Escola", um livro de António Mota

O primeiro dia de escola
Texto de António Mota e ilustrações de Paulo Galindro.
Editado pela Asa em 2014

"Aproxima-se o primeiro dia de escola para a Inês. Ela anda irrequieta e ansiosa, e não pára de fazer perguntas. António, o irmão mais velho, diverte-se imenso com a situação e inventa respostas mirabolantes que a deixam ainda mais desconcertada. Fala-lhe da comida da cantina, que inclui "formigas fritas com pimenta", e dos "olhos mágicos dos pratos" que adivinham tudo o que nós pensamos. Inês fica espantada. Até um pouco assustada! 
Mas logo o avô Júlio recorda a primeira vez que foi à escola, numa história que mete sonhos, os conselhos da sua avó Rosa e a descoberta de um novo mundo, naqueles que foram "os dias mais doces" da sua vida. Inês parece outra, e até já pensa em levar o Fiel, o cãozito do avô, consigo para Cruzando gerações e vivências, António Mota escreve sobre o crescimento e o encontro com novas realidades, sobre a família e a partilha de sentimentos, sobre a amizade que se conquista e se perpetua, recorrendo sempre que possível à fantasia e ao insólito. 
Amanhã, Inês irá feliz para a escola, com a sua mochila cheia de livros e cadernos e material novinho a estrear, sabendo que o medo é apenas "uma mancha branca, parecida com uma nuvem" que os avós podem fazer desaparecer…"
Fonte: WooK


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura 
para o 2º ano de escolaridade

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

terça-feira, 12 de julho de 2016

"O sonho de Mariana", um livro de António Mota

"O sonho de Mariana"
Texto de António Mota com ilustrações de Danuta Wojciechowska
Editado pela Gailivro 2004 (2ª edição)

Mariana conta um sonho a seu irmão Pedro. Nesse sonho, Pedro e Mariana, um pássaro maravilhoso e o avô vão entrar numa aventura extraordinária.
Fonte: contracapa do livro

Começa assim:






"Quando acabou de dizer aquelas palavras misteriosas, o Pedro, a mariana e o Avô estavam transformados.
Tinham a altura de um dedo.
E o pássaro perguntou:
- Para onde vamos, senhores passageiros?
- Leva-nos a uma montanha! - disse o Pedro com uma voz muito fininha.
- Agarrem-se que já vamos partir! - disse o pássaro.
E levantaram voo. num instante, estavam a passar por cima dos telhados das casas mais altas!



Na nuvem havia muitas gotinhas de água.
Algumas dormiam, outras contavam aventuras e outras sonhavam com rios e mares.
De repente, surgiu lá ao fundo o pico de uma grande montanha. (...)"



Livro Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 2º Ano de escolaridade

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

"Onde tudo aconteceu" de António Mota

"Onde tudo aconteceu"
Um livro de António Mota com ilustrações de Carla Pott
Editado pela Gailivro em 2004

Este livro reúne 19 poemas. Os textos convidam a uma viagem pela Natureza, sonhos e vivência do dia-a-dia.

Começa assim:

"Onde tudo aconteceu

Foi no passeio escolar
que tudo aconteceu
e o Martinho ficou rouco
e a Joana adormeceu.

Era um gordo motorista
que guiava a camioneta
e a gente só gritava:
- Mais depressa, mais depressa!

A professora falava
de microfone na mão.
- Vejam tudo muito bem
estejam com muita atenção.

O Martinho resolveu
cantar rock, feito louco
depois ficou caladinho
completamente rouco.

fomos ao cimo da serra
vimos gaivotas no mar
uma fábrica, um castelo
um artesão a trabalhar.

Depois de tanta alegria
de tanto ver e perguntar
a Joana adormeceu
e começou a ressonar!..."



(...)




Um lugar vazio

Partiu ontem para a cidade
a nossa colega Andreia.
Ficou um lugar vazio
na escola da nossa aldeia.

Foi a mãe e foi a Andreia
e o irmão masi pequenino.
Batiam nove badaladas
no sino da nossa ladeia
nove suspiros do sino
muitos beijos para dar
nove vezes adeus, adeus
e a saudade a espreitar.

Partiu ontem para a cidade
a nossa colega Andreia.
Ficou muito silencioso 
o largo da nossa aldeia."
Fonte: interior do livro

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 1º ano de escolaridade.


Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Se eu fosse muito forte de António Mota

"Se eu fosse muito forte"
Texto de António Mota com ilustrações de Rui Castro.
Editado pela Gailivro em 2006.
"Se eu fosse muito forte
podia levar a minha casa
para o sitio mais alto de 
uma montanha coberta de neve

e convidar os meus amigos
para virem brincar comigo
aos esquimós.

(...)

Podia s o p r a r,
com muita força,
contra as nuvens
negras do Inverno


Podia pegar ao colo
um elefante velho, p e r d i d o, 
e triste
e levá-lo para junto da manada.

(...)

Podia nadar horas e horas no alto mar 
e ajudar a salvar 
as baleias bebés 
feridas pelos homens.


"Se eu fosse muito forte convida o leitor a entrar num mundo de fantasia, onde as situações hilariantes apresentadas potenciam o estímulo para a sua própria imaginação. Do ponto de vista literário, o autor apresenta-nos um texto poético onde cada frase parte de uma hipótese, levando-a até aos limites da realidade, levando o pequeno leitor a concluir que a imaginação é tão ilimitada como o sonho...

(…) livros que promovem, a brincar, ideias sérias como a aceitação das diferenças e o respeito pela individualidade de cada um. 

(…) livros plenos de sensibilidade, com ideias divertidas e simultaneamente profundas sobre a tolerância e a convivência entre as pessoas. 

As ilustrações de Rui Castro, audazes e cheias de ternura, ajudam à compreensão da mensagem - cada um de nós é um ser único e a diferença deve ser celebrada. Para crianças que um dia serão adultos excepcionais.”
Fonte: Wook

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 1º ano de escolaridade destinado a leitura autónoma e/ou leitura com apoio do professor ou dos pais.

Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Segredos de António Mota

Segredos um livro de António Mota com ilustrações de Teresa Lima.
Editado pela Desabrochar em 1996

“Dez histórias, dez segredos, dez textos breves de António Mota, que convidam a viajar ao lado do sonho e das coisas marcantes da vida que nos acontecem em secretos dias que nunca mais esquecemos.”
Fonte: Wook


Esta é a primeira história…

Aquela Folha…

“Devagarinho, muito devagarinho, a folha soltou-se do ramo da árvore.
Devagarinho, muito devagarinho, a folha voou sem saber muito bem o caminho que havia de seguir.
Devagarinho, muito devagarinho, a folha poisou no chão sem fazer barulho.
Devagarinho, muito devagarinho, aquela folha acastanhada chamou pelo vento.
Rápido, muito rápido, o vento apareceu e deu-lhe uma sopradela.
E a folha voltou a voar mais um bocadinho e depois caiu em cima da bota de um velho que estava sentado num banco de jardim.
O velho pegou na folha e pensou:
- Acabou o Verão! Ai, o tempo passa tão depressa!”
Fonte: interior do livro

Ilustrações de Teresa Lima

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para Educação Pré-Escolar,
destinado a leitura em voz alta

Se quiseres ler as outras histórias que o António Mota escreveu
podes requisitar o livro na rede de bibliotecas do concelho de Arganil.

Boas leituras!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O Lobisomem de António Mota

Texto de António Mota
Um livro editado pela Caminho em 1994

Em O Lobisomem, António Mota leva-nos de regresso ao passado. A um tempo onde a infância era vivida na aldeia ao ritmo das novidades que chegavam nas bocas dos viajantes e em que um brasileiro com uma máquina fotográfica era a coisa mais fantástica que já alguma vez se vira. É nesta viagem feita sob a forma de pequenas histórias que embarcamos nas páginas deste livro, histórias com marca vincada de um autor que, como ninguém, sabe relatar a infância vivida num Portugal que já não existe.

Fonte: Fnac

Ilustrações de Bayard Christ

"O lobisomem foi descoberto, pois claro.
Mas há muitas mais histórias neste livro.
Aparece o Asdrúbal e as suas balas brasileiras, um galo que foi para Amarante, uma mulher que se fartou de viver em Lisboa, Juquinha - o melhor pescador de trutas, um sonhador chamado Aires, arroz de cabidela, copinhos de limonada, a fuga espectacular de um visconde, pastéis, canas de foguetes, uma pedra muito especial, saltimbancos e ... uma grande alegria de contar histórias."
Fonte: contracapa do livro

Para ler e reler!
Livro disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O Príncipe com cabeça de cavalo de António Mota

Autor: António Mota
Ilustração: Martinho Dias
Gailivro, 2002
"Era uma vez um rei e uma rainha que estavam casados há muitos anos e não tinham filhos. O rei tinha muita pena e a rainha andava muito triste porque gostava muito de crianças. Um dia, a rainha foi dar um passeio pelos jardins do seu castelo e encontrou uma velha. O que terá dito a velha à rainha?"
Fonte: Wook

Começa assim:



E assim aconteceu. Nove meses depois a rainha teve um filho.
Um príncipe com cabeça de cavalo...
"Um dia o rei e a rainha decidiram que tinha chegado a altura do príncipe se casar. Mandaram o seu retrato para todas as cidades a ver se aparecia alguma princesa que se quisesse casar com ele. Todas as princesas olharam para o retrato e todas disseram o mesmo:
- Eu não nasci para casar com um príncipe que tem uma cabeça de cavalo! Como seriam os meus filhos, se eu me casasse com ele?
O príncipe andava muito triste por não encontrar uma noiva.
Vendo o seu filho tão amargurado, o rei mandou anunciar por toda a parte do reino que a menina, rica ou pobre, da cidade ou da aldeia, que se quisesse casar com o príncipe com cabeça de cavalo teria muitos criados para a servir, roupas finas, jóias e muito dinheiro.
(...) Em todo o reino apenas uma menina, muito pobre e muito mal vestida é que disse que estava disposta a casar-se com o príncipe."

