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segunda-feira, 5 de agosto de 2024

"Rosa Branca", um livro de Roberto Innocenti e Christophe Gallaz

Rosa Branca
Um livro de Roberto Innocenti e Christophe Gallaz
Editado pela Kalandraka em 2018


Chamo-me Rosa Branca. Vivo na Alemanha, numa pequena cidade de ruas estreitas, velhos fontanários e edifícios altos onde os pombos vêm pousar nos beirais. Um dia, chegou o primeiro camião e saíram de lá muitos homens vestidos de soldados.
O inverno estava a começar…
Fonte: interior do livro


Rosa Branca é uma menina alemã que presencia a detenção de um rapaz por um grupo de soldados. Seguindo o camião onde o transportam, chega à clareira de uma floresta, e aí descobre muitas crianças prisioneiras e esfomeadas que têm uma estrela cosida na roupa. As suas idas e vindas até ao campo de concentração para lhes levar comida às escondidas tornam-se a partir daí contínuas.



Ambientada na Alemanha da Segunda Grande Guerra, o Holocausto serve de pano de fundo a esta obra de Innocenti. Frente à tragédia humanitária e ao belicismo infundado, a figura de Rosa Branca representa a esperança, através dos sentimentos mais puros da infância: bondade, inocência, generosidade e ausência de preconceitos.

Ilustrações de Roberto Innocenti

As ilustrações hiper-realistas de Roberto Innocenti refletem o movimento histórico que vai do triunfo do Terceiro Reich até à derrota do nazismo. Tal como os fotogramas de um filme, as imagens - expressivas e de enorme detalhe - mostram os cenários da narrativa através de planos e enquadramentos diversos. A protagonista tem simbolicamente o nome de um grupo da resistência alemã contra o regime de Hitler, do qual alguns dos seus membros foram descobertos e executados.
Fonte: Wook

Para aceder ao catálogo em linha

Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas leituras!

segunda-feira, 7 de março de 2022

"A menina de vermelho" de Aaron Frische e ilustrações de Roberto Innocenti

"A Menina de Vermelho"
Texto de Aaron Frisch e ilustrado por Roberto Innocenti
Editado pela Kalandraka em 2013


A nossa história passa-se numa floresta. 
Essa floresta tem poucos troncos e folhas – é feita de cimento e tijolos. 
Durante o dia, sobretudo quando a luz é boa, os moradores vivem satisfeitos, cada um à sua maneira. Entre eles, na orla da floresta, vive uma menina bem-comportada chamada Sofia…

Ilustração de Roberto Innocenti


"A menina de vermelho” é uma versão moderna do conto clássico do Capuchinho Vermelho. 
O texto de Aaron Frisch, que relata a acidentada viagem de Sofia num dia de tempestade, acolhe – num estilo sóbrio – os seus principais argumentos narrativos: a avó doente, a floresta sombria, o lobo malvado e a menina de capuz vermelho. 
As ilustrações de Roberto Innocenti, precisas até ao mais ínfimo pormenor, mostram a grande cidade como um território caótico, desigual, perigoso. E no coração desse labirinto de ruas e prédios fica «O Bosque», um lugar multiétnico repleto de cor e vida, a expressão máxima da sociedade de consumo, da comunicação e da tecnologia; com todos os seus defeitos, e aos quais se tece uma crítica contundente. 

Ilustração de Roberto Innocenti

Esta adaptação também se destaca pelo desenho fragmentado das páginas, com blocos de texto separados das imagens, num estilo próximo da banda desenhada. Muitas gerações de meninos e meninas cresceram com este conto eterno, com um lobo feroz, que agora viaja de mota, e com um final que – no caso de “A menina de vermelho” – tanto pode ser trágico, como feliz. Porque, decorrendo no passado ou no presente, os contos são sempre mágicos.


Ilustração de Roberto Innocenti

Autores:

Aaron Frisch (Browerville, 1975 – North Mankato, 2013) 

Licenciado pela Escola Superior de Browerville e pela Universidade de St. John. Desde 1998 que trabalhava como editor na The Creative Company, onde publicou inúmeros títulos como autor. Escreveu sobre desporto, natureza, biografias e contos para o público infantil e juvenil. 
Conceituados artistas plásticos, como Roberto Innocenti ou Etienne Delessert, ilustraram os seus textos. Entre outros reconhecimentos, foi finalista do Minnesota Book Award 2011 na categoria de livro infantil.


