quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Atividades na Sala Infantil e Juvenil

     Ao longo do mês as crianças e jovens que frequentaram a Sala participaram em vários ateliers de expressão plástica. A quadra natalícia sugere enfeites de Natal e muitos foram construídos: elaboraram o calendário da contagem decrescente para o grande dia, criaram cartões, escreveram mensagens, felicitações, decoraram os diferentes espaços com fitas decorativas, anjos, árvores e Pais Natal e fizeram desenhos alusivos ao tema. 
     Aqui ficam alguns dos momentos para recordar...








Árvore das Mensagens

Nas salas estão patentes exposições recheadas de sugestões de leitura relacionadas com a época natalícia. Visita as bibliotecas e requisita livros…

Boas leituras!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Mensagens de Natal na BE de Folques

      Os alunos do pré-escolar e do 1º CEB de Folques desenvolveram uma oficina de escrita criativa relacionada com o Natal. Os alunos foram desafiados a escrever poemas alusivos à época natalícia a partir de várias estratégias: palavra puxa palavra, acrósticos, poemas visuais, poemas numéricos. Depois de elaborados os textos, foram redigidos a computador, ampliados e ilustrados pelos alunos.


Os poemas elaborados estão expostos na Biblioteca Escolar de Folques.


Parabéns a todos pelas magníficas mensagens de Natal!

Boas festas e Feliz Ano Novo!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Boas festas e muitas leituras!

Visita as exposições que estão patentes na Sala Infantil e Juvenil da Biblioteca Municipal e requisita livros! Porque ler é sonhar e aprender!

Atividades na Biblioteca Escolar de S. Martinho da Cortiça

     Apresentamos alguns dos momentos desenvolvidos pelos técnicos do SABE na Biblioteca escolar de S. Martinho da Cortiça, onde se destacam as leituras partilhadas, o convívio com os livros e autores, histórias e aventuras! Para recordar:

Leitura da história O menino da lua de Alice Vieira


     Depois da Hora do Conto com a história "Os vizinhos da casa azul" escrito por Vera do Vale e Francisca Oliveira, os alunos do pré-escolar tiveram a oportunidade de conhecer diversos instrumentos musicais referidos na história e muitos outros.

 
Instrumentos compostos por madeira, metais e peles.


A educadora Fátima Marques apresenta os instrumentos musicais às crianças.
De seguida, cada uma teve a possibilidade de os explorar!

A Rela

A Guizeira de Cabo
Os Pratos
Momentos de festa e de grande diversão!

Boas leituras e Boas festas!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A Arca dos medos

Na sequência da história lida ao do Jardim-de-infância de Arganil (Grupo 1) “FÉLIX, o coleccionador de medos”, as crianças construíram na sala de aula, a Arca dos medos. Com ajuda da educadora Isabel Condinho, cada criança inseriu na arca, os seus medos, para que possam ficar guardados e não as atormentar nos tempos mais próximos…
Ora vejam:
Só espreitámos um bocadinho...

Uiiiii... que medo!

Quem se quiser libertar dos seus medos pode colocá-los na Arca dos medos
que se encontra na Biblioteca Escolar do 1º CEB de Arganil.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Ninguém dá prendas ao Pai Natal

Um livro de Ana Saldanha com ilustrações de Joana Quental.
Editado pela Campo das Letras em 1996.

     “Por momentos, o Pai Natal só conseguia ver papéis de embrulho amarfanhados e laços coloridos que muitos pés, grandes e pequenos, de botifarras, sapatos de tacão, de atacadores e de pala, de pantufas e mesmo descalços, ou apenas com meias, calcavam sem reparar.
     Estava na sua casa do Pólo Norte e seguia pela televisão a cerimónia do desembrulhar das prendas em todas as casas do mundo.
     -Que pena que isto me dá!- desabafou, enquanto uma lagriminha, pequena como uma pérola de fantasia, lhe deslizava pela face vermelhusca e se lhe ia dependurar da barba comprida.
     Com a mão espalmada, esmagada a lágrima importuna e disse:
     -Ai que infeliz que eu sou! Ninguém dá prendas ao Pai Natal!”
Fonte: Interior do livro




Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil
Boas leituras!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Sabes, Maria, o Pai Natal não existe

Um livro de Rita Taborda Duarte com ilustrações de Luís Henrique. Editado pelo Caminho em 2008.


“O Frederico era bom rapaz
Mas às vezes fazia
O que todos sabemos
Que nunca se faz.

Um dia, estava quase
A chegar o Natal,
Disse à irmã,
Que era pequenina,
Só para arreliar,
Só para a deixar triste
- Sabes, Maria, o Pai Natal não existe.       


    
É evidente que ela não acreditou;
Mas, logo por azar,
Nesse exacto momento
Quem ia a passar era o Pai Natal,
Que, quando ouviu isto, logo parou
E se pôs a pensar:
- Então, afinal, eu sou… ou não sou?

Voltou para casa, para o Pólo Norte;
As renas voavam, a trote, a galope.
E o Pai Natal olhava-se ao espelho
E nada mais via que um barrete vermelho.
Então perguntava, muito aflito:
- Será que é verdade que eu não existo?”


Fonte: interior do livro


Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Sonhos de Natal de António Mota

Durante o mês de Dezembro as nossas sugestões de leitura vão estar relacionadas com o Natal!
Leituras para ler em família com muita magia e fantasia!
Boas festas!
Sonhos de Natal um livro de António Mota
com ilustrações de Júlio Vanzeler, editado pela Gailivro em 2003

  “Eu nasci e vivi alguns anos numa aldeia muito pequena escondida por uma enorme mancha de altos pinheiros e carvalhos gigantescos. Pedra de Hera era o nome dessa aldeia.
Todos os anos, com a chegada do Outono, da chuva e dos fortes ventos, as castanhas desprendiam-se dos redondos ouriços que enfeitavam os castanheiros centenários que havia espalhados por toda a Pedra da Hera.


      (…) Com ao passar dos dias e das noites cada vez mais frios, a chuva e as medonhas rajadas de vento punham as copas das árvores a abanar e faziam calar o canto dos pássaros. (…)
      Nós, as crianças, começávamos a dar gargalhadas e a saltar de contentes porque sabíamos que a neve não demoraria a chegar. Flocos ainda mais brancos que as rocas de açúcar desceriam das nuvens, bailariam no ar e cairiam no chão (…).
     Eu gostava muito do senhor Afonso e achava normal que ele tivesse quarenta mais trinta anos. Também achava natural que ele brincasse connosco, nos fizesse brinquedos de madeira, e que, de vez em quando, nos chamasse para dentro da sua cozinha escura e pobre e nos oferecesse pataniscas de bacalhau tão bem fritas e tão saborosas como só ele sabia cozinhar. Nem a minha avó era capaz de fazer pataniscas tão boas como as do senhor Afonso (…).
    Quando vinha muita neve, nós não íamos à escola, que ficava muito longe da nossa aldeia, e o Senhor Afonso também saía de casa para nos ajudar a fazer um grande boneco de neve. (…)



    Quando vinha a noite, eu ficava muito ansioso. O que eu mais queria era ver o nosso boneco de neve a voar. (…)
    O meu pai estava a trabalhar no Brasil. Fora para lá três meses depois de eu ter nascido. Era o que a minha mãe contava.
     - Um dia ele aparece por aí – dizia a avó Mariana.
     (…) Uma semana antes do Natal os dias andam ainda mais vagarosamente que minúsculos caracóis. E dentro de nós vai crescendo uma vontade muito grande de ir ao calendário e apagar todos esses dias.(...)
     Contava o Pedro que na noite de Natal do ano anterior, depois de se deitar na cama, ouviu, a meio da noite, um barulhinho muito estranho. (...) Quando lé chegou ficou sem poder falar nem mexer-se quando viu uma luz a desparecer pela chaminé. Apesar da luz ser muito intensa, ainda teve tempo de ver os pés pequeninos do Menino Jesus."
 

”Excelente livro cuja história se passa numa aldeia longínqua onde o Inverno chega mais cedo. Quando as férias de Natal de Manuel e das outras crianças se aproximam, a expectativa de que o Natal chegasse mais rápido é cada vez maior. Os preparativos para o Natal concediam a este ambiente caseiro uma atmosfera harmoniosa, em que as crianças faziam os pedidos ao Menino Jesus. Mas no fim há uma surpresa: o pai de Manuel regressa do Brasil, onde estava emigrado, na noite de Natal.”

Fonte: Wook
 
Livro disponível na rede de Bibliotecas do concelho de Arganil