Tu és aquele que tanto quero
Que por mim esperaste ansioso
Quando tua esposa
Passava por um parto doloroso.
Tu, Pai, és aquele
que toda a vida trabalhou
Toda a vida lutou
Numa labuta sem rival
Vencendo os dias de fadiga
Para dares aos teus filhos
Melhor qualidade de vida.
Pai, quantas vezes não dormiste?
Quantas vezes não descansaste?
Quantas vezes não passeastes?
E quantas vezes até choraste...
Choraste no intimo do teu coração
Sem que transparecesse qualquer sinal
Choraste quando estávamos doentes
E tudo te corria mal.
Mas hoje, não chores pai
Ri antes com muita alegria
Pois tens filhos, que são a tua paixão
Que acolhes com emoção
Que acham que és um Rei
O rei do reino da magia
Onde podem felizes gritar
Pai hoje é o teu dia
Autoria: Graça Moniz
Este Blogue é da responsabilidade da Sala Infantil e Juvenil da Biblioteca Municipal Miguel Torga com a participação das crianças e jovens que frequentam habitualmente as Bibliotecas Públicas e Escolares do concelho de Arganil. Partilhamos leituras, promovemos livros, divulgamos actividades, projectos e acções. Um espaço onde podemos dar asas à imaginação e criatividade… Participa!
sexta-feira, 28 de março de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
Hoje assinala-se o Dia Mundial do Teatro
Sugerimos a leitura
"O Amigo do Computador"
um livro de Maria Teresa Maia Gonzalez
um livro de Maria Teresa Maia Gonzalez
"... E que o melhor de vós mesmos
seja para o vosso amigo."
Khalil Gibran, O Profeta
Fonte: interior do livro
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| Editado pela Verbo em 2008 (2ª edição) |
“… É uma série de peças de teatro destinadas aos mais
jovens que frequentam o 3º ciclo e o secundário com temáticas inspiradas nos
problemas e nas situações que os jovens enfrentam no seio da família, na escola
e no contexto mais alargado das relações sociais. Em O
Amigo do Computador, a segunda peça de teatro da colecção «Um Palco
na Escola», uma série dirigida principalmente às escolas, Maria Teresa Maia
Gonzalez aborda o problema, cada vez mais comum, da falta de comunicação entre
os jovens e o mundo que os rodeia."
Fonte: Fnac
"Sérgio é um jovem de 14 anos que frequenta o 9.º ano de escolaridade.
Como muitos da sua idade, vive em estreita ligação com o seu computador, no
«casulo» que é o seu quarto, de onde raramente sai.
Na verdade, para Sérgio, o computador foi-se transformando, em pouco tempo, no alvo de toda a sua atenção, ao ponto de deixar de comunicar com colegas, amigos e até com a sua própria família...”.
Na verdade, para Sérgio, o computador foi-se transformando, em pouco tempo, no alvo de toda a sua atenção, ao ponto de deixar de comunicar com colegas, amigos e até com a sua própria família...”.
Fonte:
Contracapa do livro
Um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura
para o 4º ano de escolaridade destinado a leitura autónoma.
Obra disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!
Boas leituras!
sexta-feira, 21 de março de 2014
Hoje comemora-se o Dia Mundial da Poesia
quarta-feira, 19 de março de 2014
Para todos os Pais do Mundo...
In O Livro dos dias da autoria de José Jorge Letria com ilustrações Simona Traina
Editado pela Ambar em 2009 (5ª edição)
Livro disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil
terça-feira, 11 de março de 2014
O Palácio do Príncipe Sapo de Jostein Gaarder
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| "O Palácio do Príncipe Sapo" de Jostein Gaarder Tradução de Maria Luísa Ringstad Editado pela Presença em 1999 |
“Estava uma belíssima noite de luar e o príncipe Kristoffer Poffer passeava descalço pela floresta, sentindo sob os pés o frio gelado da neve. De repente, algo de extraordinário aconteceu - ali mesmo à sua frente, apareceu uma criatura pequenina de aspecto engraçado, toda vestida de verde e com um barrete vermelho enfiado na sua minúscula cabecinha…um duende!! Nada mais, nada menos! Gulosos como são, os duendes estão sempre a preparar coisas deliciosas, como por exemplo PANQUECAS COM DOCE DE MORANGO! E foi assim que o príncipe Poffer aceitou o saboroso convite do duende Umpin e o seguiu até sua casa.
O que Poffer não podia imaginar
era a torrente de fantásticas aventuras que se ia seguir. Quando Poffer e Umpim
passam, como que por magia, daquela noite de Inverno para um quente dia de
Verão, tudo começa acontecer.
Primeiro Poffer tem de beijar
um enorme sapo verde, que afinal era um príncipe enfeitiçado e que… Se quiseres
mesmo saber o que se passou no Palácio do Príncipe Sapo mergulha nestas páginas
e descobre este mundo encantado e misterioso onde tudo é possível.”
Fonte:
contracapa do livro
Livro
recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 4º ano de
escolaridade,
destinado a leitura autónoma.
destinado a leitura autónoma.
Obra disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!
terça-feira, 4 de março de 2014
Alice Vieira: como nasce uma escritora
Está
patente na Sala infantil e juvenil uma exposição intitulada "Alice
Vieira: como nasce uma escritora". Composta por quatro cartazes os
visitantes podem descobrir mais informações acerca da sua vida e obra e
encontrar sugestões de leitura que vão desde o romance, ao teatro, à poesia e
às histórias tradicionais. Alice
Vieira é considerada a escritora portuguesa de livros para jovens mais
traduzida e divulgada no estrangeiro.
A sua escrita é associada a uma crescente capacidade na construção narrativa e ao dom de criar heróis problemáticos, verosímeis e psicologicamente consistentes, o que leva o leitor a não dispensar a sua leitura e a prender-se ao livro de uma forma atractiva...
A sua escrita é associada a uma crescente capacidade na construção narrativa e ao dom de criar heróis problemáticos, verosímeis e psicologicamente consistentes, o que leva o leitor a não dispensar a sua leitura e a prender-se ao livro de uma forma atractiva...
"Porque
escrevo para crianças?
“Todos nós gostamos de
encontrar um culpado para as aventuras em que nos metemos... É cómodo, é fácil,
a gente aponta e diz: «foi por causa dele».
Pois eu também tenho um
culpado: posso espetar bem o meu dedo indicador e dizer:
- O culpado foi ele. Ele é que
me levou para esta vida...
Neste caso foi ela. Acho que se
não tivesse sido a queixa da minha filha, já lá vão uns sete anos, eu não me
teria metido nisto... Portanto, a culpa foi toda, toda dela!
Um dia a Catarina [actualmente,
a escritora Catarina da Fonseca, filha de Alice Vieira e do escritor e critico
de televisão Mário Castrim] chegou a casa e disse:
- Já li todos os livros que há
para ler.
- E agora, o que é que leio?
A Catarina tinha então nove
anos, lia muito: não, evidentemente todos os livros que existiam, mas todos os
que habitualmente se davam a quem tinha a sua idade.
- E agora? – repetia ela, com
aquele ar solene que arranja nas ocasiões difíceis... Eu ia tentando dar uma
ajuda (lê este, e mais este, e mais aquele) mas eram ajudas inúteis (já li, já
li, já li...). Foi então que dei comigo a dizer-lhe:
- Então, se já leste tudo o que
há, vamos nós as duas escrever um livro!
Meti papel à máquina e do bater
dos dedos nas teclas saiu esta frase: «Quando a minha irmã nasceu o meu
desapontamento foi tão evidente que a minha mãe, abafada entre lençóis e
cobertores da cama do hospital, me disse: Ela vai crescer num instante!»
Olhei para esta frase, uma,
duas, muitas vezes, e a partir dela outras vieram, e mais outras, até que o
primeiro capítulo do livro estava feito. E cada capítulo que nascia era lido e
discutido com a Catarina, feliz de participar naquela aventura...
E nunca mais parei. Tudo por
causa da Catarina. Que hoje continua a ler tudo, e que escreve melhor do que
eu.”
In De que são feitos os
sonhos : a antologia diferente.
Coord. de Luísa Ducla Soares. Areal Editores, D.L.1985.
Coord. de Luísa Ducla Soares. Areal Editores, D.L.1985.
A trilogia Rosa,
Minha Irmã Rosa, Lote 12 - 2º Frente e Chocolate
à Chuva
“No primeiro volume o nascimento da irmãzinha
Rosa provoca conflitos internos a Mariana, conflitos esses que ao longo das
páginas se vão resolvendo da melhor maneira; no segundo, a mudança da casa
alugada para uma habitação própria, num
(Ilse
Losa - “A propósito de dois livros de Alice Vieira – Contos de fadas, sim ou
não?”.
O Jornal, 3/4/1981).
Chocolate à Chuva
“Em Chocolate à Chuva «Mariana é confrontada,
entre outros problemas, como um bem difícil: o divórcio. Os pais da Rita, sua
amiga de sempre, tomam essa decisão. É a ruptura. É o fim da “casa da Rita”, é
o “tremer” das coisas sólidas. Mariana vai entrar no emaranhado dos “quês” e
“porquês” e vai-se sentir impotente para ajudar a Rita.» Mas Chocolate à Chuva
é também «uma maneira fascinante de acompanhar o crescimento de uma adolescente
atenta não só ao que se passa em redor dela mas também à sua própria evolução»”.
(Clotilde
Costa in Diário de Noticias, 16/11/1982)
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| "Chocolate à chuva"com ilustrações de Henrique Cayatte. Editado pela Caminho |
Visita a
exposição e requisita livros da Alice Vieira!
segunda-feira, 3 de março de 2014
O sonho do palhaço de Maria Alzira Cabral
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| "O sonho do palhaço" Autoria de Maria Alzira Cabral com ilustrações de Isabel Quintino. Editado pela Plátano Editora em 1988. |
"A cortina está corrida. Ao longe ouvem-se aplausos, gargalhadas, música... sugerindo que um espectáculo está a decorrer.
Face ao público, diante da cortina, o camarim do palhaço pobre que um ténue foco de luz ilumina: uma mesa com um espelho rodeado de luzes de várias cores e uma cadeira sobre a qual se acumulam fatos e adereços vários.
O foco de luz vai aumentando de intensidade à medida que os sons do espectáculo se vão esbatendo. Apenas se ouvem por fim e cada vez mais distantes ruídos dispersos de pessoas que saem e uma ou outra voz isolada.
Vê-se, agora, distintamente, Campainha, o palhaço que, de costas para o público, está sentado diante do espelho.
O silencio é total. O palhaço levanta-se e caminha em direcção à cortina fechada. Escurece o camarim. A cortina abre sobre uma arena de circo fracamente iluminada. Espalhados na pista vários adereços entre os quais um canhão de circo e ainda papelinhos, serpentinas, cadeiras, bolas... Ao fundo e ao centro, a entrada dos artistas com um grande relógio de ponteiros luminosos que marca as nove horas. Campainha senta-se numa das cadeiras com a cabeça entre as mãos."
Fonte: interior do livro
![]() |
| Ilustrações de Isabel Quintino |
E assim começa "O sonho do palhaço",
uma peça de teatro escrita por Maria Alzira Cabral.
Livro disponível na rede de bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!
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