quinta-feira, 26 de outubro de 2017

"Halloween...que grande medufa!”, um livro de Geronimo Stilton

"Halloween...que grande medufa!”
Texto de Geronimo Stilton
Editado pela Presença em 2010

Desde o primeiro volume, o entusiasmo à volta dos livros tem sido uma constante contribuindo para isso a poderosa imaginação do roedor, a par das peripécias que tem de enfrentar. Desta vez, Stilton irá festejar o Halloween, ainda que obrigado… 

«Eu conheço a Tenebrosa Tenebrax, uma ratita fascinante que mora num cemitério e anda por aí num carro funerário… e sou obrigado a participar numa festa de Halloween com um programa… de arrepiar!
Neste livro, vais encontrar também todos os segredos para organizares a tua festa de Halloween

Fonte: contracapa do livro


Interior do livro


Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

"Lobo Grande e Lobo Pequeno", um livro de Nadine Brun-Cosme

"Lobo Grande e Lobo Pequeno" 
Texto de Nadine Brun-Cosme e ilustrações de Olivier Tallec
Editado pelos Livros Horizonte em 2011

"O Lobo Grande vivia desde sempre no cimo da colina, sozinho, debaixo de uma árvore.
Um dia chegou o Lobo Pequeno. Agora, debaixo da árvore, são dois. Mas, para o solitário Lobo Grande, aceitar outro lobo, mesmo que pequenino, não é assim tão fácil…

Com ilustrações brilhantes de Olivier Tallec, um livro absolutamente extraordinário, poético e comovente sobre a Amizade e a Partilha."

Fonte: contracapa do livro

Começa assim: 

"O Lobo Grande vivia ali, desde sempre, sozinho debaixo da sua árvore, no cimo da colina.
E um dia chegou o Lobo Pequeno.
Veio de longe.
De tão longe, que o Lobo Grande começou por ver apenas um pontinho.

O Lobo Pequeno aproximava-se.
O Lobo Grande receou de repente que este fosse maior do que ele.

O Lobo Pequeno pôs-se a trepar a colina e o Lobo Grande viu que ele era pequenino.
E isso tranquilizou-o.

Deixou-o subir até à árvore."
Fonte: interior do livro


Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

"Mais ou menos meio metro..." de Ana Saldanha

Mais ou menos meio metro... 
Texto de Ana Saldanha e ilustrações de Gémeo Luís
Editado pela Caminho em 2009


Em forma de adivinha, texto e ilustrações combinam-se para criar uma original
história de… natividade.


"Mais ou menos meio metro
É quanto mede por fim.
Por pouco tempo, é certo..
Diz-me lá então a mim
Qual é a coisa, qual é ela?".

Fonte: interior do livro


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 5º e 6º ano de escolaridade.

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

terça-feira, 10 de outubro de 2017

"A história da Gata das Botas", um livro de Beatrix Potter

"A história da Gata das Botas"
Texto de Beatrix Potter e ilustrações de Quentin Blake
Editado pela Asa em 2017

Era uma vez uma gata preta, séria e bem-comportada. Pelo menos era assim que a via a velhinha simpática que era sua dona; porque, na verdade, a Kitty (ou Miss Catherine St. Quintin, como gostava que lhe chamassem) apreciava fugir de casa na penumbra da noite para caçar, devidamente armada, vestida e calçada.

Mas não se pense que esta vida dupla que levava lhe trazia privilégios. Pelo contrário, os dissabores eram mais que muitos. E estão todos deliciosamente retratados, bem ao jeito de Beatrix Potter, neste maravilhoso conto, ao qual se juntam as ilustrações do não menos icónico Quentin Blake, dando origem a um verdadeiro novo clássico.

Uma narrativa que permaneceu esquecida durante 100 anos e que agora, 150 anos após o nascimento da sua Autora, é finalmente publicada pela primeira vez como história individual e ilustrada na íntegra.

Fonte: Wook

Começa assim:

"Era uma vez uma gata preta, séria e bem-comportada.



(...)

A Caixa de Queijo chamava-lhe "Q", e o Pequenitates chamava-lhe "Troca-olhos".
como eram gatos comuns, a velhinha ficaria surpreendida se soubesse da amizade entre eles e a sua gata.
E dolorosa seria a surpresa se ela alguma vez visse Miss kitty num casaco Norfolk masculino e pequenas horas de pelo.


Ora, todos sabemos quanto os gatos adoram o luar e sair à noite; mas, curiosamente, Miss Kitty ia para a cama de boa vontade.
(...)
Fonte: interior do livro

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

sábado, 30 de setembro de 2017

"A minha primeira viagem", um livro Paloma Sánchez Ibarzábal



A minha primeira viagem
Texto de Paloma Sánchez Ibarzábal com ilustrações de Massimiliano di Lauro
Editado pela OQO em 2013


“Viajo feliz dentro desta nave.
TUM-TUM… TUM-TUM.
É o som dos motores.
Não tenho bússola nem mapas para me guiar.
Um dia abri os olhos e estava aqui,
em viagem para algum lugar.
Como cheguei eu até à minha cápsula? Não me lembro…
Para onde vou? Não sei…”
Fonte: interior do livro


Uma obra de enorme qualidade narrativa e gráfica, uma peça imprescindível na biblioteca de pais de primeira viagem e obrigatória para pais de segunda viagem.
Livro de uma sensibilidade extrema!



O que subjaz ao ato de nascer? A minha primeira viagem é a história do começo da vida humana narrada na primeira pessoa pelo protagonista: um bebé no ventre materno. Um bebé que viaja dentro do que ele perceciona como sendo uma cápsula na qual percorre um universo desconhecido. Sabe que iniciou uma viagem mas não sabe para onde. Dentro dessa nave, o bater do coração da mãe, que ele interpreta como sendo o som de motores, dá-lhe segurança. 




Através de uma linguagem onírica e poética, o leitor vai acompanhando o bebé e fazendo sua essa viagem de transformação, de busca da sua própria identidade: “Não sou pássaro. Não sou peixe. Não sei muito bem o que sou, percecionando com ele a interpretação de um mundo que não vê, que só lhe chega através “de um rio que o banha nas suas histórias”. 


Paloma Sánchez cria metáforas que mergulham o leitor numa espécie de jogo e que nos permitem abandonar a lógica para nos deixar levar por sensações, através das quais se formulam grandes perguntas: para onde vamos?, De onde vimos?, O que somos?, O que é nascer?, Nascer é como morrer? Ao longo do livro vai-se intuindo um mundo onde há alegrias e tristezas. A partir da sua ótica particular, o protagonista compreende que “o choro é o idioma que se fala quando não se entende o mundo”. Percebe sensações como o medo, a dúvida, a curiosidade e também a esperança. 

Mas um dia a nave estraga-se e ele é expulso. Sente medo: “que encontrarei lá fora? Se sair morrerei?”. De certo modo, o nascimento é vivido como uma experiência de morte naquele que foi o seu único paraíso conhecido: o ventre materno. Contudo, a viagem continua num novo universo em que ele já não está só, pois umas mãos esperam-no no final da queda. 




Massimiliano di Lauro concebe, através da imagem, o ventre materno como uma nave espacial e o protagonista como um astronauta que inicia uma viagem até si mesmo e, por sua vez, até ao mundo exterior. 
O ilustrador italiano criou imediatamente empatia com o texto: “chamou-me a atenção a sua doçura, o seu ritmo delicado e ligeiro, o original ponto de vista e a beleza das metáforas, que se traduziram para imagens na minha mente desde o primeiro momento”. 

Daí a ideia de representar plasticamente um mundo flutuante, surrealista, intemporal, que pouco a pouco se vai materializando e ganhando forma. Di Lauro imagina o exterior através dos olhos do protagonista, representando uma realidade deliberadamente confusa, inocente e, em certas ocasiões, com jogos humorísticos provocados pelo próprio desconcerto do bebé-astronauta, que tenta construir um mundo que ainda não conhece. Para isso, combina desenhos a lápis com colagens de fotografias, que constituem um mundo interior e exterior que vai do sonho à realidade.

Nesta viagem sensorial, a ilustração, poética e subtil, dá forma e rosto às vozes e sons imprecisos que o bebé percebe, assim como as cores que começa a intuir: os raios de sol que penetram na sua nave. 

A nível cromático, dominam os tons ocres, que se alternam com a poderosa presença do vermelho da vida: do bebé-peixe, do coração, da tesoura que o separa da mãe e o do seu próprio rosto ao nascer. O azul também tem protagonismo, ao representar tanto o céu como o meio aquoso por onde viaja e imagina o mundo. 

Massimiliano di Lauro oferece-nos, nas folhas de guarda, um divertimento em forma de viagem marítima e aérea de Espanha até Itália, da igreja da Peregrina de Pontevedra até à catedral de Trani, a sua terra natal. A minha primeira viagem é a sua obra-prima. 

Fonte: www.oqo.es/editora/pt-pt/

Livro disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

"O feiticeiro de Oz", texto de L. Frank Baum e ilustrações de Lisbeth Zwerger

"O feiticeiro de Oz"
Texto de L. Frank Baum e ilustrações de Lisbeth Zwerger
Editado pela Ambar em 2002

INTRODUÇÃO

O folclore, as lendas, os mitos e os contos de fadas acompanharam a infância através dos tempos, porque todas as crianças saudáveis adoram histórias fantásticas, maravilhosas e manifestamente irreais. As fadas aladas dos irmãos Grimm e de Andersen deram mais alegria aos corações das crianças do que todas as outras criações humanas.

Contudo, os contos de fadas, úteis durante tantas gerações, são já "clássicos" numa biblioteca infantil; chegou a hora de uma série de novos "contos maravilhosos" nos quais o génio estereotipado, o anão e as fadas são eliminados, juntamente com todos os horríveis e arrepiantes episódios, inventados pelos autores para salientar uma moralidade assustadora para cada conto.


A educação moderna inclui a moralidade; por isso, a criança moderna só procura entretenimento e dispensa alegremente todos os episódios desagradáveis.

Tendo isto em mente, a história " O Feiticeiro de Oz" foi escrita com o único propósito de dar prazer à criança de hoje. Tem aspirações a ser um conto de fadas moderno, em que o maravilhoso permanece e o sofrimento e os pesadelos são deixados de fora.

L. FRANK BAUM
Chicago, Abril, 1900

Fonte: interior do livro



Quando Frank L. Baum escreveu O Feiticeiro de OZ, o seu objectivo era criar uma fantasia moderna que oferecesse o mesmo deslumbramento e alegria que as histórias tradicionais e os contos de fadas ofereceram ao longo dos tempos. Através do livro e do filme, a viagem de Dorothy pela estrada dos ladrilhos amarelos até à Cidade das Esmeraldas entrou no nosso folclore e trouxe alegria a muitas gerações de crianças.
Esta edição, belamente ilustrada, permite um olhar completamente novo a esta história tão amada.



"As ilustrações de Lisbeth Zwerger darão à nova geração de leitores uma percepção completamente diferente do Feiticeiro Maravilhoso e mesmo nós, que crescemos com Judy Garland, aceitaremos esta versão como definitiva."

Suplemento Educativo do Times
Fonte: contracapa do livro


Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

"A casa", um livro de J. Patrick Lewis e Roberto Innocenti

"A Casa"
Texto de J. Patrick Lewis e ilustrações de Roberto Innocenti
Editado pela Kalandraka em 2010

“Na padieira sobre a minha porta pode ler-se 1656, um ano de peste, o ano da minha construção. Fizeram-me em pedra e madeira mas, com o correr dos anos, as minhas janelas começaram a ver, e as minhas cornijas a ouvir. Vi famílias a crescer e árvores a cair. Ouvi risos e pistolas, conheci tempestades, martelos e serras e, por fim, o abandono. Depois, um dia, umas crianças aventuraram-se sob a minha sombra, à procura de cogumelos e castanhas, e eu ganhei uma nova vida no dealbar da idade moderna. Esta é a minha história do século vinte, contada do cimo do velho monte.

A casa, 2010”



Fonte: interior do livro


A casa ergue-se numa colina, nas proximidades de uma aldeia. Sobreviveu a pragas, foi habitada por várias gerações de uma família e, pedra sobre pedra, assistiu ao passar dos anos, das décadas e dos séculos. Tornou-se numa lenda, mas foi votada ao abandono, até que, no século XX, voltou a renascer. A casa das vinte mil histórias foi testemunha de mil e uma vicissitudes: felicidade e desgraça, celebrações e colheitas, guerra e paz... 

Esta é a sua história, de 1900 em diante, narrada por Patrick Lewis em pinceladas poéticas de grande valor literário. As ilustrações hiper-realistas do premiado artista Roberto Innocenti fazem-nos viajar pelo tempo: desde as mudanças sazonais até à transformação da paisagem, passando pelos velhos costumes que vão mudando com o avanço da tecnologia.

Fonte: Wook


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para apoio a projetos relacionados com as artes nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.


Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!