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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Bruxinha Luna e a Palavra Mágica

Bruxinha Luna e a Palavra Mágica
Uma história de Alice Cardoso e ilustrada por Luís Valente.
Editado pela Nova Gaia em 2006.

"A Luna é uma menina muito especial. Na escola de magia ela aprende coisas inacreditáveis. Com a sua varinha mágica e com a ajuda de alguns objectos irrequietos, a Luna vai embarcar em brincadeiras deveras originais. Junta-te a Luna, mergulha no seu universo fantástico e aprende a primeira grande lição da escola de magia!"
Fonte: FNAC

Começa assim:

"A Luna não era uma menina qualquer.
Cedo aprendeu que se caísse e fizesse um arranhão bastava passar com a mão e... já está.
Conseguia rodopiar e voar... não muito alto... mas dava para sentir o coração a bater e o corpo a tremer.
Fazia corridas com o vento e saltava por entre os pingos da chuva...

Os pais da Luna levaram-na para a escola.
Mas não era uma escola qualquer... era uma escola de magia...


Aí, os números juntavam-se sozinhos para formar as contas e dar os resultados.
As crianças pensavam nas figuras e nas cores e os desenhos apareciam no papel.
As tesouras cortavam sozinhas e os pincéis pintavam sem parar... Era só imaginar.


As frases falavam umas com as outras e as letras uniam-se para formar palavras muito importantes: as palavras mágicas que permitiam  a cada pequeno feiticeiro fazer magia com a sua varinha.

(...) Por fim, as letras fixaram-se no quadro e formaram a palavra mágica: "XACARAMIAU"
(...)"

Ilustrações de Luís Valente
Fonte: interior do livro

Se quiseres conhecer as aventuras da Bruxinha Luna
requisita o livro na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil.

Boas leituras!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Uma aventura na noite das Bruxas

Uma Aventura na Noite das Bruxas
Autoras: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Ilustrações de Arlindo Fagundes
Editorial Caminho, 2000

“Esta aventura começa no Café Mistério, espaço estranhíssimo situado na rua principal da pequena aldeia onde as gémeas, o Pedro, o Chico e o João, mais os seus famosos cães Faial e Caracol, julgavam que iam passar um fim-de-semana pacato. Mas afinal depararam-se imediatamente com uma série de enigmas encadeados. Ao tentar decifrar um, surgia logo outro! A certeza de que naquela aldeia havia segredos ocultos reforçou-se mal transpuseram os muros da velha casa da coruja. Marcas intrigantes, sinos repicando a meio da noite sem ninguém lhes tocar, figuras na parede que pareciam conter mensagens em código... Só mesmo um grupo com muita imaginação se arriscaria a fazer certas experiências, pois ninguém sabia ao certo aonde poderiam ir parar!”



«De facto os altares estavam vazios. Não havia santos, nem cruzes, nem livros de missa, mas Lucy garantiu-lhes de novo que a mãe há muito retirara dali tudo o que pudesse ter valor.
— Nesse caso por que diabo insiste em voltar cá, até numa noite de tempestade?
— A única hipótese é andar à procura de qualquer coisa muito concreta que ele sabe estar aqui ou julga estar aqui.
— Até pode ser o livro dos bruxedos.
— Pois pode...
— Irrita-me que nos ande a fintar com esta limpeza — disse o Chico, remexendo-se sobre a perna que servira de "instrumento arrombador". — Ainda por cima fiquei dorido à conta dele.
Olhando para trás, apercebeu-se de que os cães farejavam insistentemente a escada de caracol.
— Querem ver que o gajo deixou marcas?
De círios em punho, foram examinar os degraus. Nas cabeças dos pregos mais salientes encontraram fiapos de tecido branco. Pedro usou os dedos como pinça e repuxou dois.
— Já sei por que é que ele gritou e depois gemeu. Estatelou-se pela escada abaixo.
— Como é que descobriste?
— Porque há vestígios de sangue nestes pedaços de tecido.
— Olha lá — disse a Teresa com ar de grande descoberta. — Não será a filha do dono do café?
— Hã?
 — A pegada de lama, os gemidos, a tosse, o vulto branco, tanto podem ser de homem como de mulher. — Tens razão — concordou logo a irmã. — Ela andava vestida de branco.
— E falou em sinos.
— O que é que ela dizia?
— Já não me lembro.
— Eu tenho uma ideia. Falou de corujas brancas, de badaladas...
— É verdade, vamos ver se o sino é de prata!
— Se calhar é isso mesmo que ela quer roubar e não consegue!
— Venham daí, tragam um círio.
— Dois. Tragam dois.
Subiram ao campanário numa procissão ansiosa mas logo esmoreceram, porque o sino não deixava lugar a dúvidas: era de bronze.
— Ainda não foi desta que esclarecemos o mistério — lamentou o Chico. E sem que ele próprio soubesse porquê, esticou a cabeça pela abertura do campanário e repetiu a palavra mágica em altos berros:
— Saxurb sadetion.
Fosse por acaso ou fosse por bruxedo, a verdade é que a tempestade engrossou. Poucos segundos depois as nuvens cuspiam raios e trovões em simultâneo e com tal fragor que parecia o fim do mundo. Uma faísca caiu mesmo ao lado da capela e eles fugiram a sete pés para dentro de casa.
No atabalhoamento da fuga, não perceberam qual deles ralhou em voz rouca:
— Pára de armar em feiticeiro! Ou então diz essa maldita fórmula ao contrário...»

Fonte: Uma Aventura na Noite das Bruxas, pp. 96-97

Se quiseres podes ver o filme baseado no livro:
(disponível no youtube) 

Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Quem tem medo da bruxa?

"Quem tem medo da bruxa?"
Autores: Fanny Joly e Jean-Noel Rochut
Editado pela ASA em 1991
Começa assim:

"Um belo dia, andavas tu a explorar à volta da tua casa a ver se não andariam inimigos por ali.



Quando, de repente, eis que o teu ouvido é atraído por barulhos estranhos.
Mas o que é que se passa?
És puxado pelos cabelos e cais num grande buraco.





Ui! Que cheiro a medicamento, a bicharada e a podre!
Quem te dera fugir dali. Mas como?
Ouves a chiadeira duma roldana. 
É a bruxa que desce o saco de rede até te pousar no chão.

- Bem vindo à tua casa nova - diz a horrível velha.
- Chamo-me Diaboliqueta, e sou eu quem manda aqui!
(...)

Fonte: interior do livro

Se quiseres saber o que aconteceu requisita o livro que se encontra
disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil.

Boas leituras!!!

terça-feira, 5 de novembro de 2013

A Bruxa Esbrenhuxa de Margarida Castel-Branco

Texto de Margarida Castel-Branco e ilustrações de Carla Antunes.
Um livro editado pela Verbo em 2004.

“Numa ida ao cabeleireiro com o seu gato Fagotes, a Bruxa Esbrenhuxa fica a saber que o Rei vai organizar um baile em honra do príncipe Lindo, que tem andado muito triste. As duas princesas mais velhas também vão arranjar o cabelo e logo armam grande discussão, pois querem ambas casar-se com o príncipe... Só falta aparecer a princesa mais nova. Irá a Bruxa Esbrenhuxa ajudar alguma das princesas com a sua magia?

Fonte: Wook

Começa assim:

"Como aquela manhã estava mais fresca, a Bruxa acabou por aceder aos pedidos do seu gato e levá-lo ao cabeleireiro. O Fagotes andava há que tempos desejoso de fazer uma permanente à cauda e ela própria achava-se com as ondas do cabelo muito desfeitas. (...)"


  "Como a Bruxa conhecia quase toda a gente, entrou por ali dentro muito sorridente, a cumprimentar para a esquerda, para a direita, para a frente e para trás.
    Meteu conversa com o Rei, que estava a fazer permanente às barbas, e soube que as duas princesas mais velhas também iam nessa manhã ao Senhor Ezequiel.
      A Bruxa não teve outro remédio senão esperar que o Rei acabasse.


- Afinal o que vem a ser isto? Há mouro na costa?
- Saiba a Doutora Bruxa, que veio no jornal que o Príncipe mais formoso deste mundo, anda melancólico e desinteressado de tudo o que o rodeia. 
(...) - Então, o nosso Rei, pai das princesas, resolveu dar uma baile esta noite em honra do Príncipe, e é por isso que tem havido todo este reboliço (...)


Quando tudo ficou pronto, voltaram para casa e a Bruxa nunca mais pensou no baile do Rei, mas ao lusco-fusco, viu aparecer a Princesa mais velha toda esbrenhaxa."

A Princesa mais velha mandou fazer sete vestidos, mas não gostava de nenhum.
Pediu à Bruxa que lhe arranjasse um novo, mais bonito que os outros...

E a história continua com mais pedidos que a Bruxa se encarregou de os satisfazer...

"Pouco depois apareceu a filha mais nova do Rei, que era diferentes das irmãs como o dia da noite. O que as outras eram de feias, era ela de bonita, o que as outras eram de más, era ela de boa, o que as outras eram de parvas, era ela de esperta. (...)"

A Bruxa deu-lhe alguns conselhos que a Princesa resolveu seguir...

Os convidados começaram a chegar ao palácio do Rei e a Princesa mais nova ainda trabalhava no seu vestido, enquanto as irmãs mais velhas esperavam o Príncipe à porta, todas aperaltadas.

O que será que o Príncipe e a Princesa mais nova estariam a fazer?

Para descobrires esta grande aventura requisita o livro que se encontra disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil.

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 2º Ano de escolaridade.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

E se eu fosse… uma bruxa!

Textos e ilustrações de Mercè Arànega,
editado pela Porto Editora em 2000.

"Há muitos, muitos anos atrás, havia uma menina que gostava muito de bruxas e queria ser como elas, mas tinha medo de voar montada numa vassoura. Estava assustada e cheia de dúvidas. Ela não sabia o que fazer: se devia tentar ser uma bruxa ou arranjar outro emprego. Então, decidiu informar-se com algumas bruxas, uma vez que elas tinham imensa experiência profissional, pois já tinha cerca de 1543 anos de vida. Agarrou num bloco e num lápis e fez uma lista de tudo o que precisava de saber para ser uma boa bruxa, e…
…Aqui está o resultado da investigação.
Fonte: interior do livro


Ilustrações do interior do livro



Um livro fantástico que ajuda a compreender a forma como as bruxas vivem, qual o seu trabalho, como se vestem, qual o desporto que praticam, qual a sua comida favorita e como se divertem! 

Descobre mais pormenores acerca das bruxas e não te esqueças que se gostares de ter um disfarce de bruxa para hoje à noite podes começar por usar: Um vestido cheio de remendos, um chapéu em forma de cone,
uma pintura acinzentada na cara, uma vassoura velha…


Livro disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil