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sábado, 16 de dezembro de 2017

"O Galo que nunca mais cantou e outras histórias" de Ana Saldanha

"O Galo que nunca mais cantou e outras histórias"
Texto de Ana Saldanha e ilustrações de Pedro Brito
Editado pela Caminho em 2012

"Era uma vez uma aranha com ambições imperialistas. 
Era uma vez um coelho atrevido que andava sempre a sair da cartola, mesmo quando não devia. 
Era uma vez um galo que nunca mais cantou e outro que não era de Barcelos. 
Era uma vez uma carochinha que encontrou dez réis a varrer a cozinha, arranjou marido e juntos alugaram um T2. 
Era uma vez uma ovelha negra, negra, negra.
Era uma vez... outra vez."

Fonte: contracapa do livro


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 5º ano de escolaridade.

Obra disponível na Rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

"Mais ou menos meio metro..." de Ana Saldanha

Mais ou menos meio metro... 
Texto de Ana Saldanha e ilustrações de Gémeo Luís
Editado pela Caminho em 2009


Em forma de adivinha, texto e ilustrações combinam-se para criar uma original
história de… natividade.


"Mais ou menos meio metro
É quanto mede por fim.
Por pouco tempo, é certo..
Diz-me lá então a mim
Qual é a coisa, qual é ela?".

Fonte: interior do livro


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 5º e 6º ano de escolaridade.

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

sexta-feira, 11 de março de 2016

"O Papão no Desvão" de Ana Saldanha

"O Papão no Desvão"
Texto de Ana Saldanha e ilustrações de Yara Kono
Um livro editado pela Caminho em 2010.

“A Sofia não gosta nada de subir a escada e ir para a cama. Pudera! No desvão habita um papão de quem ela tem muito medo - mas, uma noite, a Sofia decide enfrentá-lo!

Para ler antes de ir para a cama e perder todos os medos!”
Fonte: FNAC


Prémio Nacional Ilustração, 2010

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura 
para o 1º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.


A autora e ilustradora:

Se quiseres ler o livro visita a seguinte página:




Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Ninguém dá prendas ao Pai Natal

Um livro de Ana Saldanha com ilustrações de Joana Quental.
Editado pela Campo das Letras em 1996.

     “Por momentos, o Pai Natal só conseguia ver papéis de embrulho amarfanhados e laços coloridos que muitos pés, grandes e pequenos, de botifarras, sapatos de tacão, de atacadores e de pala, de pantufas e mesmo descalços, ou apenas com meias, calcavam sem reparar.
     Estava na sua casa do Pólo Norte e seguia pela televisão a cerimónia do desembrulhar das prendas em todas as casas do mundo.
     -Que pena que isto me dá!- desabafou, enquanto uma lagriminha, pequena como uma pérola de fantasia, lhe deslizava pela face vermelhusca e se lhe ia dependurar da barba comprida.
     Com a mão espalmada, esmagada a lágrima importuna e disse:
     -Ai que infeliz que eu sou! Ninguém dá prendas ao Pai Natal!”
Fonte: Interior do livro




Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sugestões de Leitura para este Natal!


 
Ana Saldanha
O Pai Natal Preguiçoso e a Rena Rodolfa é o título de um livro escrito por Ana Saldanha com ilustrações de Alain Corbel, editado pela Caminho em 2004. Pode ler-se na contracapa:

"É Dezembro. Na Lapónia, andam todos muito atarefados. O carteiro entrega as cartas, a secretária do Pai Natal, a rena Rodolfa, lê-as e procura as prendas pedidas nas prateleiras, as outras renas preparam-se para a grande corrida de Dezembro. Só o Pai Natal parece não ter pressas. Mas, quando estão já de partida, descobre-se que o provérbio de que o Pai Natal tanto gosta - "Devagar, que tenho pressa" -  está mesmo certo. Do que é que a Rena Rodolfa se foi esquecer?! "

Começa assim:

“Faltam vinte e quatro dias para o Natal.
O carteiro desce do seu trenó com tracção a quatro renas e arrasta pela neve um saco cheio de cartas até à porta do número 25, na Alameda das Prendinhas.
- Ora bem – resmunga o carteiro - , o melhor é tocar à campainha. Estas cartas todas não cabem na caixa do correio. Ufa! Durante o mês de Novembro andei numa roda-viva a entregar catálogos e promoções especiais. E agora são estas montanhas de cartas com as encomendas. Um destes dias recuso-me a trazer correspondência ao Pai Natal.
Olha para a placa dourada na porta, à direita da campainha: Pai Natal e C. ia Ilimitada. Presentes de Natal. Aceitam-se Encomendas. Entrega ao domicílio”.

  
Obra disponível na Biblioteca Municipal Miguel Torga e na Biblioteca escolar da EB1 de Arganil

José Jorge Letria

Bom Natal, Pai Natal!

Este livro foi escrito por José Jorge Letria e ilustrado por António Modesto, editado pela Edinter em 1996.
O autor nasceu em Cascais, a 8 de Junho de 1951. José Jorge Letria é jornalista, poeta, dramaturgo, ficcionista e autor de uma vasta obra para crianças e jovens. Jornalista desde 1970, começou por colaborar em suplementos juvenis no Diário de Lisboa e foi também redactor, editor de jornais e chefe de redacção.
Como escritor salienta-se na poesia, no conto, no teatro e, fundamentalmente, na literatura para a infância e juventude. Para além destas funções, político dedicado à cultura, professor e dirigente associativo, é conhecido como compositor e intérprete de canções que proclamavam os valores da liberdade e da democracia, música de intervenção na década de 70.
Foi autor de programas de rádio e de televisão, destacando-se na participação durante vários anos, na equipa da “Rua Sésamo” em Portugal. É actualmente presidente da Assembleia-geral da Sociedade Portuguesa de Autores. Em 1992, recebeu a medalha da International des Arts et des Lettres, de Paris, juntamente com os escritores Natália Correia e David Mourão Ferreira. Em 1992 foi condecorado pelo Presidente da República com a Ordem da Liberdade.


      "Não é nada fácil a vida de um Pai Natal…” Este livro conta-nos a história de um carteiro que se tornou Pai Natal. Toda a gente conhecia esse homem e esse homem conhecia toda a gente. Na altura chamava-se Thor e vai-nos explicar como é que se chega a Pai Natal.
   Certo dia, Thor adoeceu e com menos vontade de distribuir correspondência de rua em rua, de casa em casa, pensava que a sua vida chegava ao fim. Até que apareceu, junto à cabeceira, uma rapariga de vestido branco e olhos verdes que parecia ter luz própria, como uma estrela ou uma fogueira nocturna. O que ela lá fazia?


Começa assim:
Ilustrações de António Modesto
"Não é nada fácil a vida de um Pai Natal. Se não acreditam, prestem atenção àquilo que vos vou contar. As peripécias são muitas e os azares ainda mais. É por isso que as minhas barbas estão cada vez mais brancas. Brancas da neve, que, em flocos, nelas vai pousando, mas também das preocupações que não me dão sossego.

Querem saber como é que se chega a Pai Natal? Então eu vou explicar-vos. Pode ser-se Pai Natal de muitas maneiras. Eu, por exemplo, não escolhi esta profissão. Foi ela que me escolheu, sim porque os ofícios também podem escolher as pessoas e não o contrário".


Obra disponível na Biblioteca Municipal Miguel Torga e na Biblioteca escolar da EB 2, 3 de Coja
  

Hoje é Natal!Um livro escrito por José Vaz e ilustrado por João Caetano, Editado pela Gailivro em 2001.

 “Na noite da consoada, o Mário tem a presença do avô Fernando, que lhe trouxe uma vela que contém o espírito do Natal. Ao jantar, acendem-na e a magia da chama vai permitir recordar as pessoas queridas e espalhar sentimentos de amizade e partilha. O relato de um Natal que o avô vivera em criança e em que a ceia tinha sido dividida com uma família muito pobre faz com que o Mário, ao olhar a chama, sinta o espírito do Natal de que falavam”. Rui Marques Veloso (Casa da Leitura).

Começa assim:
    "O avô Fernando chegou de longe com uma mala muito pesada. Ajudei-o a levá-la para o meu quarto e não o larguei mais, enquanto não a abriu.
    - O que traria ele dentro daquela mala tão grande? prendas de Natal? Surpresas? Brinquedos? Livros? - perguntava a mim próprio.
Mortinho de curiosidade, andei à sua volta como uma mosca, a zumbir perguntas.
    - Ó avô, o que é que trazes?
    - Tem calma, tem paciência que logo te mostro! - aconselhou, ainda com a voz ofegante por ter carregado comigo aquela mala.
    - Anda lá, diz-me só a mim que eu não digo a mais ninguém!
    - As prendas e as surpresas só se mostram logo, depois da ceia. Não sejas chato!
    - Diz-me, que eu prometo guardar segredo! - insisti."  

Obra disponível na Biblioteca Municipal Miguel Torga, Biblioteca Alberto Martins de Carvalho
e na Biblioteca escolar da EB1 de Arganil


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