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terça-feira, 29 de julho de 2025

"Uma aventura no bosque", um livro de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

 

"Uma aventura no bosque"
Texto de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e ilustrações de Arlindo Fagundes
Editado por Caminho em 1985

Começa assim:

"O João esticava-se nos bicos de pés, para procurar o seu nome na pauta, mas não conseguia por causa dos encontrões que os colegas lhe davam, ansiosos por verem as notas.
- Tive 4 a Ciências!
- Só tive um 2!
A berraria no pátio era imensa. À frente de cada vitrina, os alunos acotovelavam-se, aos magotes."

Fonte: interior do livro

Coleção: Uma Aventura - volume 5

"Acampar na serra de Sintra, que maravilha! Palácios antigos, um pequeno convento abandonado cheio de segredos; um castelo do tempo dos Mouros, com muralhas e torreões altíssimos, uma vista magnífica, e o mar lá no fundo. 
O João estava morto por estrear a tenda e não foi preciso grande esforço para convencer os outros a acompanhá-lo. Mas mais uma vez os acontecimentos se precipitam: gritaria na noite, um cheiro terrível a madeiras queimadas, fuligem em brasa esvoaçando em volta da tenda. 
Seria apenas uma queimada ou estaria a serra a arder? Correriam perigo? Sem perder tempo, embrenharam-se em mais uma alucinante aventura!"
Fonte: Wook

Para aceder ao catálogo em linha

Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas Leituras!

quinta-feira, 28 de setembro de 2023

"Uma aventura musical", um livro de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

 

"Uma aventura musical"
Texto de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Ilustrações de Arlindo Fagundes
Editado por Caminho em 1995

Começa assim:

" -Nós logo à noite não podemos sair com vocês - disse a Luísa cheia de pena.
- Oh! Porque? - disse o Lourenço.
- Porque temos de acompanhar a nossa tia a um concerto.
-Mas isso é uma maçada, não é?
- É - confessou- Mas como estamos instalados em casa dela, é impossível inventar uma desculpa...
As irmãs estavam em Évora a passar um fim de semana prolongado, em casa de uma tia que conheciam mal, apesar de ser irmã da mãe delas. Mas era uma irmã muito mais nova, que raramente a visitava, pois tinha uma vida atarefadíssima e fartava-se de viajar por todo o país e até pelo estrangeiro, sempre a organizar festivais de música. 

Fonte: interior do livro


Ilustrações de Arlindo Fagundes


Um fabricante de violinos chamado Stradivari morreu há duzentos anos deixando um mistério no ar que ainda não foi desvendado: como conseguia ele que os seus violinos tivessem um som tão especial?
Seria a madeira? Seriam as cordas? Seria o verniz? Ou seria algum truque de magia? Ninguém sabe. Mas os violinos que ficaram prontos valem hoje mais que jóias, mais do que carros e até mais do que casas. O desaparecimento de um violino «Stradivarius» é motivo de alarme e justifica a mais complicada das investigações.

Fonte: Wook
Ilustrações de Arlindo Fagundes


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Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

"Quero ser actor", um livro de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

 

"Quero ser ator"
Texto de Ana Maria Magalhães, Isabel Alçada e ilustrações de Mónica Lameiro
Editado por Caminho em 2005

Começa assim:

" - Então o ensaio? Correu bem?
- Não, porque ninguém sabia o papel de cor.
O "Bolhas" ficou possesso e ameaçou desistir de montar a peça. 
- Por isso vamos pedir à miss Leitão que adie o teste de Inglês - informou o Manel.- Antes da aula 
começar, falamos com ela.
Conversavam no corredor em frente à porta da sala que, pintada de fresco, ainda cheirava a tinta. Já tinha tocado mas alguns alunos arrastavam os pés a fim de prolongarem um pouco mais o intervalo grande.
Uma gargalhada afirmativa cortou o ruído de fundo e várias cabeças se voltaram para ver quem ria assim, mas com tantos grupos em circulação o mistério não se esclareceu."

Fonte: interior do livro

Ilustrações de Mónica Lameiro


Quem sonha ser actor também sonha com palmas, sucesso, êxito, desafios permanentes, vida trepidante. Mas as oportunidades não caem pela chaminé. 
É preciso vocação, talento, trabalho e coragem. E é preciso procurar o caminho certo para um dia subir ao palco ou enfrentar as câmaras. 
Foi isso que fizeram o Manel, a Raquel, a Cristina quando se inscreveram no grupo de teatro da escola dirigido pelo professor a quem todos chamam em segredo «Bolhas». 
O ambiente despoletou rivalidades e paixões cruzadas, extremadas numa visita ao Teatro Aberto que lhes reservava várias surpresas.
Fonte: Wook

Ilustrações de Mónica Lameiro

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura, para o 6º ano de escolaridade.

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sábado, 18 de julho de 2020

"O Lobo Prateado", um livro de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

"O Lobo Prateado"
Texto de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e ilustrações de Ana Afonso
Editado por Caminho em 2010 

Começa assim:

"SIRKO E O LOBO PRATEADO

Sirko era um cão de guarda muito amigo dos donos guardava-lhes a casa, seguia-os nos passeios  que davam pelos campos, participava nas caçadas, fazia-lhes boa companhia. Os donos gostavam dele, mas não lhe atribuíam grande valor. Quando Sirko ficou velho decidiram abandoná-lo e puseram-no fora de casa.
Sirko ficou tristíssimo e afastou-se dizendo a si próprio:
- Afinal servi os meus donos o melhor possível e agora que estou velho e fraco mandam-me embora sem me darem sequer um osso para eu comer pelo caminho."

Fonte: interior do livro
Ilustrações de Ana Afonso

As lendas e histórias tradicionais apresentam personagens e ambientes próprios da zona do mundo onde surgiram. Nas histórias europeias não há zebras, pelo mesmo motivo que o lobo não tem lugar nas histórias africanas. Se uma lenda pertence aos povos do deserto, não inclui paisagens geladas. Quem ler histórias inventadas há séculos, e que foram passando de boca em boca, de pais para filhos, de avós para netos, descobre rapidamente que, por trás de personagens e lugares diferentes, se encontram mensagens comuns. A razão é simples. A humanidade é só uma e os seres humanos, quer vivam no campo ou na cidade, na montanha ou na planície, numa região desértica ou na selva, têm preocupações, sonhos, desejos e alegrias muito semelhantes. Neste livro há várias histórias que formam pares.
Descobrir estas e outras semelhanças ajuda a compreender que as histórias tradicionais envolvem mensagens universais. E a leitura pode servir de inspiração, despertar o desejo de escrever.

Fonte: Wook

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segunda-feira, 22 de junho de 2020

"Uma aventura no Palácio das Janelas Verdes", um livro de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Uma aventura no Palácio das Janelas Verdes
Texto de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e ilustração de Arlindo Fagundes
Editado pela Caminho em 2018

"Chegou à escola uma nova colega, a Flora, que convida o grupo a representar para um concurso a peça de teatro O Cavaleiro sem Cabeça, peça ligada a uma terrível maldição. 

Quando estavam nos ensaios em casa do tio de Flora, o Emanuel, que além de coleccionador de arte era também inventor, e descobriu um spray que fazia derreter as coisas. Acontece que contratou um grupo de malfeitores para, no Palácio das Janelas Verdes, utilizar o seu spray e destruir alguns quadros para que os seus passassem a valer mais. O grupo de malfeitores decidiu trair o tio Emanuel e ameaçar o diretor do Museu de que ou lhes entregavam uma avultada quantia ou destruiriam as obras de arte lá expostas.

Mas, no meio de uma grande confusão, os nossos heróis vão resolver a situação.
No fim até vão brilhar na representação de O Cavaleiro sem Cabeça, sem que lhes surja qualquer maldição."


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Joga e ganha prémios!

Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
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sexta-feira, 19 de junho de 2020

“Juntos de Férias”: novos desafios


Este Projeto que a DGLAB promove em parceria com o PNL2027 tem como objetivo 
promover hábitos de leitura juntos dos alunos durante as férias escolares. 

A edição de férias de verão começa hoje e já estão disponíveis novos desafios!

Esta fase inclui os seguintes livros: 

No labirinto do minotauro
Texto de Ana Soares e Bárbara Wong
Editado pela Alfaguara em 2018


Marinheiro em terra firme
Texto de Laia de Ahumada e ilustração de Gemma Capdevila
Editado pela Akiara books em 2019


A árvore dos desejos
Texto de William Faulkner e ilustração de Don Bolognese
Editado pelo Ponto de Fuga em 2017


O país das laranjas
Texto de Rosário Alçada Araújo e ilustração de Patrícia Furtado
Editado pela Asa em 2019

Uma aventura no Palácio das Janelas Verdes
Texto de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e Ilustração de Arlindo Fagundes
Editado pela Caminho em 2018


George e o código secreto do universo
Texto de Lucy Hawking e Stephen Hawking.
Editado pela Presença em 2017

Depois de conheceres as obras descarrega a APP na Playstore!


Joga e ganha prémios!


Obras disponíveis na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

quarta-feira, 8 de abril de 2020

"As rainhas magas", um livro de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada - Livro digital

"As rainhas magas"
Texto de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Ilustrações de Carlos Marques
Começa assim:

"1º Ato

Uma sala do palácio do rei Gaspar. Em cima de uma mesa há livros, rolos de papel, penas de pato e um castiçal com velas. No cenário vê-se uma janela aberta e atrás o céu escuro. Um tubo composto, que é um telescópio, está apontado para uma janela.

Entra ou reza Gaspar vestido, manto e coroa."
Fonte: Livro digital 


Documento disponível no portal do Plano Nacional de Leitura (www.planonacionaldeleitura.gov.pt/biblioteca/)

Para ler, basta clicares na seguinte hiperligação:

Boas Leituras!

"O Tio Desafio", um livro de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada - Livro digital

"O Tio Desafio"
Texto de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e ilustrações de Carla Nazaré
Editado em 2015

Os sobrinhos tratam o tio António por Tio Desafio porque ele anda sempre em viagem e, quando regressa, propões desafios surpreendentes em que todos participam com o maior entusiasmo. Desta vez, vindo do Deserto do Saara, onde não se pode desperdiçar nem uma gota de água, sugere que se debrucem sobre as sobras do lanche para identificarem tudo o que vai para o lixo e fazerem uma lista, não só dos alimentos, mas de todo o tipo de trabalho que foi necessário para que aqueles produtos fizessem parte da refeição. E promete dar um prémio a quem apresentar a lista mais completa.
Curiosamente, quase esqueceram o prémio à medida que foram fazendo as descobertas mais inesperadas.
Fonte: Contracapa do livro

Documento disponível no portal do Plano Nacional de Leitura (www.planonacionaldeleitura.gov.pt/biblioteca/)

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sexta-feira, 3 de abril de 2020

"A Magia do pequeno almoço", um livro de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada - Livro digital


"A Magia do pequeno almoço"
Texto de Ana Maria Magalhães e ilustrações de Ana Gini
Editado por Centro de Investigação para Tecnologias Interactivas em 2017

Sabias que o pequeno- almoço é uma refeição muito importante para o teu dia? Nesta pequena história os alimentos também falam... e exigem fazer parte da refeição, explicando porquê! 
Fonte: Contracapa do livro

Para ler, basta clicares na seguinte hiperligação:
http://catalogorbca.cm-arganil.pt/Pacwebv3/SearchResultDetail.aspx?mfn=169363&DDB=

Boas Leituras!

quarta-feira, 1 de abril de 2020

"O príncipe preguiçoso", um livro de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada - Livro digital

O príncipe preguiçoso
Texto de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Ilustrações de Ana Gini
Editado por Centro de Investigação para Tecnologias Interactivas em 2017

"O que fazer quando um príncipe é tão mas tão preguiçoso que não lhe apetece fazer nada?? Os reis tiveram uma ideia original para tornar o seu filho mais animado e bem disposto... e para isso, contaram com uma ajuda muito especial!

Fonte:http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/alimentacao/livro/principepreguicoso#page/1

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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

“Uma aventura na escola”, um livro de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.

"Uma aventura na escola"
Texto de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Editado pela Caminho em 1984

«— Quem? Mas quem? 
— É inacreditável! 
— Inconcebível! Sou professora há vinte anos e nunca vi nada parecido! 
— Palavra de honra, que não posso imaginar qual foi a ideia! 
— Uma coisa assim! 
— Quem é que pode ter feito uma coisa destas? Mas quem? 
Naquela manhã, parecia que um vento de loucura tinha varrido a escola. Os professores discutiam acaloradamente ao cimo da escada e em grupos, espalhados ao acaso. Os empregados andavam de um lado para o outro, a gesticular, a bramar, a barafustar. Pareciam furiosos e assustados também... Os alunos corriam todos na mesma direcção, chamando os colegas: 
— Anda ver! 
— Que barraca! 
— Quem terá sido? 
A balbúrdia era enorme! As gémeas pararam surpreendidas. Que seria aquilo? Já tinha tocado, mas ninguém parecia importar-se, o que lhes dava muito jeito, porque, nessa manhã, o despertador não tinha funcionado e elas vinham com medo de já ter falta. Mas, o que quer que estivesse a provocar aquelas reacções, devia ser bem grave! 
— O que é que terá acontecido, ó Luísa? 
— Sei lá! Coisa boa é que não foi... 
Tentaram perguntar a um colega, mas ele limitou-se a dizer: 
— Venham daí, venham... 
As gémeas encolheram os ombros e seguiram-no, escada abaixo, curiosas. 
— Parece que... 
A Teresa parou, estupefacta. Não era para admirar que a escola estivesse naquele desvario! 
A toda a volta de um dos pavilhões, alguém tinha escavado um fosso! Tinham mesmo furado o cimento que havia na frente e num dos lados, e, com ferramentas poderosas, tinham aberto uma espécie de vala durante a noite! 
— Isto é espantoso! — murmurou a Luísa, mal acreditando no que via. 
— Para quê? Mas para quê? — repetia uma professora ali ao lado. 
Realmente, não se entendia a finalidade daquela obra absurda. A escola em peso concentrava-se ali, sem saber o que pensar. Toda a gente discutia o assunto, toda a gente dava palpites, trazendo para a conversa ideias perfeitamente loucas! E os mais novos, divertiam-se, radiantes, a saltarem sobre o fosso, ora tomando balanço para atingir a porta do pavilhão ora saltitando a pés juntos, de dentro para fora e de fora para dentro. Como tinha chovido de madrugada, no fundo do fosso havia uma altura de água que tornava os saltos ainda mais excitantes. Quem caísse lá dentro, caía à água! Talvez por isso, um dos rapazes lembrou-se dos castelos rodeados de água por todos os lados, com uma ponte levadiça na porta principal... E, sem dizer nada a ninguém, correu em busca de uma tábua grossa e larga que pudesse servir de ponte! Como ali perto havia um prédio em obras, não lhe foi difícil encontrar o que queria. E, exultante com o seu achado, estendeu a tábua sobre o fosso, e gritou, correndo-lhe por cima: 
— Ao ataque! Ao ataque! Vou conquistar este castelo! 
O desafio não ficou sem resposta. Em poucos instantes, tinham-se formado vários grupos, uns da parte de dentro, a defender, outros da parte de fora, a atacar, agitando paus, usando mochilas a fazer de escudos, tudo na maior algazarra. 
— Morte ao inimigo! 
— Ah, cães! Ah, cães! 
— O castelo é nosso! É nosso! A Teresa e a Luísa observavam aquilo tudo, deliciadas! Estava uma manhã linda, de Outono. Um ventinho fresco dispersara um pouco as nuvens, que se amontoavam no céu, tomando formas esquisitas e várias tonalidades, desde o branco muito branco até ao quase cinzento. O céu via-se às tiras, de um azul luminoso e brilhante. E o Sol derramava raios dourados sobre aquela cena louca, que os miúdos animavam com os seus gritos, simulando guerras. 
E a certeza de que a primeira aula já lá ía, pois faltavam poucos minutos para tocar, ajudava a tornar aquela manhã de escola numa manhã inesquecível. — Que paródia, Luísa! — Mas quem é que terá feito uma coisa destas? 
— Parece que isso é o que está toda a gente a perguntar!»