Roberto Innocenti (Florença, 1940) 

De formação autodidata, iniciou a sua trajetória artística num estúdio de animação; também trabalhou na diagramação de livros e design de cartazes para cinema e teatro. Ilustrou textos de Eta Hoffmann, Charles Perrault, Oscar Wilde e Christophe Gallaz. As suas obras estão publicadas por todo o mundo. Entre outras distinções, recebeu a Maçã de Ouro na Bienal de Ilustração de Bratislava, a Medalha de Prata da Sociedade de Ilustradores de Nova Iorque e o Prémio Hans Christian Andersen em 2008. 
Fonte: www.kalandraka.com


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Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas Leituras!

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Porque devemos ler? Sugestão de Leitura

Apresentamos 5 razões para lermos livros:

1 - Ler é fundamental para aprendermos coisas novas
2 - Ler é muito importante para sabermos escrever bem
3 - Ler é uma boa ajuda para combater a solidão
4 - Lendo livros viajamos sem sair de casa
5 - LER FAZ BEM Á SAÚDE

Por todas estas razões a Biblioteca apresenta diariamente muitas sugestões de leitura para ajudar os leitores a fazer as suas listas de leitura. Sim porque os leitores têm sempre uma lista de livros para ler.

Ora vejam esta que vos deixamos aqui.


“A casa” um livro escrito por J. Patrick Lewis e ilustrado por Roberto Innocenti, editado pela Kalandraka é a sugestão de leitura apresentada por Rita Cunha.


Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas Leituras!

segunda-feira, 15 de abril de 2019

"Clementine", um livro de Roberto Innocenti

"Clementine"
Texto e ilustração de Roberto Innocenti
Editado pela Kalandraka em 2018


"Este é o meu navio.
Está prestes a naufragar.
Corri o mundo com este velho amigo.
Dizem que o meu comandante deve afundar-se com o seu barco.
mas não vou fazer essa viagem com ele.
Ainda não.

Esta é a nossa história."
Fonte: Badana do livro


"Um grande temporal e um naufrágio marcam o início de "Clementine", a história fictícia de um leal capitão e do seu amado navio de carga que durante quase meio século - desde a sua construção no início da década de 1930 até ao seu final no fundo do mar - percorreu os portos do mundo inteiro: do Pacífico aos confins do continente africano, passando pelas costas árticas e asiáticas, tanto em tempos de paz como durante a II Guerra Mundial, altura em que foi utilizado pela Marinha dos Estados Unidos na contenda bélica.

Através de um texto simples e pelo recurso a flashbacks, Roberto Innocenti transporta-nos do presente ao passado, fazendo uma viagem pelo solo geográfico e cronológico, ao mesmo tempo que percorre a biografia do protagonista.

Fonte: Wook

Livro disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

"A casa", um livro de J. Patrick Lewis e Roberto Innocenti

"A Casa"
Texto de J. Patrick Lewis e ilustrações de Roberto Innocenti
Editado pela Kalandraka em 2010

“Na padieira sobre a minha porta pode ler-se 1656, um ano de peste, o ano da minha construção. Fizeram-me em pedra e madeira mas, com o correr dos anos, as minhas janelas começaram a ver, e as minhas cornijas a ouvir. Vi famílias a crescer e árvores a cair. Ouvi risos e pistolas, conheci tempestades, martelos e serras e, por fim, o abandono. Depois, um dia, umas crianças aventuraram-se sob a minha sombra, à procura de cogumelos e castanhas, e eu ganhei uma nova vida no dealbar da idade moderna. Esta é a minha história do século vinte, contada do cimo do velho monte.

A casa, 2010”



Fonte: interior do livro


A casa ergue-se numa colina, nas proximidades de uma aldeia. Sobreviveu a pragas, foi habitada por várias gerações de uma família e, pedra sobre pedra, assistiu ao passar dos anos, das décadas e dos séculos. Tornou-se numa lenda, mas foi votada ao abandono, até que, no século XX, voltou a renascer. A casa das vinte mil histórias foi testemunha de mil e uma vicissitudes: felicidade e desgraça, celebrações e colheitas, guerra e paz... 

Esta é a sua história, de 1900 em diante, narrada por Patrick Lewis em pinceladas poéticas de grande valor literário. As ilustrações hiper-realistas do premiado artista Roberto Innocenti fazem-nos viajar pelo tempo: desde as mudanças sazonais até à transformação da paisagem, passando pelos velhos costumes que vão mudando com o avanço da tecnologia.

Fonte: Wook


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para apoio a projetos relacionados com as artes nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.


Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!