quarta-feira, 21 de junho de 2017

"Avô, conta outra vez", de José Jorge Letria

"Avô, conta outra vez"
Texto de José Jorge Letria e ilustrações de André Letria
Editado pelo Clube de Autor em 2014
“Que avô ou avó não deseja contar aos netos as histórias que permaneceram na memória da sua infância? Que neto não gosta de ouvir aquilo que os avós, com mais tempo e tranquilidade que os pais, têm para lhes contar? 

Este livro de José Jorge Letria e André Letria, pai e filho com vasta obra já criada em parceria, celebra esses momentos mágicos que são os de partilha de memórias e de afetos entre os mais velhos e os mais novos.
Premiado no Brasil, em 2010, com o melhor livro em língua portuguesa para os mais novos, Avô, conta outra vez festeja o que é especial e único: as coisas simples que merecem ser transmitidas pelo som da voz, pelo olhar e pelos gestos.

Um livro para avós, pais e netos se lembrarem sempre do valor da palavra e da ternura que é capaz de unir gerações numa viagem eterna.”
Fonte: contracapa do livro


(...)


(...)


(...)

Ilustrações de André Letria

Mora neste livro um poema que a ternura de um avô dedicou ao seu neto pequenino. O menino cresce com «estrelas no olhar e andorinhas no sorriso», a ouvir muitas palavras novas e a saltitar em passos pequenos. Feliz, o avô dá-lhe a mão enquanto planeia os longos passeios que farão e os livros que lhe lerá, esperando ouvi-lo sempre a pedir: «Ó avô, conta outra vez!» Esta prenda é embelezada por outra mão familiar em desenhos de objetos e paisagens com o cheiro do outono e a calma do mar.

Fonte: www.catalivros.org




Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 3º ano de escolaridade.

O Autor: 

Fonte: interior do livro
Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

"ABZZZZ...", um livro de Isabel Minhós Martins


ABZZZZ...
Texto de Isabel Minhós Martins e ilustrações de Yara Kono
Editado pelo Planeta Tangerina em 2015 (2ªedição)


"Há pessoas que resistem ao sono com todas as suas forças. 
E percebe-se o porquê...estar acordado é tão bom! 
Mas, já foi provado pela ciência que ninguém vive sem dormir, 
por isso criamos este ABC do sono, um livro que, 
se tudo correr bem, nos fará adormecer muito antes 
de o abecedário chegar ao fim. 

Um ABC tão poderoso que até o título do livro
 conseguiu adormecer...

E tu, a que letra chegarás?"



Começa assim:

"ABZZZZ...

Em princípio, este livro não falha:
Se na letra A todos os leitores
Mantêm os olhos abertos,
Na letra B há já muitos que bocejam, 
e lá mais para o fim, 
na página do R, apenas se ouve
 um suave ressonar.

E tu, a que letra chegarás?



(...)

B
BOCEJAR

Está provado cientificamente:
Os bocejos são contagiosos.

Se olhares algum tempo para esta imagem,
um pequeno bocejo vai começar a nascer
no fundo da tua garganta.

Resultou?






P
PÁLPEBRAS

Sobre cada uma das tuas pálpebras
dorme um pássaro pesado
de sono muito leve.

Já diziam 
os sábios muito antigos:
"Quem acorda pássaros, semeia tempestades."

E agora, o que vais fazer?
(...)





Z Z Z Z Z Z Z

Este som significa que o livro desligou.

À tua volta já todos dormem: os teus sapatos, a tua mochila, o teu casaco, o teu chapéu, este livro que teimas em ler.

Desliga-te tu também. 
Se não encontras o teu botão, carrega aqui. 
(...)"

Fonte: interior do livro


Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

terça-feira, 13 de junho de 2017

De que cor é um beijinho?, um livro de Rocio Bonilla

"De que cor é um beijinho?"
Texto e ilustrações de Rocio Bonilla
Editado pela Jacarandá em 2017

A Minimoni gosta de pintar mil coisas coloridas: joaninhas vermelhas, céus azuis, bananas amarelas... mas nunca pintou um beijinho. De que cor será?
Vermelho como um delicioso molho de tomate? Não, porque vermelho também é a cor de quando estás zangado... Será verde como os crocodilos, que sempre lhe pareceram tão simpáticos? Impossível, porque é também a cor dos legumes e ela não gosta de os comer!
Como poderá descobrir de que cor é um beijinho?
Fonte: contracapa do livro

Um livro ternamente ilustrado que percorre um mundo de emoções à procura da cor de um beijinho. De que cor é um beijinho, afinal? 
Ao longo das páginas, Mónica vai tentar descobrir e fazer divertidas associações nas quais todas as crianças se poderão rever. 
De que Cor é um Beijinho é álbum para ler e contemplar.



Rocio Bonilla nasceu em Barcelona em 1970, onde se graduou em Belas Artes na Universidade de Barcelona. Começou a sua carreira na área da pintura, fotografia e publicidade, área onde se manteve por 12 anos distanciada da ilustração. 
Depois de ser mãe, Rocio decidiu deixar a publicidade e voltar a trabalhar na ilustração e no imaginário infantil. 
Desde 2010 que se dedica à área editorial. Os seus três filhos são os seus maiores fãs e os seus maiores críticos também. 
Nos tempos livres gosta de se dedicar à cozinha, à leitura e ao croché.

Fonte: Wook


Podes ver o livro aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=xEmx_xDdk6g

Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quinta-feira, 8 de junho de 2017

"O dia em que os lápis voltaram para casa" de Drew Daywalt

"O dia em que os lápis voltaram para casa"
Texto de Drew Daywalt e ilustrações de Oliver Jeffers
Editado pela Orfeu Negro em 2016

Os lápis de cera do Duarte regressam com mais um leque de exigências coloridas!


Depois de ter conseguido acalmar os ânimos de um grupo de lápis descontentes, que ameaçavam fazer greve, nesta nova aventura dos lápis, o Duarte tem de socorrer outros lápis que lhe escrevem a pedir ajuda. O Lápis Grená ficou esquecido no sofá e partiu-se ao meio quando o pai do Duarte se sentou em cima dele, o Lápis Azul-Turquesa foi parar à máquina de lavar roupa e tem agora a cabeça colada a uma meia malcheirosa...
Cada lápis esquecido ou desprezado conta a sua trágica história, em postais de locais longínquos e exóticos.
Cabe agora ao Duarte ir em busca dos seus lápis perdidos e trazê-los de volta a casa…




Drew Daywalt vive na Califórnia e é um premiado argumentista e realizador de cinema e de televisão. Autor do livro O Dia em que os Lápis Desistiram (2014), aclamado internacionalmente por miúdos e graúdos, Daywalt tem em sua casa várias caixas de lápis de cera partidos, derretidos e, acima de tudo, muito usados.





Oliver Jeffers vive em Brooklyn, Nova Iorque, e estreou-se em 2004 na escrita e ilustração para crianças. Desde então, tem vindo a colecionar prémios e a atrair leitores de todo o mundo, com o seu humor característico e personagens inesquecíveis como os Nicos e o incrível rapaz que comia livros. Jeffers assina com lápis de cera todos os contratos importantes.

 Fonte: Badana do livro



Para saber mais: 


Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

"Os Prados" de Alan Collinson

"Os Prados"
Texto de Alan Collinson
Editado pela Liarte em 1994

Nesta colecção os autores analisam os principais ambientes naturais existentes na Terra e debruçam-se sobre algumas plantas e animais que dependem desses habitats. Todos os habitats e a sua vida selvagem estão ameaçados, em maior ou menor grau, pela poluição global, crescimento demográfico e expansão das actividades industriais. Aumentando o nosso conhecimento da Natureza, tornamo-nos mais capazes de proteger ecossistemas complexos e muitas vezes frágeis que constituem a vida no nosso planeta.
Estes volumes focam algumas das espécies ameaçadas e examinam alguns dos projectos de conservação bem sucedidos que podem servir de modelo para o futuro. 


Títulos que compõem esta colecção:
Mares e Oceanos
As Florestas Tropicais
As Regiões Polares
Os Desertos
As Cidades
Os Prados
Rios e Lagos
As Montanhas







O texto é ilustrado com excelentes fotografias a cores, além de mapas e diagramas explicativos.

Fonte: contracapa

Colecção disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Hoje é o Dia Mundial do Ambiente: sugestão de leitura

"A Ecologia passo a passo"
Texto de François Michel e ilustrações de Marc Boutavant
Editado pela Miosótis em 2005

"A ecologia estuda as relações entre os seres vivos - os humanos, os animais e as plantas - e os meios em que vivem. Ao longo dos últimos 150 anos, as actividades humanas, industriais e agrícolas transformaram mais o nosso ambiente do que todo o tempo decorrido desde a pré-história! E essas actividades consomem muito oxigénio do ar, água e energia e produzem uma quantidade enorme de resíduos que poluem o ar, a água e os solos. Este livro ensinar-te-á a compreender a ecologia para adquirires os bons reflexos. Porque a Terra está em perigo…"

Fonte: contracapa do livro


"E se falássemos de ecologia?
É uma palavra um pouco complicada que vem de duas palavras gregas: eco, que significa habitat, e logia, que significa ciência.
A ecologia estuda as relações entre os seres vivos - os seres humanos, as plantas, os animais - e os meios onde vivem, sejam eles naturais ou transformados.


Esta disciplina científica data da segunda metade do século XIX, época em que Charles Darwin fixa a sua teoria da evolução das espécies, enquanto outros naturalistas destacam a importância dos climas, dos solos e dos meios aquáticos nos seres vivos.

O ar e a água são os dois elementos naturais com os quais e nos quais se desenvolvem os seres vivos. E o ar e a água circulam no teu corpo, mas também nos solos, nos rios, na atmosfera, nas casas, nas fábricas, nos oceanos. Portanto, tudo está relacionado com tudo! 


Em ecologia, é muito importante conhecer e compreender os diferentes ciclos: ciclo da água, ciclo da alimentação (a cadeia alimentar), ciclo das estações, ciclo do carbono… e muitos outros. Se as actividades humanas modificarem os ciclos naturais de modo demasiadamente importante, isso perturba toda a vida no planeta."
Fonte: interior do livro (Pg. 8 e 9)

Ilustrações de Marc Boutavant
Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

sexta-feira, 2 de junho de 2017

"Se eu fosse um Mágico", um livro de António Mota

"Se eu fosse um Mágico"
Texto de António Mota e ilustrações de Rui Castro
Editado pela Gailivro em 2008

Começa assim:

"Se eu fosse um mágico

Se eu fosse um mágico 
trazia um anel muito fino e muito brilhante 
no dedo indicador da minha mão direita 

e para fazer magias espantosas, só precisava 
de pensar e soprar muito suavemente 
no meu anel tão fino como um cabelo.

Podia pensar na palavra vento,
soprava no anel tão leve como 
a asa de um pinhão 


e logo me transformava em nuvem e divertia-me a inventar 
pássaros com chifres e castelos com asas. (…)

(…) Podia pensar na palavra abraço
soprava no anel tão agradável como 
a areia fina da praia 
e logo via os meus avós, os meus pais, os meus tios e padrinhos e os meus amigos
todos voando e rindo com os seus braços abertos.
Eu ficava muito feliz e fazia o mesmo.
E o nosso abraço nunca mais tinha fim."

Fonte. interior do livro



Quarto volume da colecção "Se eu fosse", este álbum de António Mota, com ilustrações de Rui Castro, explora as possibilidades geradas pelo recurso à magia e à fantasia. Com poderes ilimitados e orientado unicamente pela sua imaginação, afectos e criatividade, o narrador cria um mundo onde só há beleza, alimento, saúde, afectos, paz e tolerância. 
As várias situações recriadas revelam o desejo de perfeição e felicidade que todas as crianças possuem, em alternativa à realidade imperfeita que conhecem. Assim, a magia e a fantasia são a forma de fuga possível, permitindo a criação de uma realidade alternativa onde reinam os afectos e os homens poderão, finamente, encontrar o paraíso perdido. 
As ilustrações combinam uma dimensão mais fantástica com outra marcada pela verosimilhança, dando forma e cor aos sonhos e fantasias do narrador.

Fonte: Wook


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 1º ano de escolaridade.

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!