Fonte: interior do livro

Mas a história não acaba aqui... muita coisa aconteceu e muito a menina teve de percorrer para casar com o príncipe. Requisita o livro na rede de bibliotecas do concelho de Arganil e ficas a conhecer toda a história...

O autor:

"António Mota nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, distrito do Porto, em 1957. É professor do ensino básico desde 1975. Em 1979 publicou o seu primeiro livro: «A Aldeia das Flores». Em 1983, com a obra «O Rapaz de Louredo», ganhou um prémio da Associação Portuguesa de Escritores. Em 1990, com o romance «Pedro Alecrim», recebe o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças. Em 1996, com a obra «A Casa das Bengalas», ganha o Prémio António Botto. Desde 1980 tem sido convidado a visitar escolas preparatórias, secundárias e bibliotecas públicas em diversas localidades do País. Tem colaborado em vários jornais e foi interveniente em ações realizadas por várias Escolas Superiores de Educação de Portugal."
Fonte: Wook

Boas férias e boas leituras!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Sonhos de Natal de António Mota

Durante o mês de Dezembro as nossas sugestões de leitura vão estar relacionadas com o Natal!
Leituras para ler em família com muita magia e fantasia!
Boas festas!
Sonhos de Natal um livro de António Mota
com ilustrações de Júlio Vanzeler, editado pela Gailivro em 2003

  “Eu nasci e vivi alguns anos numa aldeia muito pequena escondida por uma enorme mancha de altos pinheiros e carvalhos gigantescos. Pedra de Hera era o nome dessa aldeia.
Todos os anos, com a chegada do Outono, da chuva e dos fortes ventos, as castanhas desprendiam-se dos redondos ouriços que enfeitavam os castanheiros centenários que havia espalhados por toda a Pedra da Hera.


      (…) Com ao passar dos dias e das noites cada vez mais frios, a chuva e as medonhas rajadas de vento punham as copas das árvores a abanar e faziam calar o canto dos pássaros. (…)
      Nós, as crianças, começávamos a dar gargalhadas e a saltar de contentes porque sabíamos que a neve não demoraria a chegar. Flocos ainda mais brancos que as rocas de açúcar desceriam das nuvens, bailariam no ar e cairiam no chão (…).
     Eu gostava muito do senhor Afonso e achava normal que ele tivesse quarenta mais trinta anos. Também achava natural que ele brincasse connosco, nos fizesse brinquedos de madeira, e que, de vez em quando, nos chamasse para dentro da sua cozinha escura e pobre e nos oferecesse pataniscas de bacalhau tão bem fritas e tão saborosas como só ele sabia cozinhar. Nem a minha avó era capaz de fazer pataniscas tão boas como as do senhor Afonso (…).
    Quando vinha muita neve, nós não íamos à escola, que ficava muito longe da nossa aldeia, e o Senhor Afonso também saía de casa para nos ajudar a fazer um grande boneco de neve. (…)



    Quando vinha a noite, eu ficava muito ansioso. O que eu mais queria era ver o nosso boneco de neve a voar. (…)
    O meu pai estava a trabalhar no Brasil. Fora para lá três meses depois de eu ter nascido. Era o que a minha mãe contava.
     - Um dia ele aparece por aí – dizia a avó Mariana.
     (…) Uma semana antes do Natal os dias andam ainda mais vagarosamente que minúsculos caracóis. E dentro de nós vai crescendo uma vontade muito grande de ir ao calendário e apagar todos esses dias.(...)
     Contava o Pedro que na noite de Natal do ano anterior, depois de se deitar na cama, ouviu, a meio da noite, um barulhinho muito estranho. (...) Quando lé chegou ficou sem poder falar nem mexer-se quando viu uma luz a desparecer pela chaminé. Apesar da luz ser muito intensa, ainda teve tempo de ver os pés pequeninos do Menino Jesus."
 

”Excelente livro cuja história se passa numa aldeia longínqua onde o Inverno chega mais cedo. Quando as férias de Natal de Manuel e das outras crianças se aproximam, a expectativa de que o Natal chegasse mais rápido é cada vez maior. Os preparativos para o Natal concediam a este ambiente caseiro uma atmosfera harmoniosa, em que as crianças faziam os pedidos ao Menino Jesus. Mas no fim há uma surpresa: o pai de Manuel regressa do Brasil, onde estava emigrado, na noite de Natal.”

Fonte: Wook
 
Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil