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quarta-feira, 15 de julho de 2015

A Plantinha dos meus Pais de Manuela Ribeiro

A Plantinha dos meus Pais
Texto de Manuela Ribeiro e ilustrações de Nídia Nair
Editado pela Textiverso em 2015

“Com um texto pedagógico de Manuela Ribeiro, ilustrado de forma magistral por Nídia Nair, este é um livro dirigido a crianças e educadores. Um livro para falar das famílias e de alguns problemas que elas enfrentam na actualidade, muito especialmente a infertilidade e o desejo de adopção. 
A ”plantinha” é aqui a metáfora da criança desejada. E quando, finalmente, a possibilidade de adoptar surge, a família exulta e exclama com um sorriso de felicidade: 
«– É esta! É esta a nossa plantinha!» 
Consta que, levando-a para casa, a nova família passou a cuidar dela com tanto amor como se tivesse nascido de uma das sementes que deitou à terra.”
Fonte: www.textiverso.com

Começa assim:

"A mãe e o pai
queriam muito ter
uma plantinha em casa.
Muito, muito, muito!
Queriam deitar a semente à terra,
vê-la germinar e crescer e cuidar dela para sempre.

Então arranjaram um vaso, encheram-no de terra
e colocaram nela uma semente.

A semente não germinou
                  e a mãe e o pai ficaram muito tristes.

Voltaram a deitar outra semente à terra.
(...)"
Fonte: interior do livro
Um livro delicioso para ler em família...

Obra disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

terça-feira, 12 de maio de 2015

Pequerruchos de Mar Pavón

“A Mamã Pimpona quer alimentar os seus famintos pimponzinhos, mas por nada deste mundo recorreria àqueles saborosos…”

“Pequerruchos”
Texto de Mar Pavón com ilustrações de João Vaz de Carvalho
Editado pela OQO em 2010.
Começa assim:

"Naquela manhã
a mamã Pimpona não encontrava nada
para dar de comer aos seus quatro pimponzinhos.

Escavou nas dunas
mas a areia queixou-se:

- Vai procurar noutro lado, Pimpona!
Aqui só há tesouros de piratas,
pegadas de pés vagabundos
e pequerruchos.

A mamã Pimpona obedeceu:
os tesouros de piratas seriam indigestos,
as pegadas não dariam para nada
e os pequerruchos... isso é que não!

Por nada deste mundo
daria pequerruchos
aos seus pimponzinhos!

A mamã Pimpona foi à praia e mergulhou no mar,
mas a água queixou-se:

- Vai procurar noutro lado, Pimpona!
Aqui só há garrafas com mensagens,
esteiras de sereias
e pequerruchos.


A mamã Pimpona obedeceu:
as garrafas com mensagens não se podiam engolir,,
as esteiras de sereias saberiam a pouco
e os pequerruchos... isso é que não!

Por nada deste mundo
daria pequerruchos
aos seus pimponzinhos!"

(...)

Ilustrações de João Vaz de Carvalho


“Nesta divertida e original história sobre o absurdo de certas proibições,  Mar Pavón dá vida a uma galeria de personagens surrealistas que nos cativam desde o primeiro momento, enquanto que o ilustrador português João Vaz de Carvalho sai airoso do repto de tornar visíveis uns curiosos protagonistas assumindo essa perspectiva fantasiosa que envolve uma proposta que, sobretudo, convida a sorrir.
O artista português desdobra uma generosa paleta cromática de cores quentes, na qual brancos e vermelhos marcam a pauta de umas ilustrações de clara orientação narrativa, que complementam a proposta literária mantendo um delicado equilíbrio estrutural na carga informativa fornecida em cada uma das páginas duplas em que se desenrola a história.
A tipografia é chave para pôr em destaque alguns momentos narrativos que sustentam a história, ao mesmo tempo que permite uma confortável leitura; o seu papel neste álbum é importante, sobretudo na parte final do livro, onde a peripécia se resolve com a contribuição do narrador, que propõe uma solução para o problema colocado e encerra uma obra cheia de humor do princípio ao fim.”

Fonte: OQO Editora

Ilustração da contracapa do livro

 Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 2º Ano de escolaridade
Leitura autónoma e/ou Leitura com apoio do professor ou dos pais.

Obra disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Coração de mãe de Isabel Minhós Martins

Coração de mãe de Isabel Minhós Martins
com ilustrações de Bernardo Carvalho.
Editado pelo Planeta Tangerina em 2009

“Os cardiologistas e outros cientistas fizeram por estes dias uma descoberta que veio espantar o mundo. Ao observarem, ao detalhe, um coração de mãe descobriram que este órgão não é apenas um músculo que bate sem parar... mas sim um lugar mágico onde acontecem as mais extraordinárias das coisas.
Mas como?
Os cientistas descobriram que o coração de mãe está ligado a cada coração de filho por um fio fininho, quase invisível. E é por causa desse fio que tudo o que acontece aos filhos, faz acontecer alguma coisa no coração de mãe. Querem ver?
Fonte: Planeta Tangerina


“Quando os filhos dão gargalhadas,
o coração de mãe até canta.
Quando um filho está triste,
o coração de mãe parte-se em mil bocadinhos.
Quando um filho fica doente,
o coração de mãe fica às pintinhas (e muito mais pequenino…).
Mas o coração de mãe volta a crescer
quando um filho se sente finalmente melhor!”



(...)

Fonte: Interior do livro

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 1º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma e/ou leitura com apoio do professor ou dos pais.


Livro disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

quarta-feira, 21 de maio de 2014

O Meu Papá é Grande, é Forte, Mas... de Coralie Saudo

"O meu Papá é grande, é forte, mas...
Escrito por Coralie Saudo e ilustrado por Kris Di Giocomo.
Editado pela Dinalivro em 2012.
“Todas as noites é sempre a mesma coisa. Este papá de gravata e com um ar exausto não quer ir para a cama e faz uma grande birra antes de se ir deitar. Por fim, depois de muitas negociações e de voltas e mais voltas pela casa toda, lá se consegue levá-lo. Mas ainda é preciso ler-lhe um livrinho antes da fatídica pergunta do costume: «Alexandre, meu filho, posso dormir na tua cama?»


Nesta história contada ao contrário, a inversão dos papéis diz-nos que um pai pode ser realmente grande e forte - como se constata no exercício de puro deleite em que consiste a visualização das ilustrações -, mas nem por isso deixa de precisar de colo ou de ter medo do escuro. O lado mais frágil da idade adulta consumada na paternidade alcança neste livro a doce melancolia de um tom sépia, que nos diz metaforicamente aquilo que poucas vezes deixamos transparecer.”
Fonte: Wook
 
Contracapa do livro

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para a Educação Pré-Escolar, destinado a leitura com apoio do educador/pais.

Obra disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Família, um poema da Professora Graça Moniz


A Professora Graça Moniz escreveu ontem um poema alusivo ao Dia Internacional da Família. Agradecemos a partilha, as palavras e o significado profundo que nos transmitem. Para ler e reler!


Família

Grande pilar da vida
Pilar de sustentabilidade
Pilar do amor e da saudade
Pilar que tudo suporta
Mesmo inveja, maldade ou ingratidão
Pilar que nos fortalece o coração.
Família, sou eu, és tu, somos nós
Os pais, os irmãos, os tios,
os filhos, os primos e os avós.
Família é um elo, uma forte ligação
Tem raízes ramificadas
por todo o nosso coração.
Que bom é TER e SER família!
Ser família de verdade
Onde a mentira desapareça
e impere a verdade.
Ter família é o mais rico dos tesouros
Que alguém pode ter!
Amo a minha família e com ela quero viver!

Arganil, 15 de Maio de 2013
Graça Moniz

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A minha Mãe é a Melhor do Mundo

Texto de Maria João Carvalho com ilustrações de Helena Nogueira
editado pela Oficina do Livro em 2009 (2ª edição)

"Cansado da mãe que tem, que muitas vezes não o deixa fazer o que quer, o Gil decide ir à Loja de Mães 
à procura de uma que lhe torne a vida mais fácil. Mas nenhuma
lhe agrada. De regresso a casa, o Gil não encontra a mãe, que,
entretanto, também saiu em busca de outro filho.
Como acabará esta história? Um conto divertido e sério
ao mesmo tempo, que fará as crianças rir e pensar."

                                                                                                                                Fonte: contracapa do livro

Começa assim:

(...)


"Bateu à porta, não apareceu ninguém. Bateu outras vez com mais força e a porta abriu-se sozinha, de repente, com um estrondo.  (...) O Gil, que já sabia ler se as letras não fossem muitas, percebeu que estava numa sala redonda e que ali dizia "Loja de Mães". À volta da sala, dentro de molduras de todas as cores do arco-íris estavam muitos desenhos diferentes (...). Cada desenho era uma mãe.



"O Gil começou por escolher a mãe que deixava comer todas as guloseimas do mundo, e comeu tantas gomas, tantos chocolates, tantos chupas e tantos gelados que ficou tão doente, tão doente que jurou nunca mais comer guloseimas na vida". 
(...) Depois resolveu voltar à sala redonda e escolher a mãe que nunca obrigava a tomar remédios.
(...) A seguir, o Gil resolveu escolher a mãe que nuca apagava a televisão.
(...) E o Gil lá voltou à escola e parou de ver televisão durante todo o dia e toda a noite.
(...) O Gil ficou farto de andar há já muitos dias a experimentar mães diferentes. Mas nunca lhe agradava.
(...) E voltou a correr para casa.
(...) - Onde está a mãe, Puma?
O Puma não respondeu, ou porque não sabia, ou porque sabia mas não quis responder. Não foi preciso muito tempo até o Gil ir ao frigorífico buscar o seu iogurte de morango e descobrir um recado escrito pela mãe.
Onde estás, Gil? Como não apareceste, fui à Loja de Mães ver se encontro outro filho.

Fonte: interior do livro


E para saberes como termina esta história requisita o livro na biblioteca!
Boas leituras!