quarta-feira, 13 de abril de 2016

Com um beijinho, um livro de Hiawyn Oram

"Com um beijinho"
Um livro de Hiawyn Oram e ilustrações de Frédéric Joos.
Editado pela caminho em 1999

Quando a Ursina está triste, o Ursino dá-lhe um beijinho para ajudar a passar. Mas um dia é o Ursino quem precisa de consolo. Que pode fazer a Ursina?

Começa assim:

"A Ursina esta a brincar no chão... 
e bateu com a cabeça na mesa.


"A Ursina estava empoleirada num banco,
tentando chegar à prateleira de cima...
e escorregou e bateu com o rabo no chão.

- Já passa - disse o Ursino. - Com um beijinho.

A Ursina estava a brincar no recreio.
O Vulpo já não queria ser o melhor amigo da Ursina...
e o Corvino também já não queria ser amigo dela.

- Que dia tão mau - suspirou a Ursina nessa noite.

- Já passa - disse o Ursino. - Com um beijinho.

Fonte: interior do livro

Esta história encantadora de Hiawyn Oram
cativará as crianças pequenas - e também os pais e mães.
O ilustrador Frédéric Joos capta com grande talento a ternura da relação entre pais e filhos.

 Fonte: contracapa do livro


Livro Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas Leituras!

Sabes onde é que os teus pais se conheceram?, um livro de Maria Inês de Almeida e ilustrações de Paulo Galindro

"Sabes onde é que os teus pais se conheceram?"
Escrito por Maria Inês de Almeida e ilustrado por Paulo Galindro
Editado pela Booksmile em 2011.

“Sabes onde é que os teus pais se conheceram?" é um livro que vai deixar as crianças curiosas para descobrir o que aconteceu na primeira vez que os pais se viram, e a convidá-los a contar a história de como se apaixonaram. 
Já os pais vão poder recordar esse momento mágico e partilhá-lo com os seus filhos e, quem sabe, até encontrar no livro a sua história. Terá sido num jogo de futebol? Na bomba de gasolina, enquanto abasteciam? A comprar bilhetes para o concerto da banda preferida? Várias histórias de amor ilustradas de forma original e emotiva por Paulo Galindro.
Fonte: Booksmile

"Na bomba de gasolina, enquanto abasteciam."
"No autocarro que apanhavam todos os dias à mesma hora."
"Numa livraria, a escolher livros para crianças."
"No trabalho. O pai estava sempre cheio de dúvidas
e era a mãe que ia pedir ajuda."
"Quando ainda havia Feira popular
e estavam ambos no carrinho da frente
da montanha russa." 
Fonte: interior do livro


Maria Inês Almeida nasceu em Lisboa, em 1978. Jornalista e escritora, dedicada à literatura infantojuvenil, licenciou-se em Comunicação Social pela Universidade Católica. Em 2006 recebeu o Prémio Revelação do Clube de Jornalistas.


Paulo Galindro nasceu em 1970, é arquitecto de formação e ilustrador de coração. Ao longo do seu percurso tem colaborado com os principais grupos editoriais portugueses. Já ganhou vários prémios e menções honrosas pelas suas ilustrações em livros infantis.

Fonte: Booksmile

Contracapa do livro

Ilustrações e paginação do livro “Sabes onde é que os teus pais se conheceram?”
in www.paulogalindro.com


 Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

sexta-feira, 8 de abril de 2016

A Lagarta Comilona de Sheridan Cain

"A Lagarta Comilona"
Um livro de Sheridan Cain com ilustrações de Jack Tickle
Editado pela Minutos de Leitura, em 2010

A Lagarta adorava poder voar.
Ela inveja as asas do Zangão e desejava
poder planar alto no céu como o Pardal.
Mas a única coisa que ela sabe fazer é
mastigar as folhas da amoreira... e que fome ela tem!
Quando a Borboleta aparece, sorri-lhe misteriosamente.
A Borboleta parece saber algo que a Lagarta não sabe!
O que poderá ser?
Fonte: contracapa do livro


Começa assim:

"A Lagarta estava sempre com fome. 
Durante semanas ela 
mastigou as folhas frescas e 
sumarentas da amoreira.

Um dia, estava a Lagarta
a preparar-se para
comer outra
folha, quando
de repente
...."
Fonte: interior do livro



Um livro Pop-up divertido e interativo!
Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 1º ano de escolaridade.

Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quinta-feira, 7 de abril de 2016

O Rouxinol do Imperador, um conto de Hans Christian Andersen


Os mais belos contos de Andersen
Ilustração de Michael Fiodorov
Tradução de Carlos José Marques Duarte de Jesus
Editado pela Civilização em 1992

O Rouxinol do Imperador

(…) “O Palácio do Imperador era o mais bonito do mundo, feito de porcelana tão delicada e frágil que só com muito cuidado se podia tocar-lhe. (…) Naquelas árvores vivia um rouxinol, que cantava tão suavemente. (…) De todas as partes do mundo vinham forasteiros visitar a cidade do Imperador, e todos eles ficavam encantados ao verem o palácio e o jardim, mas, quando ouviam o rouxinol, diziam:
- Ah, esta é a maior maravilha!
Uma vez regressados aos seus países, os viajantes falavam do que tinham visto e os mais sábios escreviam mesmo livros sobre a cidade, o palácio e o seu jardim. (…) 
- Como? – deteve-se o Imperador. – Eu nunca vi rouxinóis. Viverá uma tal ave no meu império, ou melhor, no meu jardim? E venho a saber disso pelos livros?
(…) – Nunca ouvi falar nele – respondeu o Grão-Mestre. (…) Mas onde iria ele encontrar o rouxinol? (…) Por fim, encontraram nas cozinhas uma rapariguinha que disse:
- O rouxinol? Conheço-o perfeitamente! Sim, e canta muito bem.
(…) – Meu belo rouxinol (…) tenho a honra de te convidar para o serão de hoje na corte, onde poderás encantar Sua Majestade o Imperador com a doçura do teu canto.
- As minhas canções soam melhor na verdura do bosque. (…) mas acedeu de boa vontade quando soube que era esse o desejo do Imperador.
(…) Vi lágrimas nos olhos do Imperador – disse – e isso para mim vale mais do que qualquer tesouro. (…) Estou mais do que recompensado.

(…) Um dia o Imperador recebeu um grande embrulho em que estava escrito: Rouxinol. (…) um rouxinol mecânico (…) tinha uma cobertura de brilhantes, de safiras e rubis. Mal se lhe dava corda, cantava uma das canções do rouxinol verdadeiro.
(…) O verdadeiro rouxinol foi expulso da cidade e de todo o Império. Assim passou um ano. (…) Uma noite, contudo, enquanto o pássaro mecânico cantava e o Imperador, deitado na cama, o ouvia atentamente, houve uma coisa dento do rouxinol que fez “crac…”
In Os mais belos contos de Andersen
Página 75-95

A prenda oferecida pelo Imperador do Japão.
O relojoeiro após alguns exames, consertou o rouxinol.
Ilustrações de Michael Fiodorov.

"Os mais belos e famosos contos de Andersen estão contidos nesta preciosa edição ricamente ilustrada por Michael Fiodorov, o qual soube transportar para imagens o mundo encantador e ingénuo, cândido e fantasioso, amargo e confiante, ao mesmo tempo que o grande contista dinamarquês criou nas suas páginas imortais, de mistura com a tradição popular, a lenda e o gosto puro pela narrativa."
Fonte: contracapa do livro

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

quarta-feira, 6 de abril de 2016

"História que há de ser" de Manuela Ribeiro

"História que há de ser"
Texto de Manuela Ribeiro com ilustrações de Nídia Nair 
Editado pela Textiverso em 2016


"Era uma vez? Não!
Há de ser uma vez porque,
por mais que a terra gire,
há de haver sempre gente apressada,
bonecos de neve solitários 
e crianças de coração generoso."


Começa assim:

"Há de ser uma vez uma cidade com gente tão apressada,
tão apressada que não há de ter tempo de perceber
que o inverno já chegou e que os passeios estão cobertos de gelo.




Aquelas pessoas apressadas nem sequer hão de reparar que, 
num recanto de uma enorme praça, alguém talvez um pouco
menos apressado do que elas terá feito um boneco de neve.
(...)"

Ilustrações de Nídia Nair
Fonte: interior do texto

Volume n.º 4 da coleção “Para os mais pequenos”, esta “História que há de ser”, promete enlear os pequenos leitores e facultar aos educadores o pretexto para discutir mais um tema fraturante da nossa sociedade. Porque é preciso ter coração num mundo cada vez mais individualista.
Fonte: Textiverso

Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

terça-feira, 5 de abril de 2016

Hans Christian Andersen: o contador de histórias

Está patente durante o mês de Abril na sala infantil e juvenil, a exposição sobre a vida e obra de Hans Christian Andersen. Constituída por seis cartazes, esta exposição descreve a vida e obra do autor e memórias do percurso da visita que fez a Portugal em 1866. Apresenta excertos das suas obras acompanhadas por magníficas ilustrações de ilustradores como Manuela Bacelar, Michael Fiodorov, Lisbeth Zwerger, entre outros.







Hans Christian Andersen


Andersen nasceu em Odense (Dinamarca) a 2 de Abril de 1805. Apesar das suas origens humildes, foram os pais, os primeiros, a incentivá-lo a escrever. Aprendeu desde muito cedo a ler e adorava ouvir as histórias que o seu pai lhe contava. 
Aos 14 anos de idade, viajou para Copenhaga. Ai trabalhou como actor e bailarino e escrevia peças de teatro. Em 1828 entrou na Universidade de Copenhaga e já publicava diversos livros. 
Durante o ano de 1866 visita Portugal e a Lisboa associa o interesse pela literatura e estuda a biografia de Luís de Camões. Descreve entusiasmadamente os encantos da natureza da cidade de Setúbal, de Brancanes, de Palmela e da Arrábida. Ainda visitou Aveiro, Coimbra e Sintra. Escreve: 

“Voará muitas vezes meu pensamento
Para o belo país que é Portugal”

Autor de vários contos infantis, poeta e escritor notabilizou-se pelos contos de fadas, pelos quais é internacionalmente conhecido. Autor de O Patinho FeioA Princesa e a ervilhaA roupa Nova do Rei entre tantos outros contos que deliciam os mais novos e encantam os mais velhos.

Alguns das suas obras disponíveis na rede de bibliotecas do concelho de Arganil:
















Boas leituras!

Livros da autoria de Milu Loureiro


O esquilo que amava as palavras 
"O esquilo que amava as palavras"
Editado pela Chiado Editora, 2010
“1. A mata ardeu e a solidão doeu ao coelhinho Marim. Trouxa às costas e cheio de esperança
decidiu partir à procura de amigos. Mas será que, neste mundo apressado, encontrou algum? 
2. O esquilo Quilas amava as palavras e a esquila Lila. Um dia, sem querer, foi parar a uma biblioteca repleta de livros. E, não resistindo ao feitiço que as palavras exerciam sobre ele e porque precisava delas, começou a roubá-las. Será que foi apanhado?! 
3. A Rosa Queixosa lamentava-se constantemente da sua imobilidade. Sonhava conhecer mundo. Nem os conselhos da Borboleta Curiosa a faziam pensar de outra maneira... Uma noite, teve a visita do Duende Pintor. Terá ela conseguido realizar o seu sonho e tornar-se menos azeda? “ 

"A mantinha de retalhos"
Editado pela Chiado Editora, 2013
A mantinha de Retalhos 
“A zebra Zezinha veio da savana africana para um parque natural, num inverno com cara de verão. A princípio foi difícil, mas, com o seu temperamento alegre e decidido, depressa fez amizades, principalmente com um belo cavalo lusitano. A amizade transforma-se em amor. Este par de apaixonados não escapa às críticas dos outros animais. Conseguirá o seu amor vencer?” 


El-Rei Comilão
"El-Rei Comilão"
Editado pela Palimage, 2013
“Era uma vez um rei gordo, gordo, gordo. Quanto mais comia, mais fome sentia. E comia, comia. A rainha, muito preocupada com a saúde do rei, mandou vir os melhores físicos do reino, mas nada conseguiram. O rei continuava a comer e a engordar, engordar. Problemas de toda a ordem vão surgindo a cada dia. Será que o rei conseguirá vencer o seu apetite devorador e a obesidade?” 



"A Manta que dava abraços"
Editado pela Chiado Editora, 2010


A Manta que dava abraços 
“A manta Marta deixou de caber no aquário onde vivia. Foi devolvida ao seu habitat natural. 
Aí se vai dedicar a ajudar os habitantes do mar em perigo, a distribuir abraços a quem precisa de conforto, a cuidar da saúde do próprio mar, ameaçado pelas manchas de plástico. 
Conseguirá ela atingir os seus objectivos?”

Fonte: contracapa dos livros


Milu Loureiro
Milu Loureiro a contar a história "A Manta que dava abraços"
Nasceu nos dias longos e quentes do verão numa vila da Beira Alta, Aguiar da Beira. No colégio da vila fez os seus estudos até ao atual nono ano. Após o secundário, no então Liceu Nacional de Lamego, ingressou na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Filologia Românica. A partir daí dedicou-se ao que sempre gostou de fazer: ensinar. Desempenhou, durante alguns anos, a função de professora bibliotecária. Foi no desempenho desta grata missão que redescobriu a paixão pelas histórias. Foi na Biblioteca Escolar, a contar histórias aos mais pequenos, que esta paixão se reacendeu. Depois, passar ao ato da escrita foi um passo. As histórias começaram a surgir, começaram a tomar forma. Uma, duas, três, quatro… e já lá vão mais de uma vintena, à espera… 

Entretanto deixou o ensino para se dedicar à escrita, ilustração, narração, confeção de tapetes narrativos e livros de pano.

Milu Loureiro  no dia 2 de Abril na Biblioteca Municipal de Arganil

Livros disponíveis na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!