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sexta-feira, 22 de julho de 2016

Um Guia de leitura para as férias de verão


Guia de Leitura
Editado pelo Público Comunicações SA em 2005

"A leitura é uma doença que, na esmagadora maioria dos casos, se contrai na infância. E tudo indica que é incurável. A criança que tenha lido com genuíno prazer um bom livro, um só que seja, há-de ler outros."

Luís Miguel Queirós
In "O único sitio do mundo", pg. 9

Colecção Geração Público

"Títulos que sobreviveram à passagem do tempo e reemergem regularmente, bastando para tal que haja aquilo que falta - gosto pela leitura, uma oferta acessível a alguém que diga: "Já experimentaste ler? vais ver que gostas..."
As férias, afinal, ainda são férias grandes e não há nada como enchê-las de aventuras imaginárias. Mesmo que hoje nos pareça ridículo o desafio de dar a volta ao mundo em 80 dias quando, mesmo sem o Concorde, qualquer criança o pode fazer aí numas 48 horas..."

José Manuel Fernandes
In "Aventura. Quando ainda era... aventura", Pg. 19

Fonte: Badana do livro

"É também por isso que editamos este Guia de Leitura: para que os que fizeram a colecção nele encontrem as pistas para um melhor entendimento do sentido de obras que são mais do que meros clássicos da literatura juvenil, obras que merecem mais do que ficar na estante à espera de as recomendar aos filhos quando eles crescerem, antes merecem ser redescobertas pelos adultos, mesmo pelos que as leram na adolescência e agora lhes encontrarão por certo novos sentidos."

Por José Manuel Fernandes 
Fonte: Badana do livro

Alguns dos livros da colecção: 

A volta ao mundo em 80 dias
Da autoria de Jules Verne
As aventuras de Robinson Crusoe
Da autoria de Daniel Defoe
A Ilha do Tesouro
Da autoria Robert L. Stevenson
Moby Dick
Da autoria Herman Melville
O feiticeiro de Oz
Da autoria de Frank Baum
O Conde de Monte Cristo
Da autoria de Alexandre Dumas

"De pirata, de ladrões, de fantasmas, de vilões, de policias, de detectives, de marinheiros, de monstros, de papões, de famílias, de crianças, de adultos - de que falam os clássicos?"
Raquel Ribeiro, pg. 21


Livros que nos transportam para o plano da aventura da fantasia, da descoberta e da ficção, apelando à imaginação de cada leitor para criar as imagens, as personagens e os cenários.

Fonte: www.publico.pt

Para descobrires requisita os títulos desta colecção 
na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil. 
Boas férias e Boas leituras!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

"Moby Dick, um clássico de Herman Melville"

E porque hoje se comemora o 161º aniversário do Moby Dick,
aqui deixamos a sugestão de leitura para ler e reler! 
  

 

“Durante anos, o Capitão Ahab tem perseguido a grande baleia branca que lhe arrancou a perna. Está completamente obcecado em apanhar a gigante Moby Dick e, finalmente, obter a sua vigança. Ahab reúne uma tripulação, composta por estranhas figuras, para uma ultima viagem no Pequod, um baleeiro do séc. XIX, e navegam em direcção aos oceanos mais revoltos, numa perseguição frenética e cheia de drama. Repleta de pormenores fascinantes acerca das baleias e da vida nos mares, e guiada pela loucura de um homem, está é uma história de aventuras extremamente emocionante.
Mas, porque é contada por um rapaz, chamado Ishmael, flutuando à deriva no mar em cima de um caixão?”

Fonte: Contracapa do livro
Editado pelo Público Comunicações Social, imp. 2004
Herman Melville

O autor, “Herman Melville nasceu em Nova Iorque, em 1819, e aí estudou até à idade de 13 anos, quando foi forçado a abandonar a escola, depois do negócio do pai falir. Embarcou num navio, em direcção a Liverpool, iniciando depois uma série de expedições de pesca à baleia nos mares do Sul. A sua experiência na pesca à baleia serviu-lhe de inspiração para os seus primeiros livros Taipi (1846) e Omo (1847) e, depois Moby Dick (1851). Apesar de ter lutado durante alguns anos, Melville não conseguia viver unicamente daquilo que escrevia. Por isso, aceitou um emprego enquanto funcionário público no sistema de imigração de Nova Iorque de 1866 Até 1885.

Melville continuou a escrever, mas desse trabalho muito pouco foi publicado e raros foram aqueles que reconheceram o génio, pelo menos até à sua morte, em 1891, quando o manuscrito ainda por publicar, Billy Budd, foi descoberto. A sua publicação, em 1924, deu origem a um interesse renovado por todas as suas obras e Moby Dick foi tardiamente aclamado como tendo sido, provavelmente, o maior épico da literatura norte-americana.”
 
Fonte: Contracapa do livro
Editado pelo Público Comunicações Social, imp. 2004
  
 Um clássico de Herman Melville
Livro disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil