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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Feliz Dia da Criança

"Hoje chegou à escola um novo aluno. Veio de um país bem distante...
Esta é a história de Johan, um menino que nasceu num país muito diferente do nosso.
Apesar das diferenças, Johan tem muitas coisas em comum com as outras crianças.
Como todas, também ele tem deveres e direitos.
A convenção sobre os Direitos da Criança é o documento que lhe garante o direito à igualdade, o direito a um nome, a alimentação, a uma morada, etc.
Ao adoptar esta convenção a 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas decidiram por unanimidade salvaguardar estes e outros Direitos das crianças.
E tu, conheces os teus direitos?"

Fonte: contracapa do livro

O direito de ser Criança
Texto de Maria João Carvalho e ilustrado por Patrícia Alves.
Editado pela Everest em 2011

Todas as crianças têm direitos!
Que bom seria se todos os pais, mães, avós, padrinhos, madrinhas, professores e outros tantos educadores, gente crescida e dona do seu saber, decidissem usar alguns dos seus poderes e todos os seus quereres na missão tornada obrigatória por consciências vigilantes, exigentes guardiãs de direitos e deveres, de fazer uma criança feliz… todos os dias…

Principio 1
Direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade(…)
Principio 2
Direito à especial protecção para o seu desenvolvimento físico, mental e social.(…)

Principio 3
Direito a um nome e a uma nacionalidade.
(…)
Principio 4
Direito à alimentação, morada e assistência médica adequada para a criança e para a mãe.
(…)
Principio 5
Direito à educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentalmente deficiente.
(…)
Principio 6

Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade.
(…)
Principio 7
Direito à educação gratuita e ao lazer infantil.
(…)

Principio 8
Direito à ser socorrido em primeiro lugar, em caso de catástrofes.
(…)
Principio 9
Direito a ser protegido contra abandono e exploração no trabalho.
(…)
Principio 10
Direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.
(…)
Fonte: interior do livro

“Colecção de álbuns ilustrados pelos mais famosos ilustradores de literatura infantil actual e escritos por autores que abordam temas com os quais os pequenos leitores se identificam facilmente, uma vez que narram aventuras de protagonistas da sua idade. Pelas suas características, estes livros  são idóneos para serem utilizados em programas de animação da leitura. Quando a cor azul da amizade unir as crianças de todo o mundo, uma ponte feita de arco-íris levará a todas elas um gesto de amor e conduzirá ao tesouro da harmonia e do bem-estar.
Partindo do texto da «Declaração Universal dos Direitos da Criança» este livro pretende contribuir para que os princípios nela consagrados sejam cada vez mais divulgados e reconhecidos a todas as crianças, sem excepção alguma.”

Fonte: Fnac


Livro disponível para empréstimo na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A minha Mãe é a Melhor do Mundo

Texto de Maria João Carvalho com ilustrações de Helena Nogueira
editado pela Oficina do Livro em 2009 (2ª edição)

"Cansado da mãe que tem, que muitas vezes não o deixa fazer o que quer, o Gil decide ir à Loja de Mães 
à procura de uma que lhe torne a vida mais fácil. Mas nenhuma
lhe agrada. De regresso a casa, o Gil não encontra a mãe, que,
entretanto, também saiu em busca de outro filho.
Como acabará esta história? Um conto divertido e sério
ao mesmo tempo, que fará as crianças rir e pensar."

                                                                                                                                Fonte: contracapa do livro

Começa assim:

(...)


"Bateu à porta, não apareceu ninguém. Bateu outras vez com mais força e a porta abriu-se sozinha, de repente, com um estrondo.  (...) O Gil, que já sabia ler se as letras não fossem muitas, percebeu que estava numa sala redonda e que ali dizia "Loja de Mães". À volta da sala, dentro de molduras de todas as cores do arco-íris estavam muitos desenhos diferentes (...). Cada desenho era uma mãe.



"O Gil começou por escolher a mãe que deixava comer todas as guloseimas do mundo, e comeu tantas gomas, tantos chocolates, tantos chupas e tantos gelados que ficou tão doente, tão doente que jurou nunca mais comer guloseimas na vida". 
(...) Depois resolveu voltar à sala redonda e escolher a mãe que nunca obrigava a tomar remédios.
(...) A seguir, o Gil resolveu escolher a mãe que nuca apagava a televisão.
(...) E o Gil lá voltou à escola e parou de ver televisão durante todo o dia e toda a noite.
(...) O Gil ficou farto de andar há já muitos dias a experimentar mães diferentes. Mas nunca lhe agradava.
(...) E voltou a correr para casa.
(...) - Onde está a mãe, Puma?
O Puma não respondeu, ou porque não sabia, ou porque sabia mas não quis responder. Não foi preciso muito tempo até o Gil ir ao frigorífico buscar o seu iogurte de morango e descobrir um recado escrito pela mãe.
Onde estás, Gil? Como não apareceste, fui à Loja de Mães ver se encontro outro filho.

Fonte: interior do livro


E para saberes como termina esta história requisita o livro na biblioteca!
Boas leituras!