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quarta-feira, 1 de outubro de 2025

"A professora de Música", um livro de Maria João Lopes

 

"A professora de música"
Um livro de Maria João Lopes 
Editado por Texto Editora em 1988


A professora de música era uma pessoa muito especial.
Um dia, dois alunos não resistiram a querer pregar-lhe uma partida...

Fonte: Contracapa do livro


Hoje é o Dia Mundial da Música...

O Dia Mundial da Música é realizado todos os anos no dia 1 de outubro, um dia especialmente dedicado a esta forma de arte universal que atravessa culturas, gerações e fronteiras. Instituída pela UNESCO em 1975, o objetivo da comemoração é promover os valores da paz, da união e do diálogo entre os povos através da música, reconhecendo o seu poder transformador.

A música acompanha a humanidade desde os seus primórdios. Está presente em rituais, celebrações, tradições e também no cotidiano, tornando-se uma linguagem universal capaz de transmitir emoções e mensagens que muitas vezes as palavras não transmitem.

Mais do que uma forma de entretenimento, a música é também uma ferramenta de inclusão, expressão e partilha. Seja clássico, popular, tradicional ou contemporâneo, cada melodia conta uma história e aproxima pessoas.

Assim, o Dia Mundial da Música convida-nos a ouvir, sentir e valorizar a importância de que a música tem nas nossas vidas, lembrando-nos que, através dela, todos falamos a mesma língua.

Para aceder ao catálogo em linha

Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas Leituras!

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

"Os Pais não sabem mas eu explico" de Maria João Lopes

"Os pais não sabem mas eu explico"
Texto de Maria joão Lopes e ilustrações de Teresa Cortez.
Editado pela Máquina de Voar em 2016

"Porque é que as estrelas não caem do céu? 
Porque é que não podemos estar todos os dias contentes? 
Porque é que o meu coração dispara quando vejo a Maria? 
Tinha muitas interrogações na minha cabeça e, por isso, pedi ajuda ao pai e à mãe, mas não fiquei satisfeito com as explicações que me deram. Decidi, então, que teria de investigar sozinho se quisesse perceber o mundo. Mas o meu método é muito difícil. Eu não sou como a professora que só faz questões no teste para as quais já sabe a solução. 
Eu só faço perguntas quando não sei as respostas."
Fonte: contracapa do livro




"Neste livro, o protagonista é um desses miúdos, sempre com um ponto de interrogação à espreita. Não entende o céu (afinal, como é que as estrelas se seguram lá em cima?) nem o coração (com os seus disparos frente à Maria). A ajuda que pede aos pais para esclarecer estas e outras dúvidas não o satisfazem. Decide então investigar por si só. "Não foi fácil, mas, ao fim de algum tempo, consegui perceber muitas coisas que não percebia."

Uma das investigações decorreu da comparação entre o pequeno e o avô: "A cara com rugas, as costas curvadas, as mãos com pintas, a careca aonde me apetece fazer desenhos com marcadores e lápis de cera. A minha cara não tem rugas, não tenho as costas curvadas e até gostava de ter pintas nas mãos e desenhos na careca, mas não tenho." Depois de perguntar aos pais a razão destas diferenças, estes "apenas" explicaram que o avô era mais velho do que ele. Mas o rapaz chegaria a uma conclusão muito mais satisfatória, que lhe ocorreu enquanto o desenhava: 
"– O avô tem um relógio no pulso, e eu não. O tempo passa por ele, e por mim não."


Um livro poético na escrita e na ilustração em que as duas linguagens denunciam, a seu tempo, quer a confusão das dúvidas quer a clareza possível das conclusões. Com talento. A ilustradora usa várias técnicas e escalas para representar o rapaz e os contextos, impelindo-nos a virar a página com vontade de descobrir a solução gráfica que escolheu para as questões que vão sendo formuladas pelo protagonista."

Por Rita Pimenta em http://lazer.publico.pt

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

"O Gatuno e o extraterrestre trombudo"



 “Era verde como os extraterrestres da televisão, não falava qualquer língua conhecida dos animais, tinha rodas em vez de patas e, isto era o pior, uma tromba gigante que usava para cheirar e comer”.
Assim pensava Gatuno, gato branco com uma mancha amarela que parecia um ovo estrelado quando estava a dormir espalmado no sofá, intrigado e furioso por ter de partilhar a marquise com aquela “nave”.
Dissertando sobre o dia-a-dia dos donos e do filho, André, o Gatuno vai gemendo a sua sorte e tentando vinganças que, obviamente não resultavam.         
Até que um dia o extraterrestre acordou “rouco” e o Gatuno achou injusto que os donos o fossem pôr no lixo só por estar doente. E se lhe fizessem o mesmo se, por acaso apanhasse sarampo ou varicela?
Invadiu-o uma onda de solidariedade. Atirou-se em voo para cima dele e em algum botão deve ter tocado porque o trombudo começou a girar pala casa (…). Afinal estava bom o trombudo!
Afinal, quem era o extraterrestre, o trombudo?          
(É que, nos pensamentos de um gato, aspirador é palavra que não existe. Isso é coisa de humanos.)
Divertido, bem escrito, com um ritmo muito bem conseguido, esta obra vai deliciar os miúdos com as tropelias de um gato e de um aspirador
.”
Fonte: Gulbenkian

Ilustrações do livro

 “O Gatuno já não sabe o que há-de fazer. A sua pacata vida de gato ficou de repente ameaçada pela chegada de um ser muito estranho, todo verde, com rodinhas e uma tromba enorme através da qual respira, cheira e come! Mas a ele não o enganam, não. Aquilo é de certeza um extraterrestre, um alien igualzinho aos que aparecem na televisão. Esta criatura do outro mundo quer de certeza apoderar-se do seu território,
especialmente a marquise lá de casa, e ganhar o afeto dos donos, tudo para que ele, pobre gato, passe para segundo plano. Mas o Gatuno não vai em cantigas e fará o que puder para enfrentar o inimigo e para que tudo volte a ser como dantes
.”

Fonte: contracapa do livro

Uma história de Maria João Lopes com ilustrações de Paulo Galindro.
Editado pela Dinalivro em 2012

Livro disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil