quinta-feira, 8 de maio de 2014

Isabel Fernandes Pinto na Biblioteca Municipal

Hoje recebemos a visita da escritora Isabel Fernandes Pinto. Atriz, contadora de histórias e autora de contos e textos para teatro encantou o público presente.
          A história “A ovelha que fazia múuu” foi contada pela autora com a participação dos meninos e meninas que encheram a hora do conto da Sala Infantil da Biblioteca Municipal.

A ovelha que fazia múuu de Isabel Fernandes Pinto
com ilustrações de Luciana Bicalho. Editado pela Porto Editora em 2013.

“Esta ovelha apareceu na aldeia de Campo Benfeito, distrito de Viseu. Começou a rondar a imaginação da sua inventora quando ela percebeu que, de um outeiro da serra do Montemuro, o céu era diferente todas as manhãs e que, ao fim da tarde, no regresso dos trabalhos e dos pastos, as ovelhas baliam de formas distintas. Pensou então que o som homogéneo de um balido igual não existe, senão numa leitura distante das coisas reais. Foi então que a ovelha que fazia múuu lhe apareceu e veio mostrar que ser diferente não é um problema. É apenas ser o que se é. “
Fonte: contracapa do livro



Uma história deliciosa que conquistou miúdos e graúdos que viveram as emoções de um rebanho e de uma ovelha que fazia múuu em vez de méeee. Preocupada com esta situação a pastora e o seu companheiro decidiram levá-la ao veterinário. Estava tudo normal… o veterinário concluiu “Esta ovelha é uma ovelha que pensa que é uma vaca”! O que acontece a seguir pode ser descoberto numa biblioteca perto de ti…
Para recordar:





No final do encontro todos compraram um livro
que foi carinhosamente autografado pela escritora.

"Mãe" um poema da Professora Graça Moniz

Mãe
És um ser maravilhoso
Que queríamos nunca perder!
Mãe
És um dos seres mais belos
Que no mundo pode haver.
Pois, como tu, Mãe
Só mesmo teu filho pode ser!
Mãe
És o conforto na dor
O amparo na solidão
És o mais puro amor
Que trespassa o coração.
Mãe
Aqui ou lá no Além
És sempre só tu
Mãe

Graça Moniz

Dia da Mãe/ Maio 2014

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Comemorações do Dia Mundial do Livro

   E porque se comemorou o Dia Mundial do Livro a conversa e o debate sobre a importância do livro e da leitura começou bem cedo no dia 23 do mês passado.
   Na Biblioteca Escolar as crianças do pré-escolar deram a sua opinião acerca da leitura: ler é importante para todos nós! A história da Matilde – Brinca com as letras abordou o significado da escrita: brinca-se com as letras da sopa, lêem-se fotografias, imagens e tudo o que nos rodeia. Lê-se os recados para os pais e as histórias para adormecer…


   À tarde, na Biblioteca Municipal a conversa sobre livros e leituras fez-se num ambiente informal com os jovens que frequentam a sala infantil e juvenil. Leram-se livros, revistas, partilharam-se ideias e opiniões.
   De forma generalizada, os jovens asseguram que ler um livro impresso é mais divertido! Não descurando o computador, os tablets e os ebooks que permitem a leitura de mais obras e textos porque é mais rápido aceder a eles. “Se estamos em casa descarregamos logo para o nosso tablet ou leitor de ebook e por vezes existem livros novos que a Biblioteca pode não ter ”. 
   Contudo, alguém comentou no desenrolar da conversa, que às vezes a leitura é aborrecida. Várias opiniões ressaltaram no momento e a que sobressaiu afirmou um dos direitos inalienáveis do leitor (Daniel Pennac) “O direito de não ler”. Como referiram, se o livro não nos agrada por razões diversas pode ser substituído por outro. E a biblioteca tem um papel fundamental porque apresenta livros de todos os géneros, gostos e interesses e que podem ser requisitados.


    Iniciámos a sessão com a leitura do livro “Isto é um livro” de Lane Smith. O autor escreve sobre livro e o computador: as diferenças e semelhanças, vantagens e desvantagens. 
Leituras e conversas que demonstram que a leitura é fundamental para o desenvolvimento e enriquecimento da personalidade, alimento da imaginação e da criatividade, essencial para viver na sociedade atual.




Ler e partilhar!

Boas leituras!!!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

25 de abril para os mais novos: exposição

   O 25 de abril está a chegar e para que os mais novos possam compreender melhor o que se passou naquela altura está patente na Sala Infantil e Juvenil uma exposição que reúne documentação sobre o tema. Livros que recordam o dia e explicam a nossa história, as músicas que se ouviram no momento, imagens e fotografias que retratam o acontecimento...

Para visitar, ler, ouvir e requisitar!

Autores como José Jorge Letria, Manuel António Pina, Luísa Ducla soares,
Alice Vieira (entre tantos outros) apresentam livros relacionados com o tema.

Histórias, personalidades, momentos, poemas, a música e os acontecimentos passo a passo
que retratam a Revolução dos Cravos.


Agradecemos à Associação de Combatentes do Concelho de Arganil pela gentileza e disponibilidade em facultar objetos originais que se usaram durante a revolução.

Um poema de José Jorge Letria:

In "O livro dos dias" 
Editado pela Ambar em 2009 (5ª edição).

Livros disponíveis na rede de bibliotecas do concelho de Arganil

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Hoje é o Dia Mundial do Livro!


In "O livro dos dias" de José Jorge Letria
com ilustrações de Simona Traina.
Editado pela Ambar em 2009 (5ª edição).

Visita a biblioteca, lê e requisita livros para leres em casa com a tua família. 
Partilha leituras, conversa sobre livros e autores. 
Viaja nos acontecimentos, vive novas aventuras e conhece novas personagens... 
Lê, porque ler é um prazer!


Livro disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Espreita a Matemática: sugestão de leitura

Espreita a Matemática de Alex Frith e Minna Lacey com ilustrações de Colin King.
Editado pela Porto Editora em 2008.

"O que é a matemática?
A matemática é uma forma de descobrir coisas sobre o mundo. Com a matemática podes fazer contagens, medições e resolver todo o tipo de problemas.
As diferentes áreas da matemática ajudam-te a pensar sobre algumas coisas simples. (...) também te pode ajudar a pensar em coisas mais complicadas.

Há muitas formas diferentes de mostrar os números.
Em chinês, há 9 símbolos numéricos diferentes.
Durante milhares de anos, as pessoas usaram conjuntos de cinco traços para contar coisas.
Os antigos Romanos só usavam 7 símbolos numéricos diferentes.

Brincar com os números
A matemática pode parecer confusa pela multiplicidade de palavras e símbolos que utiliza. Por vezes, o mais difícil num problema matemático é descobrir o que significa a pergunta...


A raiz quadrada de um numero é "o número que multiplicado por si próprio é igual ao primeiro". Se souberes a área de um quadrado, a raiz quadrada diz-te o comprimento de cada lado.


Formas geométricas
Tudo o que vês é composto por diferentes formas geométricas. As formas geométricas são úteis para determinar o tamanho das coisas.


O capítulo da Matemática que estuda as formas chama-se geometria. Os primeiros matemáticos a estudá-la tentaram descobrir como medir a Terra (geo significa Terra, em grego).

Matemática do dia a dia
A Matemática não é apenas a resolução de problemas nos manuais. As pessoas usam a matemática das mais variadas formas.

Arriscar
A parte da matemática que se dedica ao cálculo da probabilidade chama-se "probabilidade".
Fonte: interior do livro
Levanta as abas deste fantástico livro
e descobre como a matemática
pode ser fascinante.

Livro disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Hans Christian Andersen: exposição

Até ao final do mês de abril está patente na Sala Infantil e Juvenil uma exposição que reúne livros e filmes com as histórias de Hans Christian Andersen. No dia 2 abril comemorou-se o Dia Internacional do Livro Infantil que assinala o nascimento deste grande escritor.

Requisita livros e delicia-te com as suas histórias de encantar...

Biografia de Hans Christian Andersen

“Nasceu em Odense (Dinamarca) a 2 de Abril de 1805. Hans Christian nasceu no seio de uma família pobre, filho de um sapateiro e de mãe lavadeira. Apesar das suas origens humildes, foram os pais, os primeiros, a incentivá-lo a escrever. Aprendeu desde muito cedo a ler e adorava ouvir as histórias que o seu pai lhe contava. Com regularidade ia ao teatro e com o pai construía pequenos teatros de marionetas.
Seu pai faleceu em 1816, tendo Hans Christian apenas 11 anos e foi obrigado a abandonar a escola. Mas já com esta idade, Hans Christian demonstrava aptidão para o teatro e a literatura, possuindo uma formação autodidacta, fruto de abundantes leituras e conhecimentos. Nesta altura, criou uma espécie de “teatro de brinquedos” onde apresentava peças clássicas chegando a memorizar várias peças de Shakespeare e encenava-as com os seus brinquedos.

Casa onde Hans Christian Andersen nasceu.

Devido à sua infância pobre, Hans Christian teve a possibilidade de conhecer os diferentes contrastes que o seu país atravessava, influenciando bastante as histórias infantis e adultas que escreveu durante toda a sua vida. Andersen salientou que a forma de vida em Odense tinha conservado antigos costumes populares e superstições desconhecidas em Odense e, portanto, disponíveis para ele como um estímulo à sua imaginação colorida.

Casa de Andersen, em Odense, agora Casa-Museu.

Aos 14 anos de idade, Hans Christian viajou para Copenhaga, capital da Dinamarca e conheceu o director do Teatro Real, Jonas Collin (pessoa que financiou os seus estudos desde então). Aqui trabalhou como actor e bailarino e escrevia peças de teatro. Em 1828 entrou na Universidade de Copenhaga e já publicava diversos livros: obras dramáticas, diários, apontamentos de viagens e alguns romances.
A sua obra célebre Contos foi traduzida por um número infinito de idiomas. Publica os primeiros em 1835-1837 e continua a escrever até 1875 somando um total de 156 contos de fadas.
No final de 1872, Hans Christian adoece e permaneceu com a sua saúde fragilizada até ao dia 4 de Agosto de 1875, quando faleceu em Copenhaga.

Estátua de Hans Christian Andersen em Central Park – Nova York. No Verão são contadas histórias junto a esta estátua.
Autor de vários contos infantis, poeta e escritor dinamarquês notabilizou-se pelos contos de fadas, pelos quais é internacionalmente conhecido. Autor de contos como O Patinho Feio, A Princesa e a ervilha, A roupa Nova do Rei entre tantos outros deliciam os mais novos e encantam os mais velhos.”

Fonte: excertos da Exposição "Hans Christian Andersen: o contador de histórias"
da autoria da Biblioteca Municipal de Arganil, 2008.

Escultura de bronze da “Pequena Sereia” em Copenhaga.

Sugestões de Leitura:

Uma verdadeira Princesa

“Era uma vez um príncipe que queria casar com uma princesa que teria de ser uma princesa verdadeira. Por isso, deu a volta ao mundo para encontrar uma (…) Regressou a casa muito triste e desanimado, pois o seu desejo de ter uma verdadeira Princesa não tinha sido satisfeito. (…) Bem no meio daquela tempestade ouviu-se bater à porta do castelo e o velho Rei foi abrir.
À porta encontrava-se uma Princesa. O cabelo e as roupas estavam ensopados de água. (…) No entanto, ela dizia ser uma verdadeira Princesa. (…)”Descobrimos já!” – pensou a velha Rainha.”


Ilustrações de Michael Fiodorov
In Os mais belos contos de Andersen – Uma verdadeira Princesa
Porto : Civilização, D.L. 1992.

A Menina dos fósforos

“Estava imenso frio, nevava e começava a escurecer. Era a última noite do ano, véspera de Ano Novo. Uma pobre menina de cabeça descoberta e pés descalços caminhava pelas ruas ao frio e às escuras (…) a menina caminhava agora sem nada nos pés que já estavam roxos de frio. Tinha alguns fósforos no bolso do avental e um molhinho na mão, mas ninguém lhe tinha comprado nenhuns durante o dia todo (…) Cheia de fome e gelada até aos ossos, a pobre menina continuou o seu caminho (…) Não se atrevia a voltar para casa porque não tinha vendido fósforos nenhuns, não tinha ganho nem um tostão e tinha medo que o pai lhe batesse (…)”

In Contos de Andersen – A Menina dos fósforos/Hans Christian Andersen.Lisboa : Edinter, D.L. 1994.

Ilustração de Lisbeth Zwerger

Estas e muitas outras histórias estão disponíveis na rede de bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!