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sexta-feira, 28 de maio de 2021

"Fred e Maria", um livro de Rita Taborda Duarte

 

"Fred e Maria"
Texto de Rita Taborda Duarte e 
ilustrações de Luís Henriques
Editado por Caminho em 2009

Começa assim:

"O Frederico e a Maria são dois irmãos
E, sempre que os vemos, é certo que estão
Com um lápis na mão; de pincel em riste,
Nos riscos rabiscos, ninguém lhes resiste...

É com gatafunhos e mais pintalguices
Que a Maria desenha as traquinices do Fred.
E é com garatujas de aguarela e pastel
Que o Fred pinta a irmã no papel."

Fonte: interior do livro

Ilustrações de Luís Henriques



O Frederico e a Maria são dois irmãos muito, mas mesmo muito diferentes: ela é muito bem comportada; ele, do mais pequeno acontecimento faz uma revolução. Ninguém que os conheça consegue perceber o porquê de tão grande diferença — será que tu consegues?
Os dois protagonistas de Sabes, Maria, o Pai Natal Não Existe voltam ao convívio dos jovens leitores!

Fonte: Wook

Ilustrações de Luís Henriques


Livro recomendado pelo Plano Nacional de leitura

Para acederes ao empréstimo em linha
clica na seguinte hiperligação:


Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas Leituras!

terça-feira, 2 de março de 2021

Ouve com atenção esta é a nossa sugestão

  Duas vezes por semana, a Sala Infantil apresenta sugestões de livros e leituras partilhando excertos de obras que povoam as estantes da nossa biblioteca. Estas partilhas tem como objetivo contribuir para a promoção da leitura e divulgação de obras literárias.


           Para ouvir aqui e em qualquer lugar!
E para isso basta clicar!



Sugestão de leitura apresentada Rita Cunha


Para acederes ao empréstimo em linha desta obra
clica na seguinte hiperligação:

http://catalogorbca.cm-arganil.pt/Pacwebv3/SearchResultDetail.aspx?mfn=68567&DDB=

Boas Leituras!

terça-feira, 19 de maio de 2020

"A Família dos Macacos", um livro de Rita Taborda Duarte

"A Família dos Macacos"
Texto de Rita Taborda Duarte e ilustrações de Luís Henriques
Editado por Editorial Caminho em 2006


Começa assim:

"Era uma vez uma família:
um pai, uma mãe e dois filhotes,
que por mais que os pais lhes pedissem 
- Não nos partam a mobília!!! -
só faziam tropelias e passavam o tempo aos pinotes."
Fonte. interior do livro


Ilustrações de Luís Henriques

Era uma vez uma família, um pai, uma mãe e dois filhotes que por mais que os pais lhes pedissem, só faziam tropelias e passavam o tempo aos pinotes.
Fonte: Wook


Ilustrações de Luís Henriques

Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas Leituras!

terça-feira, 26 de julho de 2016

“O Tempo Canário e o Mário ao Contrário” de Rita Taborda Duarte

"O Tempo Canário e o Mário ao Contrário”
Texto de Rita Taborda Duarte e ilustrações de Luìs Henriques
Editado pela Caminho em 2008
“O tempo é daquelas coisas que toda a gente sabe que existem, mas que nunca ninguém vê. Mas se o tempo fosse como qualquer um de nós? 
Esta é a história de um Tempo Novo, medricas e preguiçoso, medroso e calaceiro. E também do Mário, um menino inteligente e rabino, mas que tinha a mania de fazer tudo ao contrário.
Em linguagem rica e ritmada, Rita Taborda Duarte transforma um conceito abstracto numa divertida história em que o tempo ganha uma dimensão concreta, ligada ao crescimento, bem ao alcance dos pequenos leitores.”
Fonte: Wook



"O tempo: não é bem uma pessoa, como nós, porque tem asas e voa.

No entanto, vai tendo a sua vidinha e o seu trabalho certo. No fundo, é um trabalho que não tem assim tanto que saber: basta passar pelas pessoas e envelhecê-las. A verdade é que o tempo tem pressa de fazer o seu trabalho, por isso anda sempre a correr (como nós quando fazemos os trabalhos de casa). Há quem diga que ele é dinheiro. No entanto, nunca se viu ninguém trocá-lo por uma caixa de gelados em nenhum centro comercial."

Fonte: excerto do livro, pg. 13


"Os Velhos Tempos"
"Os Novos Tempos" (Pg. 14 e 15)


Pg. 30 e 31
Pg. 46 e 47
Pg. 62 e 63

“Publicação de uma das mais originais vozes da literatura para a infância contemporânea, assiste-se, neste livro, à consolidação da escrita de Rita Taborda Duarte, num curioso registo onde se cruza o humor com a reflexão sobre a linguagem, o seu uso e o seu significado. Centrado na questão do tempo – uma das mais complexas noções a serem apreendidas pelas crianças – o livro é dificilmente catalogável num único género. Assim, para além da narrativa estruturada de acordo com os moldes mais tradicionais, o livro contempla ainda um «mini-dicionário» sobre várias “facetas” do tempo, além de muitas reflexões e comentários (algumas notas de rodapé são deliciosas) onde se comentam muitos aspectos variados, numa espécie de crónica. Num registo que mistura o humor com a poesia e onde a linguagem é alvo de particular atenção, a autora consegue criar um texto que cativa pela novidade. As ilustrações de Luís Henriques continuam a mostrar novas facetas do seu trabalho, claramente em evolução, estimulando o leitor à observação e até ao questionamento.”

Por Ana Margarida Ramos
In http://www.casadaleitura.org

Fonte: contracapa do livro

Obra disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Rita Taborda Duarte: sugestões de Leitura


“A verdadeira história de Alice”
Texto de Rita Taborda Duarte e ilustrações de Luís Henriques
Editado pela Caminho em 2004

"A Alice Todas, quase todas, as pessoas pequenas quando crescem se transformam em pessoas grandes e só muito poucas se tornam grandes pessoas. Como a Alice. Mas, antes de ser uma grande pessoa grande, Alice já fora uma grande pequena pessoa. Por isso, quando cresceu continuou a ver os olhos verde-escuros quase terra das formigas. A diferença é que agora os via com os seus olhos grandes de grande pessoa que também conseguia distinguir a pupila azul-celeste-quase-céu nos mesmos olhos verde-escuro-quase-terra das formigas. E os seus dedos ficaram tão compridos que tornavam perto as coisas que estavam muito longe. E muitas vezes se via a Alice ir buscar uma gota de céu às nuvens e um fósforo de luz ao Sol. [...] "

Livro Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura
para o 4º Ano de escolaridade

“Sabes, Maria, o Pai Natal não existe”
Texto de Rita Taborda Duarte e ilustrações de Luís Henriques
Editado pela Caminho em 2008

“Como muitos meninos crescidos, o Frederico não acredita que o Pai Natal exista. Tentar convencer a Maria do mesmo é que não vai ser tarefa fácil - e se o Pai Natal deixar de acreditar no Frederico?”

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura
para apoio a projetos relacionados com o Natal 

"Fred e Maria”
Texto de Rita Taborda Duarte e ilustrações de Luís Henriques
Editado pela Caminho em 2009

”O Frederico e a Maria são dois irmãos muito, mas mesmo muito diferentes: ela é muito bem comportada; ele, do mais pequeno acontecimento faz uma revolução. Ninguém que os conheça consegue perceber o porquê de tão grande diferença — será que tu consegues? Os dois protagonistas de Sabes, Maria, o Pai Natal Não Existe voltam ao convívio dos jovens leitores!”

“Gastão vida de cão”
Texto de Rita Taborda Duarte e ilustrações de Luís Henriques
Editado pela Caminho em 2010

«Era uma vez um cão chamado Gastão,
que morava com cinco
Animais de estimação.
O Fred que fazia
várias birras por dia,
E a mais pequenina
chamada Maria,
Para além dos pais (…)

E uma tartaruga
chamada Marília.»


Os protagonistas de Sabes, Maria, o Pai Natal não existe e Fred e Maria voltam ao convívio dos mais novos - a eles junta-se o resto da família, com especial destaque para o cão Gastão, que tem um trabalhão a tentar pôr ordem nesta enorme desordem!

“O Rapaz Que Não Se Tinha Quieto”.
Texto de Rita Taborda Duarte e ilustrações de Ana ventura
Editado pela Caminho em 2004.

“Era um miúdo gaiato. E gostava de viajar. Mas os catraios pequenos não se fizeram para andar por aí a passarinhar de terra em terra como se fossem andorinhas ou saltimbancos. (…). Por isso, este rapaz que não se queria ter quieto resolve construir uma alta torre de granito - pedra sobre pedra sobre pedra sobre…-, iluminada por um rebanho de estrelas, na esperança de ser visto por um navio que o venha resgatar. Será que este gaiato miúdo vai, finalmente, conseguir viajar e correr mundo?”


A Autora:

Rita Taborda Duarte nasceu em 1973. Docente do ensino superior (Escola Superior de Comunicação Social) é, desde 2011, membro da Comissão de Leitura da Fundação Calouste Gulbenkian. Escreve regularmente sobre poesia, ensaio e literatura infantil nas mais diversas publicações, como o site Rol de Livros (FCG), ou a revista Colóquio-Letras ou a revista Relâmpago e tem integrado júris de prémios para originais de literatura infanto-juvenil. Em 1998, publica o seu primeiro livro de poesia (Poética breve, Black Sun Editores), a que se seguiram outros dois: Na estranha casa de um Outro e Dos sentidos das Coisas (coautoria de André Barata). Em 2003, vence o prémio Branquinho da Fonseca Expresso-Gulbenkian, com o livro “A Verdadeira História da Alice”. A partir daí, tem escrito com regularidade para crianças e jovens, contando com uma dezena de obras publicadas, muitas delas incluídas no Plano Nacional de Leitura.
Certa vez, num encontro numa biblioteca escolar, um menino chamou-a “Escritora Infantil”. Desde esse dia, assume o epíteto e diverte-se a brincar com as palavras.      

Livros disponíveis na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Sabes, Maria, o Pai Natal não existe

Um livro de Rita Taborda Duarte com ilustrações de Luís Henrique. Editado pelo Caminho em 2008.


“O Frederico era bom rapaz
Mas às vezes fazia
O que todos sabemos
Que nunca se faz.

Um dia, estava quase
A chegar o Natal,
Disse à irmã,
Que era pequenina,
Só para arreliar,
Só para a deixar triste
- Sabes, Maria, o Pai Natal não existe.       


    
É evidente que ela não acreditou;
Mas, logo por azar,
Nesse exacto momento
Quem ia a passar era o Pai Natal,
Que, quando ouviu isto, logo parou
E se pôs a pensar:
- Então, afinal, eu sou… ou não sou?

Voltou para casa, para o Pólo Norte;
As renas voavam, a trote, a galope.
E o Pai Natal olhava-se ao espelho
E nada mais via que um barrete vermelho.
Então perguntava, muito aflito:
- Será que é verdade que eu não existo?”


Fonte: interior do livro


Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil