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quinta-feira, 12 de junho de 2025

"Poemas para um dia feliz", breve antologia organizada, seleccionada e declamada por José Fanha

 

"Poemas para um dia feliz"
Breve antologia organizada, seleccionada e declamada por José Fanha e ilustrações de Pedro Pires
Editado por Gailivro em 2007


Começa assim:

"O sol fechou o dia
Sem mão nem chave;
A pouca luz que havia
Deu-a para uma ave.

Então a ave selou
Com seu sono seu ninho,
E a terra toda amou
Na casa do passarinho.

Um ovo é como uma chave
Mas só abre a vida às penas
Apetece ser ave,
Ter mágoas pequenas."

Fonte: interior do livro


Muita poesia e, sobretudo, muita da melhor poesia portuguesa é melancólica, reflexiva ou triste e veste-se frequentemente com a roupagem dos cânticos de ausências, de saudade ou de despedida. Pouco frequente será a poesia que celebra momentos de júbilo, de alegria e de felicidade. Haverá quem diga que quando se está feliz não se escreve, não se tem tempo para o desenho oficinal das palavras .Quando a felicidade nos ocupa por inteiro não precisaremos de palavras para viver em estado de pura poesia. Nesta antologia podemos encontrar casos extraordinários de poesia feliz. Ou melhor, de poesia escrita em estado de felicidade. A acompanhar o livro vai um CD áudio com a declamação dos pemas. Porque é certo que muita poesia se apreende melhor pela musicalidade da língua e foi encostados a uma voz que muitos de nós descobrimos a festa da poesia. Esperamos que, na sequência dos títulos já publicados "Poemas com Animais" e "Poemas da Natureza", estes "Poemas para um dia Feliz" constituam uma porta amável e convidativa para todos os que ensaiam a sua entrada no mundo maravilhoso da poesia em Língua Portuguesa.

Fonte: Wook


Para aceder ao catálogo em linha

Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas Leituras!

sexta-feira, 21 de março de 2025

Hoje assinala-se o Dia Mundial da Poesia: Luís de Camões

Poesia de Luís de Camões para Todos
Seleção e organização de José António Gomes com ilustrações de Ana Biscaia
Editado pela Porto Editora em 2009

Soneto

“Amor é um fogo que arde sem se ver;
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente;
é dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se e contente;
é um cuidar que ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor? “
Luís Vaz de Camões, in "Soneto", pág. 26



O livro Poesia de Luís de Camões para todos reúne um conjunto de “Poemas sobre o amor e a vida", alguns contando pequenas histórias, outros de um humor irresistível…
Que este seja, para muitas crianças e jovens, o seu primeiro livro de Luís de Camões, pois nele se reúnem poemas líricos de leitura mais acessível, a par de outros que, de tão conhecidos, ficaram guardados na memória de muitos portugueses desde a juventude.”

Fonte: contracapa do livro
 


O livro em destaque integra "A colecção Oficina dos Sonhos". "Clássicos" são livros para crianças e adolescentes. Obras que permitem aos mais jovens ler melhor, alimentar o seu imaginário e franquear as portas do sonho, sem deixarem de ter um pé assente na realidade. Livros que pais e educadores também quererão ler. Livros divertidos, livros com valores."
Fonte: www.portoeditora.pt


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 3º ciclo


Para aceder ao catálogo em linha

Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas Leituras!

terça-feira, 21 de março de 2023

Hoje assinala-se o Dia Mundial da Poesia


Aquela nuvem e outras: poemas
Texto de Eugénio de Andrade e ilustrações de Júlio Resende.
Editado pela Asa em 1989. 

Andorinha

Era uma andorinha branca
que me batia à janela
e contente anunciava
que chegara a primavera,
ou era eu que sonhava?

 

1,2,3

Um, dois, três,
lá vai outra vez
o gato maltês
a correr atrás
da franga pedrês,
talvez a mordesse
apenas no pé,
o sitio ao certo
não sei bem qual é
(quatro, cinco, seis),
ou só lhe arranhasse
a ponta da crista,
e talvez nem isso,
seria só susto,
ou nem sequer mesmo
foi susto nenhum;
sete, oito, nove,
para dez falta um.
Fonte: interior do livro


Para aceder ao Catálogo em linha

Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas Leituras!

terça-feira, 5 de maio de 2020

Hoje comemora-se o Dia Mundial da Língua Portuguesa

No ano passado, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) instituiu o dia 5 de maio como o Dia Mundial da Língua Portuguesa.  
Para celebrar o dia partilhamos o seguinte poema: 


LUÍS, O POETA.

SALVA A NADO O POEMA


Era uma vez
um português
de Portugal.
O nome Luís
Há de bastar
toda a nação
ouviu falar.
Estala a guerra
e Portugal
chama Luís
para embarcar.
Na guerra andou
a guerrear
e perde um olho
por Portugal.
Livre da morte
pôs-se a contar
o que sabia
de Portugal.
Dias e dias
grande pensar
juntou Luís
a recordar.
Ficou um livro
ao terminar
muito importante
para estudar.
Ia num barco
ia no mar
e a tormenta
vá d’estalar.
Mais do que a vida
há de guardar
o barco a pique
Luís a nadar.
Fora da água
um braço no ar
na mão o livro
Há de salvar.
Nada que nada
sempre a nadar
livro perdido
no alto mar.
— Mar ignorante
que queres roubar?
A minha vida
ou este cantar?
A vida é minha
ta posso dar
mas este livro
há de ficar.
Estas palavras
hão de durar
por minha vida
quero jurar.
Tira-me as forças
podes matar
a minha alma
sabe voar.
Sou português
de Portugal
depois de morto
não vou mudar.
Sou português
de Portugal
acaba a vida
e sigo igual.
Meu corpo é Terra
de Portugal
e morto é ilha
no alto mar.
Há portugueses
a navegar
por sobre as ondas
me hão de achar.
A vida morta
aqui a boiar
mas não o livro
se há de molhar.
Estas palavras
vão alegrar
a minha gente
de um só pensar.
À nossa terra
irão parar
lá toda a gente
há de gostar.
Só uma coisa
vão olvidar:
o seu autor
aqui a nadar.
É fado nosso
é nacional
não há portugueses
há Portugal.
Saudades tenho
mil e sem par
saudade é vida
sem se lograr.
A minha vida
vai acabar
mas estes versos
hão de gravar.
O livro é este
é este o canto
assim se pensa
em Portugal.
Depois de pronto
faltava dar
a minha vida
para o salvar.

Almada Negreiros

Fonte: In Poetas de hoje e de ontem: 
Do século XIII ao XXI para os mais novos


Poetas de hoje e de ontem: Do século XIII ao XXI para os mais novos
Selecção de Maria de Lourdes Varanda & Maria Manuela Santos.
Editado pela Chimpazé Intelectual em 2007 (3ª ed.)


Obra disponivel na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

sexta-feira, 24 de março de 2017

O Homem e as Palavras: A vida do poeta Eugénio de Andrade

"O Homem e as Palavras: A vida do poeta Eugénio de Andrade"
Texto de Conceição de Sousa Gomes e ilustrações de Chico
Editado pela Ambar em 2009


Eugénio de Andrade gostava de dizer que a poesia portuguesa é um dos melhores produtos de Portugal, capaz de obter muito sucesso na exportação, como provam, entre outros, Camões e Fernando Pessoa.
Mas o próprio Eugénio, que já foi traduzido com êxito para mais de 20 línguas, pode provar tal afirmação. Só que isso não resulta apenas do milagre da poesia, resulta também de muito trabalho e atenção. Menino nascido com algum desconforto, discreto funcionário público, homem desinteressado de riquezas e triunfos mundanos, Eugénio de Andrade empenhou-se desde a adolescência em responder da melhor maneira à sua vocação de poeta, reflectindo sempre sobre a natureza e a condição humana, e esmerando-se na arte da palavra, que às vezes o levou a gastar horas só com um verso. Por isso deixou-nos uma obra limpa como a de um autor clássico, que nos ensina a amar as plantas ou as flores e os animais, o sol e a água, e que, sem deixar de lembrar o lado sombrio da vida, contém vigorosos apelos à plena realização individual e ao prazer de viver e de criar.

Fonte: Arnaldo Saraiva
Contracapa do livro



Recriação da biografia do poeta Eugénio de Andrade, esta narrativa procura aproximar o autor de As mãos e os frutos  (1948) do público infantil, dando especial ênfase à sua infância e juventude vividas na Beira Interior. As paisagens naturais que o cercaram e o afecto da mãe marcaram de forma indelével a personalidade do homem e a escrita do poeta que, desde muito cedo, se apaixonou pelas palavras e pela poesia. Reconhecido pela crítica e pelo público, autor de dois livros destinados aos mais novos, Eugénio de Andrade constitui uma figura incontornável da literatura portuguesa do século XX. Com ilustrações de Chico, recriando ambientes e paisagens, acompanhando o percurso do poeta, o livro dá conta dos lugares marcantes do seu percurso, desde a terra natal até ao Porto, passando por Coimbra. Não são esquecidas alusões e citações de poemas do autor nem as referências à sua paixão por gatos, espécie que o ilustrador também recria.


Por Ana Margarida Ramos
in www.casadaleitura.org


Ilustrações de Chico

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quinta-feira, 2 de março de 2017

"Versos para os Pais lerem aos Filhos em Noites de Luar" de José Jorge Letria

"Versos para os pais lerem aos Filhos em noites de Luar"
Texto de José Jorge Letria e ilustrações de André Letria
Editado pela Ambar em 2005 (3ª ed.)
Um livro de versos carregados de ternura e imaginação que pretende fazer a ponte entre pais e filhos, entre avós e netos, num tempo cada vez mais vazio de sonho e de afecto. Um livro que os mais crescidos vão gostar de ler aos mais pequenos para que eles nunca esqueçam a paixão da leitura e o amor de quem lha transmitiu.
Um livro de todas as idades e para todas as idades que guarda em si, intacto, o tesouro da infância. Versos onde se cruza a lembrança de passado com o sabor do futuro.
Um livro em que a poesia é vivida como um acto de amor entre quem lê e quem ouve. Para ler e recordar sempre.

Fonte: contracapa do livro


Começa assim:

Com versos da cor da lua
és tão grande e pequenino
como esta página branca
em que leio o teu destino.
Dorme agora sossegado
como as nuvens à noitinha
que eu fico aqui a teu lado
com a tua mão na minha.


Com versos da cor da luz
é que eu embalo o teu sono
nessa cadência suave
das cantigas no Outono.
E vêm bruxas e fadas,
duendes e feiticeiras
com mantos feitos de bruma
para saltar as fogueiras.

(…)


Com versos feitos de sonho
é que eu te faço sonhar
que és golfinho e rouxinol
ou peixe de prata a brilhar.
E cada linha que tu lês
é perfeita como o traço
de um pintor que te envolve
com as cores de um abraço.

Cada palavra que leres
há-de alargar o teu mundo
acrescentando sentido
ao que sabes lá no fundo,
e aquilo que tu nomeias
passa a ter nome e lugar,
tesouro de sons soletrado
quando te pões a falar.

(…)

Cada palavra que aprendes
tem o gosto da aventura
e a magia secreta
que há no acto da leitura.
Cada palavra que escreves
é um fruto já maduro
que cai da árvore dos sons
e tem sabor de futuro.
(…)

Cada palavra aprendida
sabe a estrelas e a ilhas
e vai pela mão de Alice
ao País das Maravilhas.
Cada palavra já lida
ao mapa há-de acrescentar
mais uma rota esquecida
que os livros hão-de lembrar.

(…)

Cada palavra que nasce
mesmo no centro da fala
é como um tesouro oculto
no recanto de uma sala,
e pode ser um unicórnio,
dragão ou mesmo arlequim,
transformando-se em pomba
quando a história chegar ao fim.

(...)"
Fonte: interior do livro 

Ilustrações de André Letria
Nesta colectânea, a poesia e a ilustração servem como pretexto para celebrar uma intimidade ou uma familiaridade protegida pela noite, a caminho do sono e do sonho, um espaço partilhado por pais e filhos – como o título, aliás, anuncia. Mas estes versos, evidenciando marcas típicas das canções de berço ou de embalar, como a brevidade, as repetições, o ritmo cadenciado ou o tom apelativo, entre outras, não representam simplesmente uma forma de adormecer os mais novos. Na verdade, servem ainda, em perfeita harmonia com expressivos e extensos elementos pictóricos, como um passaporte para a interminável viagem do despertar para os encantos das palavras e da leitura e da escrita.


Fonte: Por Sara Reis da Silva in www.casadaleitura.org


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 1º ano de escolaridade. 

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Ou isto ou aquilo, um livro de Cecília Meireles

"Ou isto ou aquilo"
Texto de Cecília Meireles e ilustrações de Beatriz Berman
Editado pela Editora Nova Fronteira em 1990

"Publicado pela primeira vez em 1964, ´Ou isto ou aquilo´, de Cecília Meireles, é um livro que imprimiu sua marca na memória afetiva de gerações de leitores e ocupa posto de destaque na literatura infantil brasileira. Cantigas de ninar, cantigas de roda e trava línguas são formas de expressão muito próximas do mundo da criança. Em Ou isto ou aquilo, Cecília Meireles utiliza de forma inigualável estes e outros recursos. A autora joga com as palavras, criando um universo encantador, e, de maneira leve, coloca a criança diante dos caminhos a seguir. A autora resgata o universo infantil, permeado por perguntas imprevisíveis, monólogos, situações surpreendentes, comparações incomuns, em que a fantasia e a imaginação estão sempre presentes. Nos deparamos com a borboleta no jardim, a bela bola que rola, a casa da avó, a água da chuva e a lua, que aparece depois da chuva, além de outras cenas e sensações. Sensações estas que parecem sempre ter existido, mas que somente a sensibilidade de Cecília Meireles tem o dom de revelar."

Fonte: Wook







Fonte: interior do livro


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 2º ano de escolaridade.

Obra disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil.
Boas Leituras!

quarta-feira, 8 de junho de 2016

O tigre na rua e outros poemas

"O tigre na rua e outros poemas"
Vários autores com ilustrações de Serge Bloch
Seleção de poemas por Miguel Gouveia
Editado pela Bruaá em 2012

“Este livro é como uma travessa cheia de casas habitadas por poetas e escritores de diferentes nacionalidades e épocas. Eles surgem à janela de cada página, aclaram a voz (alguns soltam um rugido…) e apresentam-se em pequenos versos repletos de humor e de jogos com as palavras. Enquanto eles (e tu) se entretêm com o bailado dos sons e das letras num mundo vestido pelo Serge Bloch com as cores preta, branca, cinzenta e vermelha, é, subitamente, avistado um tigre na rua – como terá ele aparecido ali?”

Fonte: Catalivros

Interior do livro

“Da mesma forma que pensamos e nos admiramos como pode um tigre, sem mais nem menos, aparecer na rua, tal como no poema de Daniil Harms, também com igual surpresa reagimos ao facto da poesia andar tão arredada do dia-a-dia de tanta gente. 
Rendidos aos lugares comuns, impávidos e serenos face à uniformização cultural, adormecidos por discursos palavrosos, assistimos ao delapidar do carácter luminoso e dissonante da palavra. Razões mais que suficientes para que todos os momentos sejam poucos para celebrar a poesia e nela encontrarmos o contraponto e a resistência perante este estado de coisas. Assim surge este livro: mais uma porta, ou janela, se preferirem, para a poesia. 
Uma colheita de poemas que é um pequeno contributo para que, de facto, possamos ir ao encontro de uma realidade ainda um pouco distante, ou seja, uma verdadeira diversidade na oferta deste género, pois se as boas antologias de poesia portuguesa para infância são raras e, por vezes, pouco diversas em conteúdo, o que dizer da praticamente inexistente tradução de poesia estrangeira. 

Autores presentes nesta antologia: David Chericián, María Elena Walsh, Laura Elisabeth Richards, Michel Monnereau, Roger McGough, Marc Johns, Spike Milligan, Edward Lear, Javier Villafañe, Shel Silverstein, Eduardo Polo, Daniil Harms, Jacques Prévert, Richard Edwards, André Frédérique, Edgar Allan García, Ramón Gómez de la Serna, Jacques Roubaud, Roland Topor e um tal de Anónimo.”
Fonte: Fnac



Poemas sem idade que arremessam humor e absurdo contra lindas palavras ocas que tanto contribuem para o preconceito face à poesia
(Fonte: Bruaá)


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura
para o 4º Ano de Escolaridade.


Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quinta-feira, 24 de março de 2016

"Uma rosa na tromba de um elefante" de António José Forte

"Uma rosa na tromba de um elefante"
Autor: António José Forte
Capa e desenhos: Aldina
Editado pela Parceria A. M. Pereira, 2001
Uma Rosa

Um dia nasceu uma rosa
na tromba de um elefante

mesmo no nariz de um gigante
uma rosa é sempre elegante

porém o que é que acontecia?
como a rosa era branca
e o elefante branco era
ninguém sabia
que havia
uma rosa elegante
na tromba do elefante

quando o elefante contente
erguia a tromba a baixava
parecia mesmo
que aquela rosa voava

mas um dia
o elefante adoeceu
ficou de tromba caída
e a tal rosa
que parecia que voava
desfolhou-se
desapareceu.



A torre de Pisa

A torre de Pisa
em Itália
como qualquer torre
não fala

Inclina-se
para a frente
e cumprimenta
a gente

Não é como
a torre de Belém
que não cumprimenta
ninguém."
Ilustrações de Aldina
Fonte: interior do livro

“Quando se junta o génio poético de António José Forte a ilustrações muito conseguidas da sua mulher Aldina, o resultado é “Uma Rosa na Tromba de Um Elefante”. É  este  o  título  dum  magnífico  livro  de  poemas  para  crianças e jovens que foi editado pela Parceria em 2001 e há longos anos esgotado. É  com  o  maior  prazer  que  informamos  o  lançamento desta magnífica obra, numa edição limitada a 500 exemplares de capa dura.
Um  livro único,  com  tiragem  limitada... um livro que se valorizará e deixará uma marca indelével em quem o ler.”
Fonte: Fnac


Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Feliz Ano Novo!

A professora Emília Tiago do 4º B da EB1 de Arganil e os seus alunos escreveram um poema para todos os seus familiares, amigos e colegas intitulado "Feliz Ano Novo".
A Sala Infantil e Juvenil retribui votos de Bom Ano 2015 recheado de saúde, alegria e muitas leituras!!!



Feliz 2015
Boas leituras!!!

quinta-feira, 8 de maio de 2014

"Mãe" um poema da Professora Graça Moniz

Mãe
És um ser maravilhoso
Que queríamos nunca perder!
Mãe
És um dos seres mais belos
Que no mundo pode haver.
Pois, como tu, Mãe
Só mesmo teu filho pode ser!
Mãe
És o conforto na dor
O amparo na solidão
És o mais puro amor
Que trespassa o coração.
Mãe
Aqui ou lá no Além
És sempre só tu
Mãe

Graça Moniz

Dia da Mãe/ Maio 2014

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Hoje é o Dia Mundial do Livro!


In "O livro dos dias" de José Jorge Letria
com ilustrações de Simona Traina.
Editado pela Ambar em 2009 (5ª edição).

Visita a biblioteca, lê e requisita livros para leres em casa com a tua família. 
Partilha leituras, conversa sobre livros e autores. 
Viaja nos acontecimentos, vive novas aventuras e conhece novas personagens... 
Lê, porque ler é um prazer!


Livro disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil

sexta-feira, 28 de março de 2014

Pai, um poema da Prof. Graça Moniz

Tu és aquele que tanto quero
Que por mim esperaste ansioso
Quando tua esposa
Passava por um parto doloroso.
Tu, Pai, és aquele
que toda a vida trabalhou
Toda a vida lutou
Numa labuta sem rival
Vencendo os dias de fadiga
Para dares aos teus filhos
Melhor qualidade de vida.
Pai, quantas vezes não dormiste?
Quantas vezes não descansaste?
Quantas vezes não passeastes?
E quantas vezes até choraste...
Choraste no intimo do teu coração
Sem que transparecesse qualquer sinal
Choraste quando estávamos doentes
E tudo te corria mal.
Mas hoje, não chores pai
Ri antes com muita alegria
Pois tens filhos, que são a tua paixão
Que acolhes com emoção
Que acham que és um Rei
O rei do reino da magia
Onde podem felizes gritar
Pai hoje é o teu dia 

Autoria: Graça Moniz

quarta-feira, 19 de março de 2014

Para todos os Pais do Mundo...



In O Livro dos dias da autoria de José Jorge Letria com ilustrações Simona Traina
Editado pela Ambar em 2009 (5ª edição)

Livro disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil

terça-feira, 5 de março de 2013

De sol a sonho um livro de Raul Malaquias Marques



Capa do livro "De sol a sonho" de  Raul Malaquias Marques com ilustrações de Yara Kono
editado pela Caminho em 2009

“O Sol faz de guia na viagem sem mapa
nem bússola, mas com versos, que neste
livro se relata. Tem 23 etapas, a viagem.
A primeira começará onde quer que tu,
leitor, te encontres. Presta atenção: haverá
sempre um girassol por perto. E estimáveis
criaturas. Pessoas e bichos. E também
frutos. E flores. E…
A última etapa tem guardado dentro
dela um sonho. Que sonho? É segredo.
Só fazendo a viagem, mas a viagem toda,
até ao fim, ele se desvenda. Quando partes?”
Fonte: contracapa do livro

Partilhamos algumas das poesias que encontrámos nesta viagem...







Rui Malaquias Marques



Yara Kono


Fonte: interior do livro


Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil

terça-feira, 20 de março de 2012

"Os amigos trazem livros" e recebem Poemas de Encantar

Dedicado à Rita na semana da leitura 

Na Biblioteca
Muitas coisas aprendemos
A Rita mostrou-nos livros
e muitos deles nós não conhecemos.

Mostrou-nos livros variados
Uns sem cor e outros coloridos
Contou-nos umas adivinhas
E nós ficamos comovidos.

Alguns dos livros
Tinham algumas brincadeiras
Nós muito faláva-mos
Mas, todos nós temos maneiras!

Havia livros
muito espectaculares
é pena minha mãe
Tu não lá estares!
Jorge Correia
Poema elaborado pelo Jorge Correia que frequenta o 4º ano da EB1 de S. Martinho da Cortiça redigido no âmbito da actividade "Os amigos trazem livros" realizado pelo SABE
(Serviço de apoio às bibliotecas escolares) na Semana da Leitura de
Arganil que decorre entre os dias 19 de 23 de Março.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Vem aí o Natal!

O natal está a chegar
já sei o que vou fazer:
um desenho bem bonito
e ao papá oferecer...
um colar todo em massinhas
ficará bem à mamã
um boneco em plasticina
eu darei à minha irmã.
Depois irei acabar
a prenda do meu irmão,
um barco feito de noz
com a vela em papelão!

O Natal está a chegar...
vou ter cá um trabalhão
ainda por cima não sei
o que vou dar ao meu cão!

Poema retirado do livro No jardim de infância de Lourdes Custódio com ilustrações de José Cardoso Marques. Publicado em 2000 pela Âmbar e faz parte da colecção Giroflé.
Um livro de poesia recomendado pelo Plano Nacional de Leitura aos alunos do pré-escolar.

Obra disponível na biblioteca escolar da EB1 de Arganil.