In Uma Aventura na Escola, pp. 24-25

Livro Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para 5º Ano de Escolaridade 

Ilustrações de Arlindo Fagundes

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

sábado, 9 de julho de 2016

O verão: sugestões de leitura


“O Verão" de Leonor Duarte
com ilustrações de Carme Solé.
Editado pela Caminho em 1997.
Começa assim:

"No Verão o Sol aquece muito.
O campo enche-se de cores.
No Verão as frutas amadurecem.
É tempo de férias.
(…)



O trigo fica amarelo.
Os dias são muito grandes. Quando o Sol se põe, o céu fica vermelho.
No Verão vamos à praia.
(...)"



"Um dos objectivos da educação infantil é que a criança adquira a noção de tempo. Como a vivência e o conhecimento do tempo provêm da repetição periódica de acções e situações, os livros da biblioteca Infantil - magnificamente ilustrados - apresentam uma série de actividades didácticas centradas nas estações do ano, que ajudarão a criança a adquirir e reforçar os conceitos temporais e a relacioná-los com as actividades que se realizam nesses períodos de tempo."

Fonte: contracapa do livro 

“Uma aventura nas férias grandes”
de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.
Editado pela Caminho em 1992.

“Alugar casa para férias é sempre divertido. O pior é quando nas imediações atua um perigoso gang que não olha a meios para atingir os seus fins. Teria sido prudente não se meterem em alhadas. Mas depois de conhecerem Carolina mais a sua cadela Terceira e de detetarem sinais e incidentes de crime na vizinhança, não podiam deitar-se à sombra da bananeira! Nunca pensaram foi que um cata-vento no telhado pudesse ter tanta importância para o desenrolar da aventura!”
Fonte: www.uma-aventura.pt

Livros disponíveis na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Uma aventura na noite das Bruxas

Uma Aventura na Noite das Bruxas
Autoras: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Ilustrações de Arlindo Fagundes
Editorial Caminho, 2000

“Esta aventura começa no Café Mistério, espaço estranhíssimo situado na rua principal da pequena aldeia onde as gémeas, o Pedro, o Chico e o João, mais os seus famosos cães Faial e Caracol, julgavam que iam passar um fim-de-semana pacato. Mas afinal depararam-se imediatamente com uma série de enigmas encadeados. Ao tentar decifrar um, surgia logo outro! A certeza de que naquela aldeia havia segredos ocultos reforçou-se mal transpuseram os muros da velha casa da coruja. Marcas intrigantes, sinos repicando a meio da noite sem ninguém lhes tocar, figuras na parede que pareciam conter mensagens em código... Só mesmo um grupo com muita imaginação se arriscaria a fazer certas experiências, pois ninguém sabia ao certo aonde poderiam ir parar!”



