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quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

"A Pequena Semente", um livro de Eric Carle

A Pequena Semente
Texto e ilustração de Eric Carle
Editado pela Kalandraka em 2020

"No outono, algumas sementes de flores são arrastadas para longe por um vento forte. Entre elas, encontra-se uma mais pequena que, apesar da sua delicadeza, evita os perigos que a ameaçam ao longo de uma viagem pelas estações do ano em que cruza o mar, uma montanha alta e gelada ou o deserto… Quando o vento por fim cessa e cai no solo, a pequena semente consegue também impedir que os pássaros a devorem ou ser pisada. E é assim que ela se transforma numa flor imensa que todos vêm admirar.
Depois, chega novamente o outono e é agora a vez de o vento lhe levar as suas próprias sementes

Mais uma vez, e de uma forma só simples na aparência, Eric Carle incentiva as crianças a aprenderem sobre o mundo que as rodeia, descrevendo através de cores e frases poéticas o ciclo natural de uma planta ao longo de um ano."
Fonte: Wook

Para aceder ao catálogo em linha

Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas Leituras!

sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

"Urso Castanho, Urso Castanho, O que vês aqui?", um livro de Bill Martin Jr. e Eric Carle

"Urso Castanho, Urso Castanho, O que vês aqui?"
Texto de Bill Martin Jr. e Eric Carle
Editado por Kalandraka em 2022

Começa assim:

«- Urso Castanho, Urso Castanho, o que vês aqui?
- Vejo um pássaro vermelho a olhar para mim.
- Pássaro Vermelho, Pássaro Vermelho, o que vês aqui?
Vejo um pato amarelo a olhar para mim. »
Fonte: interior do livro


O leitor é levado, logo desde o início, a continuar as perguntas e as respostas desta história, que depressa se transforma numa divertida brincadeira para pequenos e graúdos. 
Os traços inconfundíveis do estilo de Eric Carle dão relevância às personagens, forjadas através da técnica específica, à medida que vão passando o testemunho umas às outras. Vislumbramos primeiro um Urso Castanho que, por sua vez, vê um pássaro vermelho a olhar para ele. Ao virar a página, é agora esse pássaro vermelho que aponta para um cavalo azul … E assim por diante até ao final em que uma professora vê os seus alunos a olhar para ela. Caberá a eles o desafio final ao serem encorajados a evocar todos os animais já retratados no álbum e nos respectivos núcleos.

O colorido exuberante e a narrativa rítmica de estrutura encadeada especificamente o cenário perfeito para a aprendizagem dos núcleos e dos nomes dos animais da floresta e da quinta.

Fonte: Wook


Para aceder ao catálogo em linha

Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas leituras!

segunda-feira, 14 de junho de 2021

"A aranha muito ocupada", um livro de Eric Carle

"A aranha muito ocupada"
Texto e ilustrações de Eric Carle
Editado pela Kalandraka em 2020


Começa assim:

"Uma manhã bem cedo o vento soprou uma aranha para o outro lado do campo.
Um fino e sedoso fio de seda deixava um rasto atrás dela. 
Então, a aranha aterrou numa cerca perto de uma quinta…
… e começou a tecer uma teia com o seu fio sedoso."



Interior do livro



O colorido das ilustrações, a variedade das formas representadas pelas colagens e a expressividade das personagens são traços inconfundíveis do estilo de Eric Carle. O texto, por sua vez, expressamente concebido para acompanhar as imagens, segue a estrutura encadeada do desenho que nos vai guiando pela história através do fio de seda, propositadamente evidenciado no livro, com que a aranha vai começando a tecer a sua teia. Ao longo deste processo, vão surgindo alguns animais da quinta que tentam captar a sua atenção. Porém, a aranha está de tal forma focada e ocupada com o seu trabalho que os ignora por completo. Quando por fim termina a sua teia, adormece e é então que se pode apreciar não só a sua obra de arte, como também a utilidade da mesma.


Uma história emocionante e divertida, que, pelo seu didatismo,
é especialmente recomendada a pré-leitores.

Fonte: Wook


Para acederes ao empréstimo em linha
clica na seguinte hiperligação:


Obra disponível na Rede de Bibliotecas do Concelho de Arganil
Boas Leituras!

quinta-feira, 16 de março de 2017

"Papá, por favor, apanha-me a Lua" de Eric Carle

Papá, por favor, apanha-me a Lua
Um livro de Eric Carle
Editado pela Kalandraka em 2010 (2ª ed.)

Começa assim:

"Antes de se deitar, a Mónica olhou pela janela e viu a Lua.
A Lua parecia estar muito perto.

“Queria tanto brincar com a Lua!”, pensou a Mónica. E tentou apanhá-la.

Porém, por mais que se esticasse, não conseguia tocar-lhe.

"Papá, por favor, apanha-me a Lua", disse a Mónica.



A Lua desempenha um papel muito importante na infância e é protagonista de muitas narrativas. Relaciona-se com os sonhos, com as aventuras e os desejos difíceis de concretizar. Eric Carle narra os tormentos por que um pai passa, para satisfazer o sonho da filha, e que o levam a escalar uma elevada montanha, entre outros esforços.




O principal atractivo deste livro reside no jogo de tamanhos e direcções que o autor propõe, e para o qual cria um original sistema de páginas que se desdobram em vários sentidos, segundo as exigências da cena: para os lados, para cima, para baixo, de dentro para fora e ao contrário; exigências essas que ultrapassam as dimensões do álbum, ao mesmo tempo que lhe imprimem movimento. Esta obra ajuda também os leitores a educar o olhar e a dirigi-lo na direcção ascendente, descendente, da direita para a esquerda, e vice-versa, adaptando-se ainda aos primeiros leitores sobretudo através da sua manipulação extremamente atractiva, que lhes facilita a abertura e o fecho das páginas.

Com o seu estilo inconfundível, baseado na técnica da colagem, Eric Carle escolhe uma proposta estética cheia de colorido.



O autor:

ERIC CARLE (Siracusa, Nova Iorque, 1929) Autor de mais de 70 álbuns, Eric Carle começou a ilustrar livros em 1967, depois de muitos anos a trabalhar como director de arte numa agência publicitária. 
Estudou na prestigiada escola de arte Akademie der Bildenden Künste, de Estugarda, na Alemanha, país para onde se mudou ainda em criança com os seus pais. Mas sempre quis voltar para a América do Norte, onde as melhores recordações da sua infância tinham ficado. Regressou em 1952, com um portfolio e 40 dólares no bolso, em busca de uma oportunidade que lhe chegou como designer gráfico para o “The New York Times”. 

O primeiro livro de sua completa autoria foi “1,2,3, to the Zoo” (1968), a que se seguiu “The Very Hungry Caterpillar”, publicado pela KALANDRAKA. Ao longo dos anos, foi galardoado com o Prémio da Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha (Itália), o da Associação de Livreiros Infantis e o da Associação Americana de Bibliotecas. 

Eric Carle disse: “Com muitos dos meus livros tento estender uma ponte entre o lar e a escola. A passagem de casa para o colégio é o segundo maior trauma da infância; o primeiro, certamente, é nascer. Em ambos os casos trocamos um lugar caloroso e protector por outro desconhecido. Acredito que as crianças são criativas por natureza e capazes de aprender. Nos meus livros tento conter esse receio, substituí-lo com uma mensagem positiva. Quero mostrar-lhes que aprender é realmente fascinante e divertido.”

Fonte: Kalandraka



Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o Pré-Escolar

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!