terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Ernesto Bom-Dia, um livro de José Campanari


Ernesto Bom-Dia
Texto de José Campanari com ilustrações de João Vaz de Carvalho.
Editado pela OQO em 2010.

“Naquele domingo, Ernesto tinha sido convidado para lanchar em casa da sua namorada Henriqueta; ficou marcado para às seis em ponto, nem um minuto mais, nem um minuto menos. Ernesto saiu de casa numa tarde de sol, enquanto Henriqueta, a irmã, a mãe, o pai e a avó preparavam o lanche. Entretanto levantou-se uma brisa, caíram umas pingas, choveu e ventou… enquanto a família da namorada, desconcertada, olhava para o relógio porque Ernesto nunca mais chegava."



"Conteúdos e linguagem acessíveis para os primeiros leitores, a que se juntam ilustrações muito expressivas, em cumplicidade perfeita com a narração, porque estão concebidas para não perder de vista o que acontece nos dois ambientes em que se desenrola a acção: a rua e o interior da casa de Henriqueta. 


Uma divertida história em que o protagonista, seguindo a máxima do avô — ao mau tempo, boa cara —, não perde o ânimo nem nos momentos mais críticos; um comportamento que leva a pensar que devemos levantar a cabeça e fazer frente às dificuldades com tenacidade e confiança. 

O final, com desenlace feliz, reforça o optimismo que transparece neste álbum.”

Fonte: www.oqo.es/editora/pt-pt 


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura
para o 2º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma. 

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Beijinhos beijinhos, um livro de Selma Mandine

"Beijinhos Beijinhos"Um livro de Selma Mandine
Editado pela Presença em 2011 (3ªedição)


"Presentes ao longo de toda a vida, os beijinhos são um elo afectivo de ligação entre pessoas que gostam umas das outras. Mas afinal como é que é um beijinho?
Em Beijinhos Beijinhos, a descrição deste momento tão ternurento é apresentada às crianças, com exemplos de situações em que se manifestam pelas mais diversas razões. E há muitos tipos de beijinhos, dependendo dos protagonistas: por exemplo o do avô, com a sua longa barba tapa a cara toda; o da avó é repenicado, mas já o dos cães é húmido. E através deste livro, fica-se ainda a saber que os beijinhos podem ter cores, como os de chocolate.
Uma obra encantadora, ilustrada pela própria autora, que irá maravilhar tanto as crianças como os adultos. Por falar nisso, já deu algum beijinho hoje?”
Fonte: Wook


" - Como é que é um beijinho?
- Um beijinho é uma coisa muito doce,
como uma bola de algodão a acariciar-te a bochecha. (...)


 Hmmmm... é doce, suave, fresquinho...
É delicioso!
podes dar-me mais? muitos mais?
- Claro, porque gosto muito de ti..."
Fonte: interior do livro


Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

28 histórias para rir de Ursula Wolfel

"28 Histórias para rir"
Escrito por Ursula Wolfel e ilustrado por João Vaz de Carvalho
Editado pela Kalandraka em 2007

"Era uma vez um homem que tinha tanta pressa que desejava não necessitar de nenhum tempo para nada…
Era uma vez um pássaro tão voraz que não suportava ver que os outros pássaros tivessem alguma coisa para comer…
Era uma vez um porco que ficava sempre chateado quando lhe chamavam “porco”. Preferia que lhe chamassem Rosado. Por isso procurava não se sujar… “



"Depois das “27 histórias para comer a sopa”, com ilustrações de Pablo Bernasconi, a KALANDRAKA editou a série completa dos contos breves de Ursula Wölfel, uma série que os leitores têm seguido com interesse e que conta, nesta obra, com a colaboração de João Vaz de Carvalho e do seu habitual registo visual muito atrativo, à base de ilustrações onde o desenho, a cor e o sentido de humor desempenham um papel muito importante e de complemento fulcral ao texto.
Histórias simples, que convidam à gargalhada, ancoradas no nonsense e de grande carga surrealista, mas sempre com uma réstia de lógica. Por mais inverosímil e disparatada que cada uma delas possa parecer, o leitor não consegue deixar de se sentir solidário e de aceitar os comportamentos bizarros das suas personagens, que agem como agem porque é mesmo assim e fazem-no muito tranquilamente com toda a razão do mundo.
Apraz a leitura destas “28 Histórias para rir” porque cada uma delas encerra brilhantes clarões de engenho, alimenta a imaginação do leitor e transporta-o para um mundo onde tudo é possível.

A Autora:

Ursula Wölfel (Ruhrgebiet, Alemanha, 1922) Cursou Germanística em Heidelberg. Depois da II Guerra Mundial trabalhou como auxiliar escolar, estudou Pedagogia e ingressou como professora num colégio para crianças com necessidades educativas especiais. Em 1959 escreveu o seu primeiro livro para primeiros leitores, transformando-se numa das autoras de maior êxito junto do público infantil e juvenil. Pertence ao PEN Club desde 1972 e recebeu prestigiados galardões. Pelo conjunto da sua obra obteve em 1991 o Prémio de Literatura Infantil e Juvenil da Alemanha.

O Ilustrador:



João Vaz de Carvalho (Fundão, 1958) Estudou pintura na oficina de Vasco Berardo, em Coimbra nos anos 1980. Colabora desde 1988 em revistas como Marie Claire, Cosmopolitan, Exame, Gentleman, Pais & Filhos e Diário de Notícias/Notícias Magazine. Ilustrador de álbuns infantis e de capas de livros, participou em várias exposições e foi galardoado com vários prémios, entre os quais se destacam o da Ilustrarte em 2005, o World Press Cartoon em 2011 e o Award of Excellence da revista Communication Arts em 2012.


Fonte: www.kalandraka.com

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 4º ano de escolaridade,
destinado a leitura autónoma.

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Moncho e a Mancha um livro de Kiko Dasilva

"Moncho e a Mancha"
Um livro escrito e ilustrado por kiko Dasilva.
Editado pela Kalandraka em 2003
Começa assim:

"Moncho gostava muito de desenhar: de um triângulo fazia um monte; de um quadrado, uma casa; de um circulo, uma cara...

Moncho pintava tudo: a cama, a toalha da mesa, o frigorífico, o avô...

Um dia, moncho desenhou tanto que a sua mãe...
Teve de aspirar a casa toda para encontrá-lo.
(...)"

Ofereceram ao Moncho uma caixa de aguarelas
e ele levou algum tempo até se tornar num grande pintor.


Ilustrações de Kiko Dasilva

"Este álbum de Kiko Dasilva apresenta-se como uma das melhores realizações editoriais da Kalandraka pela capacidade de articulação da temática seleccionada com uma ilustração profundamente original e que capta de forma particularmente convincente os elementos centrais da narrativa, sugerindo movimento, dinamismo e convocando o leitor para uma observação atenta e demorada. Dando conta das diferentes leituras de que uma obra de arte pode ser alvo e parodiando, de alguma forma, essa multiplicidade de pontos de vista, Kiko Dasilva cria um álbum que é também uma obra de arte. O facto de dialogar de forma intertextual com obras de arte mais ou menos conhecidas funciona como forma de aproximação dos destinatários preferenciais do álbum ao mundo artístico, esbatendo fronteiras e demovendo preconceitos sobre a fruição de arte contemporânea".
Fonte:Ana Margarida Ramos in www.casadaleitura.org

Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil.

Boas leituras!

"Para onde vamos quando desaparecemos?" de Isabel Minhós Martins


"Para onde vamos quando desaparecemos"
Um livro de Isabel Minhós Martins com ilustrações de Madalena Matoso.
Editado pelo Planeta tangerina em 2014 (2ª edição).

"Felizmente 
(ou infelizmente sei lá)
 não somos os únicos 
a desaparecer.
Com todas as outras 
coisas do mundo, 
acontece o mesmo.

O Sol, 
as nuvens, 
as folhas
 e até as férias
estão sempre
a começar e a acabar,
a aparecer e a desaparecer."


Fonte: excerto do livro



"Cada um diz coisas diferentes sobre o sítio
para onde vamos quando desaparecemos.
mas se olharmos para as coisas do mundo
ficamos com muito mais ideias.
Ainda mais possibilidades.

Observemos então... as meias, as poças,
as rochas ou as nuvens.

O que poderão elas dizer-nos sobre a grande 
pergunta que dá título a este livro?
Fonte: contracapa do livro

"Para onde vamos quando desaparecemos?" aproveita a ausência de respostas “preto no branco” para lançar novas hipóteses – mais coloridas e poéticas, mais sérias ou disparatadas, conforme o caso... – e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio.

O que propõe este livro?
Observar as coisas do mundo e nelas procurar novas pistas e possibilidades (que nos sirvam a nós e àqueles de quem mais gostamos). 
Atenção: nesta procura, nada deve ser ignorado – das meias que se evaporam misteriosamente ao sol que todos os dias se vai embora – em tudo pode haver ideias interessantes que ajudem a preencher o espaço deixado em aberto por esta grande interrogação.
"Para onde vamos quando desaparecemos?" aborda de forma subtil o tema da ausência, do desaparecimento e da morte. Não trazendo respostas definitivas, abre as portas à imaginação, tornando o tema (mesmo que por breves instantes) um pouco mais leve.


Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 4º ano de escolaridade, 
destinado a leitura orientada.


Obra disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras! 

Concurso de leitura "Lê melhor quem lê mais"

Regras de funcionamento para o concurso de leitura
Lê melhor quem Lê mais – 10ª edição

Artigo 1
Entidade promotora


O concurso de Leitura “Lê melhor quem Lê mais” é uma iniciativa da Câmara Municipal de Arganil através da Biblioteca Miguel Torga, em parceria com o Agrupamento de Escolas de Arganil e a Rede de Bibliotecas Escolares e tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento de hábitos de leitura e a prática da leitura em voz alta nas crianças que frequentam o 4º ano de escolaridade, aliado ao incentivo na utilização das tecnologias da informação.

Artigo 2
Condições de participação

2.1 - Serão admitidas a concurso todas as crianças que frequentem o 4º ano de escolaridade nas Escolas do Concelho de Arganil.
2.2 – As inscrições decorrem até 15 de Janeiro de 2016.
2.2.1 - As inscrições deverão apresentar o nome completo dos alunos e respetivas turmas/escolas e enviadas para o seguinte endereço de e-mail: rita.cunha@cm-arganil.pt.

Artigo 3
Critérios de seleção


As provas a efetuar pelos concorrentes serão avaliadas segundo os seguintes critérios:
a) - Leitura sem “atropelos”, em que se nota que a criança conhece e lê de forma natural as palavras.
b) - Boa dicção, a criança para além de ler bem, pronuncia bem as palavras, demonstra que conhece perfeitamente os sons.
c) - Tornar a leitura um prazer para quem ouve, a leitura é expressiva e há harmonia entre as palavras, os sons e os significados.
d) - Grau de dificuldade do texto escolhido, as palavras que constituem o texto são de difícil articulação e o texto é complexo.
e) - A qualidade do vídeo criado.

Artigo 4
Fases do concurso


4.1 – O concurso decorre em três fases:
4.1.1 - Primeira fase decorrerá em sala de aula e é da responsabilidade dos professores da turma. Entre os concorrentes escritos no concurso passarão à fase seguinte os três melhores classificados, que representarão a turma segundo os critérios referidos no artigo 3.
4.1.2 - A segunda fase será realizada na Biblioteca da Escola com a presença das técnicas da Biblioteca Municipal.
4.1.2.1 - Os candidatos que passarem à segunda fase escolherão um conto ou um poema retirado de um livro que conheçam.
4.1.2.2 - No dia marcado para a realização da segunda fase, segundo um calendário pré-estabelecido, o concorrente lerá o conto ou o poema enquanto é filmado pelos técnicos da Biblioteca Municipal ou pelos Professores.
4.1.2.3 - O fundo ambiente do vídeo e eventuais adereços serão escolhidos pelo concorrente bem como toda a envolvência que terá obrigatoriamente livros.
4.1.2.4 - O vídeo não poderá exceder os 4 minutos.
4.1.3 - A Final decorrerá no Auditório da Biblioteca Municipal Miguel Torga, no dia 9 de Março.
4.1.3.1 – Serão visionados os três filmes realizados por cada turma na segunda fase.
4.1.3.2 – O(a) concorrente cujo vídeo tenha sido mais pontuado será o representante da turma.
4.1.3.3 – Em seguida o(a) representante da turma fará a leitura em voz alta, de um texto que lhe será entregue no momento. A seleção do livro/texto é da responsabilidade da entidade promotora do concurso.

Artigo 5
Constituição do Júri


5.1. - O Júri será constituído por cinco elementos nomeados pelo Senhor Presidente da Câmara ou quem ele designar.

Artigo 6
Pontuação na Final


6.1 – A pontuação atribuída será de 1 a 5 pontos.
6.2 – O júri elegerá o melhor vídeo através de uma pontuação secreta e individual, de acordo com os critérios enunciados no artigo 3.
6.3 - No final da visualização dos filmes de cada turma, os membros do júri informarão o Presidente da Mesa das respectivas votações.
6.4 – O vídeo eleito em cada turma será aquele que tiver a pontuação mais alta.
6.5 - O Presidente da Mesa informará os concorrentes dos resultados auferidos e indicará o nome do vencedor.
6.6 – A leitura em voz alta do representante da turma será votada através de placa numerada no final de cada leitura.
6.5 – O vencedor será aquele que obtiver maior número de pontos no vídeo e na leitura em voz alta.

Artigo 7
Empate


7.1 - Neste caso os concorrentes farão a leitura de um novo texto que lhe será entregue no momento. A leitura será feita individualmente sem a presença dos outros concorrentes empatados. No final das leituras, o júri fará apreciação das mesmas e determinará o vencedor.

Artigo 8
Prémios

8.1 – Serão atribuídos prémios ao 1º, 2º e 3º classificados.
8.2 - Os prémios serão constituídos por livros.
8.3 – Os prémios serão entregues no final do concurso.

Artigo 9
Calendário


9.1 - A primeira eliminatória decorre até 29 de Janeiro de 2016
9.2 - A segunda eliminatória decorre até 29 de Fevereiro de 2016.
9.3 - A final realizar-se-á no dia 9 de Março de 2016.

Se quiseres saber mais acerca do Concurso de Leitura visita o portal da
Rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
http://www.bibliotecas.cm-arganil.pt

Boas leituras!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Nham-Nham! um livro de Mick Manning

Nham-Nham!
Um livro de Mick Manning com ilustrações de Brita Granström
Editado pela Caminho, 2005
Nham-Nham! é um livro que fala de mastigar e engolir — ou seja, é um livro que fala de alimentação. E também fala de uma cadeia: a cadeia alimentar em que cada ser vivo desempenha o seu papel. Vamos descobrir quem caça e quem é caçado, quem come e quem é comido!
Fonte: contracapa do livro

Começa assim:

"Uma noite,
um minúsculo rebento rompe
o solo e deita uma pontinha de fora...

Quem é que iria comer um minúsculo rebento?

O rebento é a primeira parte da planta a crescer à superfície.

Muitos animais gostariam - mas
a lagarta é que chega primeiro.
Nham-Nham!(...)" 
Fonte: interior do livro
Ilustrações de Brita Granstrom

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para apoio a projetos relacionados com a natureza/defesa do ambiente na Educação Pré-Escolar, 
1º e 2º ano de escolaridade.


Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil 
Boas leituras!