«De facto os altares estavam vazios. Não havia santos, nem cruzes, nem livros de missa, mas Lucy garantiu-lhes de novo que a mãe há muito retirara dali tudo o que pudesse ter valor.
— Nesse caso por que diabo insiste em voltar cá, até numa noite de tempestade?
— A única hipótese é andar à procura de qualquer coisa muito concreta que ele sabe estar aqui ou julga estar aqui.
— Até pode ser o livro dos bruxedos.
— Pois pode...
— Irrita-me que nos ande a fintar com esta limpeza — disse o Chico, remexendo-se sobre a perna que servira de "instrumento arrombador". — Ainda por cima fiquei dorido à conta dele.
Olhando para trás, apercebeu-se de que os cães farejavam insistentemente a escada de caracol.
— Querem ver que o gajo deixou marcas?
De círios em punho, foram examinar os degraus. Nas cabeças dos pregos mais salientes encontraram fiapos de tecido branco. Pedro usou os dedos como pinça e repuxou dois.
— Já sei por que é que ele gritou e depois gemeu. Estatelou-se pela escada abaixo.
— Como é que descobriste?
— Porque há vestígios de sangue nestes pedaços de tecido.
— Olha lá — disse a Teresa com ar de grande descoberta. — Não será a filha do dono do café?
— Hã?
 — A pegada de lama, os gemidos, a tosse, o vulto branco, tanto podem ser de homem como de mulher. — Tens razão — concordou logo a irmã. — Ela andava vestida de branco.
— E falou em sinos.
— O que é que ela dizia?
— Já não me lembro.
— Eu tenho uma ideia. Falou de corujas brancas, de badaladas...
— É verdade, vamos ver se o sino é de prata!
— Se calhar é isso mesmo que ela quer roubar e não consegue!
— Venham daí, tragam um círio.
— Dois. Tragam dois.
Subiram ao campanário numa procissão ansiosa mas logo esmoreceram, porque o sino não deixava lugar a dúvidas: era de bronze.
— Ainda não foi desta que esclarecemos o mistério — lamentou o Chico. E sem que ele próprio soubesse porquê, esticou a cabeça pela abertura do campanário e repetiu a palavra mágica em altos berros:
— Saxurb sadetion.
Fosse por acaso ou fosse por bruxedo, a verdade é que a tempestade engrossou. Poucos segundos depois as nuvens cuspiam raios e trovões em simultâneo e com tal fragor que parecia o fim do mundo. Uma faísca caiu mesmo ao lado da capela e eles fugiram a sete pés para dentro de casa.
No atabalhoamento da fuga, não perceberam qual deles ralhou em voz rouca:
— Pára de armar em feiticeiro! Ou então diz essa maldita fórmula ao contrário...»

Fonte: Uma Aventura na Noite das Bruxas, pp. 96-97

Se quiseres podes ver o filme baseado no livro:
(disponível no youtube) 

Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Uma aventura nas férias de Natal de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Uma aventura nas férias de Natal de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Um livro editado pela Caminho em 1995.

“A quinta onde o grupo passa férias de Natal fica no alto da Serra, num sítio muito isolado mas cheio de encantos e famoso devido às lendas relacionadas com tesouros escondidos. Logo no primeiro dia, quando saltam animadamente em cima de colchões velhos que alguém guardou no celeiro, encontram um papel com sinais esquisitos. Pensando tratar-se de um mapa de tesouro resolveram seguir as pistas. Isso obriga-os a decifrar outros enigmas, a fazer perigosas escaladas e a vasculhar nas ruínas de uma aldeia abandonada. E a enfrentar chuva, vento, caminhos de lama, trovoadas súbitas, uma misteriosa cobra em pedra. Mas pior que tudo é a quadrilha que os persegue, disposta a cometer qualquer crime para lhes roubar o mapa do tesouro.”

Ilustrações de Arlindo Fagundes

As autoras:
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Ana Maria Magalhães
nasceu em Lisboa a 14 de abril de 1946. Iniciou a atividade docente como professora de História de Portugal em 1969, em Moçambique. 
Estreou-se como escritora de livros infanto-juvenis em 1982.

“Ana Maria Magalhães nasceu em Lisboa a 14 de Abril de 1946, no seio de uma enorme família onde as crianças ocupavam o primeiro lugar. A casa albergava pais, avós, uma tia viúva notável contadora de histórias. Ali eram recebidos também com frequência os muitos tios e primos, que se instalavam para passar temporadas quando vinham do Porto, da Régua, de Moncorvo, trazendo consigo outras posturas, outras histórias, uma linguagem diferente com outras expressões, outras sonoridades. A infância e juventude decorreram portanto num ambiente alegre, caloroso, rico de experiências humanas. (…). Licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. (…) Iniciou a actividade docente como professora de História de Portugal do 2º ciclo no ano lectivo de 1969/1970, no Liceu António Enes, em Lourenço Marques, Moçambique. O contacto próximo com crianças africanas, indianas, chinesas e portuguesas foi tão motivante que, de regresso a Lisboa, decidiu enveredar definitivamente pela carreira docente. (…). Em 1994 aceitou o convite da Expo 98 para dirigir o Jornal do Gil. Em 1997 foi destacada para o gabinete do Ministro da Educação a fim de estabelecer a ligação pedagógica entre o Pavilhão de Portugal da Expo 98 e as escolas. Em 1998 foi convidada pela Editorial do Ministério da Educação para coordenar uma revista multicultural destinada aos países africanos de língua oficial portuguesa. A revista "Tu Cá Tu Lá" foi patrocinada pelo Instituto Camões e pelo Instituto de Cooperação Portuguesa.” 


I
sabel Alçada nasceu em Lisboa a 29 de maio de 1950. Em 1976 optou por seguir carreira como professora de Português e História. Estreou-se como escritora de livros infanto-juvenis em 1982.

“Isabel Alçada nasceu em Lisboa a 29 de Maio de 1950, filha mais velha de uma família maioritariamente feminina. A casa estava sempre cheia de tias e primas de todas as idades, gente muito alegre e comunicativa. As crianças ocupavam o primeiro lugar, mas todas se submetiam à autoridade paterna, uma autoridade firme, positiva, criativa. Era o pai quem convidava os amigos, organizava passeios, jogos, piqueniques, viagens. Era também o grande contador de histórias, um permanente estímulo intelectual para as três filhas. A infância e juventude decorreram portanto num ambiente caloroso e feliz (…). 
Licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ainda estudante, casou, teve uma filha (…).Em Setembro de 1976 iniciou a actividade docente como professora de Português e História do 2º ciclo (…).. 
(…)No ano lectivo 1995/1996 foi nomeada pelo ministro da Educação coordenadora do grupo de trabalho encarregado de conceber a rede de bibliotecas escolares, e no ano lectivo de 1996/1997 foi nomeada para coordenar a equipa encarregada de estudar a problemática do livro escolar (…). 
A par desta intensa actividade no domínio da educação, estreou-se como escritora de livros infanto-juvenis em parceria com Ana Maria Magalhães em 1982. Os seus livros, que marcaram uma viragem na história da literatura infantil portuguesa, reflectem a longa e rica experiência educativa, são eco de uma infância e juventude particularmente felizes e traduzem o seu enorme talento para comunicar com os mais novos.”

Se quiseres saber mais acerca da vida e obra destas escritoras
visita o site “Uma aventura”.

Alguma da bibliografia/ coleções disponíveis na rede de bibliotecas do concelho de Arganil

A coleção “Uma Aventura” é ilustrada por Arlindo Fagundes e editada pela Caminho. 
Destinada a um público juvenil, é constituída já por 53 aventuras vividas nos mais diversos recantos de Portugal e do mundo.




Os livros da coleção "Viagem no Tempo” representam uma abordagem leve, lúdica mas rigorosa da História. Os leitores revelam o grande entusiasmo com que se deixaram levar para outras épocas, o quanto gostaram de conviver com personagens históricas, a solidez e a persistência dos conhecimentos adquiridos.




A coleção “Ler dá Prazer” são um conjunto de livros que pretendem despertar o gosto pela leitura e o amor aos livros entre quem ainda não sabe ler ou está a aprender.




“Os textos da coleção “História de Portugal” seguem, cronologicamente e com rigor, a História de Portugal, e conta, além disso, para cada uma das épocas da nossa História, com a parceria de prestigiados historiadores, como Jose Mattoso, Luís de Albuquerque, Maria Augusta Lima Cruz, Pedro Cardim, António Reis e Paulo Jorge Fernandes.”



Boas leituras!