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quinta-feira, 29 de março de 2018

Orfeu e Eurídice de Christoph Willibald Gluck, adaptado por Pedro Azara

Orfeu e Eurídice
Autoria de Christoph Willibald Gluck,
Adaptado por Pedro Azara e ilustrado por Pep Montserrat
Editado pela Kalandraka em 2007

"Cupido, filho de Vénus, a deusa do amor, vinha anunciar-lhe que os deuses, emocionados, iam permitir-lhe reencontrar-se com Eurídice na casa dos mortos. Além disso, se os acordes da sua lira conseguissem apagar a fúria dos demónios, poderia devolver Eurídice à luz... 

A história de amor entre o músico, poeta e filósofo Orfeu e a ninfa Eurídice é uma das mais comoventes da mitologia grega. 
Desde a antiguidade clássica, a descida do herói aos infernos para resgatar a sua amada serviu de inspiração a contadores de histórias e artistas de todo o mundo e de todas as épocas.

O compositor Christoph Willibald Gluck (Alemanha, 1714) fez uma versão desta ópera que já tinha sido interpretada em 1600 por Jacopo Peri e nove anos depois por Claudio Monteverdi. Com ela, Gluck -que escreveu as suas mais importantes óperas em Paris e Viena- reformou a cena internacional ao ponto de estabelecer um novo equilíbrio entre a música e o drama, ao ter incorporado a tragédia grega a este género musical. 

“Orfeu e Eurídice”, com libreto de Raniero de Calzabigi, estreou-se em 1762. A partir do mito e da música de Gluck, Pep Montserrat elabora umas ilustrações que se destacam pelo uso da collage e pelo predomínio das cores vermelha e negra, sob a forma de jogo simbólico entre a paixão e a morte, o Eros e o Thanatos. Por sua vez, Pedro Azara consegue fazer passar as emoções que impregnam o libreto de Calzabigi para as necessidades dos leitores mais pequenos, sem perder a elegância do texto original.

Este título suma-se à colecção de ópera em português para crianças impulsionada pela KALANDRAKA, depois de “Aída”, “A Flauta Mágica” e “O Barbeiro de Sevilha”. Tal como os títulos anteriores, contém uma adaptação do libreto, ilustrações de algumas passagens, indicações ao longo do relato que se correspondem com as respectivas pistas no CD de audição e uma breve biografia do compositor.

Fonte: Fnac



Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Workshop de Teatro de Sombras na Biblioteca Municipal

Na passado dia 20 de Julho, a Companhia Marimbondo desenvolveu um workshop de Teatro de Sombras no auditório da Biblioteca Municipal de Arganil. Uma actividade dirigida a crianças dos 5 aos 14 anos e que teve como objectivo estimular a imaginação e a criatividade de cada um.


Os participantes ouviram uma história contada, sendo este, o ponto de partida para a construção de marionetas de teatro de sombra. 



Em seguida, divididos em grupos, construíram marionetes recorrendo a diversos materiais e técnicas, que deram vida a uma história inventada pelos meninos.












No final, os diferentes grupos dirigiram-se ao palco e apresentaram o espectáculo com a história e as marionetas inventadas.







Agradecemos à Companhia Marimbondo e aos seus professores, o entusiasmo e a sabedoria partilhada, a atenção e disponibilidade para com todos os participantes. 


Boas leituras!

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Teatro na Biblioteca

Na sala infantil, os contos e as aventuras, a imaginação e a criatividade preenchem as estantes e invadem o espaço de magia. O grupo de teatro da Biblioteca quis dar asas à imaginação: criou e representou a peça “Os três meninos pobres”. Depois de vários ensaios apresentaram o teatro e antes disso, prepararam uma dança que misturava ballet e hip hop. Momentos de faz de conta e muita diversão.
Para recordar:


Ensaios

Apresentação da Dança e Peça de teatro













Momentos divertidos recheados de boa disposição e muitas leituras!

terça-feira, 27 de março de 2012

Hoje é o Dia Mundial do Teatro!

E para assinalar a data sugerimos a leitura do livro “O adorável homem das neves” de António Torrado editado pela Caminho em 1989. Uma peça de teatro para crianças cheia de humor que cativa o leitor e o espectador.

 


“Esta peça, agora reeditada, começa num palco com um excêntrico coleccionador de chapéus, um ajudante de bar de teatro, de seu nome Decas Perna Fina, e a menina dos bengaleiros. Não está mal para começo. Mas, sem mais nem menos, a peça desatina e salta, no tempo e no espaço, até à serra da Estrela. Um autêntico disparate, tanto mais que na serra o Tio Chapeleiro e os amigos não só ensinam a andar como um boneco de neve como travam conhecimento com — calcule-se! — Viriato e os seus valentes guerreiros lusitanos, muito competentemente à trolha com os romanos invasores. Uma coisa sem pés nem cabeça! Mas coisas e loisas que o teatro e os seus mágicos esplendores permitem e fazem brilhar os olhos das crianças”.
Fonte: Wook


Esta peça foi representada pela primeira vez no palco da Cooperativa do Povo Portuense, em Junho de 1985, pela Companhia da Escola de Teatro do Seiva Trupe, numa encenação de José Cayolla.

Livro disponível na rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil